Um poema sobre amor próprio, autodescoberta e beleza interior. “Que belo é ver o teu semblante irradiando beleza” revela a profundidade da alma em versos de emoção e reflexão poética.
Antes de tudo, peço licença para esclarecer dois pontos muito importantes. Primeiro: quero agradecer, de coração, a todos que têm me acompanhado, lido os poemas até o fim — e até voltado para ler e sentir uma, duas, três, quatro vezes. Essa fidelidade é o que mantém viva a chama deste projeto. Gratidão profunda por cada olhar, por cada momento que você dedica à poesia. E segundo: quero pedir algo simples, mas essencial. Se puder, curta, comente — mesmo que seja um emoji, um ponto, uma exclamação, uma interrogação, uma palavra, um verso que tocou você. Esses pequenos gestos ajudam o poema e a mensagem a chegarem mais longe. O algoritmo entende isso como um sinal de vida — de que há emoção e verdade acontecendo aqui. Muita gente acha que curtir, comentar ou compartilhar não faz diferença. Mas faz, e muito. É assim que a poesia encontra novas almas, novos corações. É assim que a arte continua viva, respirando através de nós. Gratidão por estar aqui. Você é parte dessa história. E,agora, vamos ao poema!
Que belo é ver o teu semblante irradiando beleza
O desejo me atrai, me move, me leva a ver sentido no que antes não tinha sentido.
Vejo, em cada emoção, as minhas próprias emoções, os meus próprios argumentos, vê o que pensou estar escondido.
O belo turvo em minha vida, a vida tortuosa, essa vida sem sentido, que sente o dia inteiro.
Já vi o que antes não podia ver: o lodo da vingança, dos delirantes desvios, de um caminho sem volta.
Oxigênio a nutrir o meu espírito, espírito materializado no cotidiano, cinzento e distante de qualquer efeito, figura em quartos separados.
Me adianto para conseguir ver, ver o inevitável, ver a surpreendente e fascinante beleza de como adoro me amar.
[…] Destino frio, Esvaindo-se — vão-se suas memórias.Oh, alegria dos momentos que não passam, Oh, pedra preciosa do destino! É a vida futura, distante de nós, É a sensação gélida da sorte.Carlos de […]
[…] acabe mais, e que o fim não exista aqui.O mistério nos toma pela mão. Tudo se faz silêncio. Tudo acontece pelos olhares — é a mais pura revelação.Carlos de […]
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