Um oceano de tristeza, De lamentações profundas, De inconstâncias persistentes. Sou o próprio muro da indiferença.
Um fantasma que assombra. Há dependência do medo, Distorce o meu raciocínio lento. Daqui do meu lugar, só vejo deserto.
Este destino fora trancado No arcabouço da ignorância, Da censura banalizada. É como andam as coisas.
O perigo anda solto, Orquestrando sequestros mentais. A vítima indefesa pode ser você; Ninguém está imune a esse dilema.
Você chegou carregando o sentido da minha vida. Vi onde encontrar o meu equilíbrio. Nenhum dia a mais de sofrimento. É preciso dar um basta a tanta manipulação.
Corto qualquer vínculo inconsciente com você, Com suas armadilhas escondidas, Com as tuas tramas malditas. Me lavo no mar da regeneração pacífica.
Carlos de Campos
Foto por Santiago Sauceda Gonzu00e1lez em Pexels.com
Insistir em tudo é um erro? Erro é desejar o que não se pode ter? Insistir no que não se pode ter Não é acerto onde tudo é forçado.
Saber errar é sinal de maturidade. A maturidade se conquista entre os erros e acertos. Aceitar os “nãos” com elegância, A maturidade é fruto de um trabalho longo e árduo.
Sentir a vida, Sentir as emoções, É respeitar o caminho, É crescer no equilíbrio.
Finalmente, amar-se É o caminho seguro da vitória, Da vida que emerge do vazio, Da existência que floresce.
Não deixe ser dominado pelo fracasso, Por ilusões corriqueiras, Pelo medo de continuar. Resgate a sua coragem de lutar.
Não deixe o amor esfriar. Ouça o seu interior, Levante-se com firmeza E dê uma chance para o amor.