Impunidade
- Impunidade!
Gritou a voz cansada
O corpo exausto
Com medo.
Solidão...
Perdido em seu esconderijo
No auge da loucura
Gritou a voz descontente.
- Impunidade!
Conflitos com gente “grande”
- Cadeia! Gritou a voz da consciência.
- Já é tarde!
Gritou a voz consistente
Impunidade, nunca mais!
Carlos de Campos
Crimes e malfeitos
Homem de índole corrompida
Que, por inteiro, se colocou num fosso de excrementos
Na lama dos crimes e malfeitos
Fazendo vítimas por tanto tempo.
Hoje, se vitimiza
Porém é um ladrão
É a escória da humanidade
Psicopata na atitude
Bandido por predileção.
Que a justiça prevaleça!
Não a impunidade
Não a injustiça
Na vida, é preciso ter responsabilidade.
Malditos!
Todos os que cultuam a violência
Fecham os olhos à indecência.
Que a justiça prevaleça!
Carlos de Campos