Tag: Alemanha

  • Ser a melhor versão

    Ser a melhor versão

    Viva consciente !

    Nem tudo são flores

    Nem tudo são dores.

    Dias intensos

    Nublados

    Ensolarados.

    Precisa ser esclarecido um fato

    Que remói em meu peito

    Para melhor viver, externamente.

    Saber que tudo tem um fim

    Não se prender ao passado

    Nem florear o futuro.

    Viver o presente

    É o melhor a se fazer

    E não tem para onde correr.

    Aceitar o presente

    Para melhorar o presente

    Ser o presente.

    Ser a nossa melhor versão

    É nossa maior contribuição

    Às pessoas que ainda não se aceitam.

    Carlos de Campos

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    Be the bestversion

    conscious Viva!

    Not everything is flowers

    Not everything is pain.

    Intense

    cloudy

    sunny days.

    A fact needs to be clarified

    That gnaws in my chest

    To live better, externally.

    Knowing that everything has an end

    Doto the past

    n’t clingNor flower the future.

    Living in the present

    It’s the best thing to do

    And there’s nowhere to run.

    Accept the present

    To improve the present

    Be the present.

    Being our best version

    It’s our biggest contribution

    To people who still don’t accept each other.

    Carlos de Campos

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    ¡Sé la mejor versión

    consciente de Viva!

    No todo son flores

    No todo es dolor.

    Intensos

    nublados y

    díassoleados.

    Hay que aclarar un hecho

    que me roe el pecho

    para vivir mejor, exteriormente.

    Sabiendo que todo tiene un final

    Noal pasado

    te aferresNi florezca el futuro.

    Vivir en el presente

    Es lo mejor que se puede hacer

    Y no hay adónde correr.

    Acepta el presente

    Para mejorar el presente

    Sé el presente.

    Ser nuestra mejor versión

    Es nuestra mayor contribución

    a las personas que aún no se aceptan.

    Carlos de Campos

  • Morte em tempo de pandemia

    Morte em tempo de pandemia

    Oh, morte !

    Tua presença me consome

    Suspiros que me destroem.

    Oh, morte !

    São tantas as possibilidades para o nosso encontro

    Que cada segundo se torna tão importante.

    Oh, morte !

    Vilão ou herói

    Quente ou frio.

    Oh, morte !

    São teus “amigos”, que mais nos assustam

    Sofrimento e incerteza.

    Oh, morte !

    Sou tão apegado a insignificância

    Que teu abraço me revela toda minha fraqueza.

    Sou a vela sendo soprada

    Sou a mulher em trabalho de parto

    Sou eu quem dá pouca importância à vida.

    Carlos de Campos