Todo dia é sempre a mesma coisa: brigas e mais brigas. Não existe mais diálogo, não existe mais afeto ou respeito. Escondem-se atrás de compromissos vazios: “até que a morte os separe.”
Te amo” é um poema que engana com sua simplicidade: ele se inicia com a proposta de um sentimento universal, mas logo mergulha em reflexões existenciais, dissoluções afetivas e colisões psíquicas.
Te amo
Vê, gente, o amor? Não é ilusão, descaso e mortalidade.
Sou o sonho desfeito, caminho de felicidade destruído, sou desejo esquecido.
O átomo da vida, sou a consciência diluída, sou você em rota de colisão.