Tag: amor

  • Aqui, no planeta Terra

    Aqui, no planeta Terra...
    
    Jogam-se pedras em mulheres 
    Distribuem-lhes ofensas gratuitas
    Cultivam-lhes ódio e rancor.
    
    Aqui, no planeta Terra…
    
    A mulher é um peso morto
    Objeto de consumo, para o prazer sexual
    Um ser inferiorizado, por sua própria raça.
    
    Aqui, no planeta Terra... 
    
    Existe uma riqueza
    Um tesouro, diante de nossos olhares
    Mas que, muitos, são incapazes de reconhecer 
    Um verdadeiro diamante, que Poucos homens são capazes de valorizar. 
    
    Aqui, no planeta Terra... 
    
    Envio minha solidariedade a todas as mulheres
    Meu pedido de perdão pela cegueira que, todos os dias, gera mais e mais violência
    Pelo medo, que, homens frágeis, nutrem,  pela tamanha força dessas mulheres.
    
    Perdão pelas injúrias proferidas no passado
    Cultivadas, ainda, no presente 
    Pelas ofensas proferidas, futuramente.
    
    Aqui, no planeta Terra...
    
    Pela lei, que protege homens violentos 
    Pela justiça, tão omissa
    Pela sociedade, que só tripudia da vítima
    Peço-lhes perdão.
    
    Aqui, no planeta Terra...
    
    Pelo sangue derramado de Marielle, Maria, Inês, Rute...  
    Por todas que, clamam por justiça
    Por milhares de mulheres em cárcere privado 
    Por mais de milhares, em cárcere psicológico
    Por outros milhares, agora, sendo violentadas, de alguma forma
    Por todas as nossas mulheres Cegas, surdas, mudas, inexistentes.
    
    Por todas as mulheres do Brasil
    Por todas as mulheres vítimas da nossa indiferença.
    Por todas as mulheres !
    Aqui, no planeta Terra...
    
    Um poema para repudiar estes trastes  inconsequentes 
    Num mar de sangue e violência masculina
    Contra o tesouro feminino
    Um repúdio a todo e qualquer ato de agressão contra estes seres extraordinários.
    
    Carlos de Campos
    
    
    
    
    
    PRÉ-LANÇAMENTO
    
    
    Como humanidade, neste momento, passamos pela História; somos parte dela e enfrentamos mais este desafio que nos coloca diante de nossos maiores medos. Como já disse um poeta: “o medo cega os nossos sonhos”. E sonhos são carregados de sentimentos, desejos de realizações. Nesses tempos, sonhemos! O medo é natural, ele protege a vida, mas o sonho a impulsiona. O Amor, a beleza, a arte, a música, a poesia, é tudo o que move o sonho humano. Convidamos todos a manterem o foco em seus sonhos e esquecerem seus medos. Mergulhar numa boa leitura em vez de ligar a TV nos noticiários. Ouvir uma boa música, contemplar uma linda paisagem, uma arte. Respirar fundo e alcançar a certeza de que tudo isso passará, para que os nossos sonhos se realizem. Cuidem-se, também, interiormente. Resistiremos com poesia no coração.
    
    
    Sobre o autor
    
    
    Carlos de Campos nasceu em Biritiba Mirim, São Paulo, em 1980. Apaixonado por Poetrix. Em 2017, começou a escrever seus versos nas redes sociais, expressando-se de maneira profunda, em reflexões e observações sobre a condição humana, entre outras; analisando sua organização, atuação e intempéries emocionais, de forma leve, porém, concisa e incisiva. Não se deixando condicionar por padrões, investigando, atentamente, os recônditos mais conflitantes da existência e expressando-os, poeticamente, através do seu minucioso olhar.
    
    Para adquirir este livro em pré-lançamento, acesse: AQUI
    
    
    Aqui, no planeta Terra...

Jogam-se pedras em mulheres 
Distribuem-lhes ofensas gratuitas
Cultivam-lhes ódio e rancor.

Aqui, no planeta Terra…

A mulher é um peso morto
Objeto de consumo, para o prazer sexual
Um ser inferiorizado, por sua própria raça.
    Aqui, no planeta Terra… Jogam-se pedras em mulheres Distribuem-lhes ofensas gratuitas Cultivam-lhes ódio e rancor. Aqui, no planeta Terra… A mulher é um peso morto Objeto de consumo, para o prazer sexual Um ser inferiorizado, por sua própria raça.
  • Insinuações

    Insinuações

    Pouso em ti os meus olhos sedentos de desejo
    Teu corpo delicioso vai se insinuando
    Procuro disfarçar minha imponente ereção.

    Teus pequenos seios, me enchem de tanto tesão
    Tua boca vermelha, quente, molhada,  me inebria os sentidos
    Tomo coragem e te chamo.

    Nossos anseios se encontram, se abraçam
    Nus, noite adentro você se faz minha, inteira
    E na intimidade alcançamos êxtases de prazer.

    Carlos de Campos

    PRÉ-LANÇAMENTO
    
    
    Como humanidade, neste momento, passamos pela História; somos parte dela e enfrentamos mais este desafio que nos coloca diante de nossos maiores medos. Como já disse um poeta: “o medo cega os nossos sonhos”. E sonhos são carregados de sentimentos, desejos de realizações. Nesses tempos, sonhemos! O medo é natural, ele protege a vida, mas o sonho a impulsiona. O Amor, a beleza, a arte, a música, a poesia, é tudo o que move o sonho humano. Convidamos todos a manterem o foco em seus sonhos e esquecerem seus medos. Mergulhar numa boa leitura em vez de ligar a TV nos noticiários. Ouvir uma boa música, contemplar uma linda paisagem, uma arte. Respirar fundo e alcançar a certeza de que tudo isso passará, para que os nossos sonhos se realizem. Cuidem-se, também, interiormente. Resistiremos com poesia no coração.
    
    
    Sobre o autor
    
    
    Carlos de Campos nasceu em Biritiba Mirim, São Paulo, em 1980. Apaixonado por Poetrix. Em 2017, começou a escrever seus versos nas redes sociais, expressando-se de maneira profunda, em reflexões e observações sobre a condição humana, entre outras; analisando sua organização, atuação e intempéries emocionais, de forma leve, porém, concisa e incisiva. Não se deixando condicionar por padrões, investigando, atentamente, os recônditos mais conflitantes da existência e expressando-os, poeticamente, através do seu minucioso olhar.
    
    Para adquirir este livro em pré-lançamento, acesse: AQUI
    Insinuações
Pouso em ti os meus olhos sedentos de desejo
Teu corpo delicioso vai se insinuando
Procuro disfarçar minha imponente ereção.
Teus pequenos seios, me enchem de tanto tesão
Tua boca vermelha, quente, molhada,  me inebria os sentidos
Tomo coragem e te chamo.
    Foto por Marina Ryazantseva em Pexels.com