Tag: Brasil
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Negar é fácil
Negar é fácil
Os negacionistas estão soltos
Divulgando inutilidades
Distorcendo as verdades conquistadas.
Diga não a estupidez!
Proteger a verdade
De toda a ignorância
De todo mau-caratismo
Da ganância e mesquinharias.
Ser honesto!
Ter conduta negacionista mediante a provas, é vergonhoso
Tudo é bem claro:
Mentiras que se produz e se finge não ver.
Carlos de Campos
Foto por Suzy Hazelwood em Pexels.com -
Tudo é tão complicado
Tudo é tão complicado
Não posso voltar
E isso machuca
Solidão
Minha companhia
Sei que não poderei mais te aquecer.
Erroneamente me julgam
Nascemos constantemente
A morte não existe.
Nascer é tomar consciência
Morrer é a evolução
Tudo é tão simples.
Carlos de Campos

Foto por S Migaj em Pexels.com -
Vamos caminhar juntos?
Vamos caminhar juntos?
Não faz sentido
Viver
Cultivando a tristeza.Não faz sentido
Que problemas passageiros
Acabe com sua vida
Que o medo
Seja o único guia
O sol ainda brilha
O sol continua aquecendo os corações.O dia pode ser ainda melhor
Repleto de beleza
Na capacidade de olhar
Na disposição de quem de fato quer ver.Lá fora existe contradições
Discursos inflamados
Muita guerra e desamor.Aqui dentro
É só eu e você
Bebendo no mesmo cálice
O delicioso vinho da felicidade.Um brinde a você
O melhor acontecimento
Por sua existência cativante
Pelos abraços que ainda serão dados
Aos bons sentimentos que você desperta.A vida continuará a ser difícil
Por isso continue caminhando comigo
Certamente aqui encontrará
Conforto e segurança
Amor e esperança
Silêncio e compreensão
Venha!
Vamos caminhar juntos.Carlos de Campos

Foto por Philip Warp em Pexels.com -
Tempo de refletir
Tempo de refletir
Vento calmo
Observo o azul do céu
Sinto-me em paz
Quero dividi-la contigo
Paisagem exuberante
Toda repleta de boas recordações
Tudo me fazendo acreditar
Que vale apena amar
O momento é tenso
Vidas sendo recolhidas de nossa presença
Injustiça social
Trate o outro com empatia
Símbolo das nossas perdas
Sem respeito nunca chegaremos a lugar algum.
Por Carlos de Campos
Arte Maia Nunes

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Ponto de não retorno
Ponto de não retorno
Muitos são os problemas que não queremos ver
Continuamos insatisfeitos
A cabeça continua inconsequente.A cada segundo que passa
Distanciamos de um possível retorno seguro
O planeta não comporta mais tantos maus-tratos.Me calo, para que a natureza fale
A humanidade não dá ouvidos à sua voz
O “ponto de não retorno”, é realidade.O homem, com sua exploração, passou de todos os limites
A natureza tenta ir se segurando
É preciso parar com tanto consumo desequilibrado.A humanidade pensa que está no controle
O que, nitidamente, é uma mentira
Nunca estivemos tão próximos de nossa extinção.Retornar é nossa única opção
Retornar ao respeito com a natureza
Criar uma consciência ecológica que vise o progresso sustentável.Precisamos entender que não temos para onde correr
Estamos isolados no universo
Nossa única “salvação” está na nossa consciência.Carlos de Campos
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Punto de no retorno Hay
muchos problemas que no queremos ver
Seguimos insatisfechos
La cabeza sigue siendo intrascendente.
Con cada segundo que pasa, nos
distanciamos de un posible regreso seguro
El planeta ya no soporta tanto abuso.
Guardo silencio para que la naturaleza pueda hablar La
humanidad no escucha tu voz
El “punto sin retorno”es la realidad.
El hombre, con su exploración, traspasó todos los límites. La
naturaleza trata de reprimirse.
Es necesario frenar con tanto consumo desequilibrado.
La humanidad cree que tiene el control
Lo que, claramente, es una mentira
Nunca hemos estado tan cerca de la extinción.
Regresar es nuestra única opción
Regresar al respeto por la naturaleza
Crear una conciencia ecológica orientada al progreso sostenible.
Necesitamos entender que no tenemos adónde correr.
Estamos aislados en el universo.
Nuestra única “salvación” está en nuestra conciencia.
Carlos de Campos
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Point of no return There
are many problems that we do not want to see
We remain dissatisfied
The head remains inconsequential.
With each passing second, we
distance ourselves from a possible safe return.
The planet doesn’t support so much abuse anymore.
I keep silent, so that nature can speak
Humanity does not listen to your voice
The “point of no return”is reality.
Man, with his exploration, went beyond all limits
Nature tries to hold back
It is necessary to stop with so much unbalanced consumption.
Humanity thinks it’s in control
What, clearly, is a lie
We’ve never been this close to extinction.
Returning is our only option
Returning to respect for nature
Create an ecological conscience aimed at sustainable progress.
We need to understand that we have nowhere to run
We are isolated in the universe
Our only “salvation” is in our consciousness.
Carlos de Campos

Foto por Kasia Sikorska em Pexels.com -
Quando é difícil aceitar
Quando é difícil aceitar
Fim de semana
Meu prêmio é a solidão
Deixo a noite sonhar.
Gradualmente, o amor definhou
Sem querer me dar conta, prossegui
Como cheguei até aqui?
O desejo de ficar a sós é imenso
Me abrir a outras pessoas é perturbador
Ser sociável é o caos para mim.
Estar com pessoas me causa estranheza
Em nada me agrada
Isso não é fácil para mim.
Na solidão eu aproveito para
Lidar com as contradições
E sentir o que não consigo mais sentir.
Ser livre é tão difícil para mim
Quando se está envolto a tantas mentiras
Quando já se sabe que o amor há muito se acabou.
Carlos de Campos
Foto por Luci em Pexels.com -
Sobras
Sobras
São só sobras, o que fica
O sentimento ferido
Derradeiros apelos de afetoMuitos vão em busca do amor verdadeiro
E só encontram as sobras dos cadáveres vazios
De seres embriagados em seus contumazes delírios.Minha alma continuará selada, fria
Até que um intenso “sol de verão”
Derreta essa geleiraEntre as sobras, quase nada
O calor intenso do desejo se esvaiu
Tudo ruiu e, a solidão, por fim, me abraçou.No meu corpo, espasmos de uma ausência
Me recordo os olhares obscenos de reprovação
Estremeço.Te expurgo ou já é tarde ?
Sou mais que essas sobras !
Sou mais que sua desaprovação !O Amor, na real, nunca fluiu
A química, de fato, nunca aconteceu
Costumeiro fim, daqueles que se deixam envolver pela arbitrariedade de relações possessivas.Carlos de Campos
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Sobras
Son solo sobras, lo que queda
El sentimiento herido
Últimos llamamientos de cariño
Muchos van en busca del amor verdadero
Y solo encuentran los restos de cadáveres vacíos
De seres borrachos en su delirio constante.
Mi alma permanecerá sellada, fría
Hasta que un intenso “sol de verano”
Derrite este glaciar
Entre los remanentes, casi nada
El intenso calor del deseo se ha desvanecido
Todo se derrumbó y la soledad finalmente me abrazó.
En mi cuerpo, espasmos de una ausencia
, recuerdo las miradas obscenas de desaprobación,
me estremezco.
¿Te purgo o es demasiado tarde?
¡Soy más que estas sobras!
¡Soy más que tu desaprobación!
El amor, en realidad, nunca fluyó. La
química, de hecho, nunca sucedió. Un
final habitual para quienes se dejan envolver en la arbitrariedad de las relaciones posesivas.
Carlos de Campos
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Leftovers
It’s just leftovers, what remains
The wounded feeling
Last appeals of affection
Many go in search of true love
And only find the remains of empty corpses
Of drunken beings in their constant delirium.
My soul will remain sealed, cold
Until an intense “summer sun”
Melts this glacier
Among the remnants, almost nothing
The intense heat of desire has vanished
Everything collapsed and loneliness finally embraced me.
In my body, spasms of an absence
I remember the obscene looks of disapproval
I shudder.
Do I purge you or is it too late?
I’m more than these leftovers!
I’m more than your disapproval!
Love, in reality, never flowed
Chemistry, in fact, never happened A
customary end for those who let themselves be involved in the arbitrariness of possessive relationships.
Carlos de Campos
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Gli avanzi
Sono solo gli avanzi, ciò che resta
Il sentimento ferito
Ultimi appelli d’affetto
Molti vanno in cerca del vero amore
E trovano solo i resti dei cadaveri vuoti
Di esseri ubriachi nel loro costante delirio.
La mia anima rimarrà sigillata, freddaa
Finoquando un intenso “sole estivo”
Scioglierà questo ghiacciaio
Tra i resti, quasi nulla
L’intenso calore del desiderio è svanito
Tutto è crollato e la solitudine finalmente mi ha abbracciato.
Nel mio corpo, spasmi di un’assenza
ricordo gli sguardi osceni di disapprovazione
mi vengono i brividi.
Ti purgo o è troppo tardi?
Sono più di questi avanzi!
Sono più della tua disapprovazione!
L’amore, in realtà, non è mai fluito La
chimica, infatti, non è mai avvenuta Una
fine consueta per chi si lascia coinvolgere nell’arbitrarietà dei rapporti possessivi.
Carlos de Campos
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剩菜剩飯剩菜剩飯剩下
的東西
受傷的感覺
最後的情意
許多人去尋找真愛卻
只能找到的空屍遺骸
醉酒的人在不斷的譫妄中。
我的靈魂將保持封閉,寒冷
直到強烈的“夏日陽光”
融化了這片冰川
在殘存中,幾乎什麼都沒有
慾望的熾熱已經消失
一切都崩潰了,孤獨終於擁抱了我。
在我的身體裡,
我想起那些不贊成的淫穢表情,
我不寒而栗。
我清洗你還是太晚了?
我比這些剩菜還多!
我比你的不贊成!
愛,在現實中,從未流過
化學,事實上,從未發生
過 那些讓自己捲入佔有關係的任意性中的人的習慣性結局。
卡洛斯·德·坎波斯

Foto por Alex Green em Pexels.com -
Eternidade
Eternidade
A morte
A sorte
O norte
Todos os ventos
Me trouxeram ao mesmo destino
Passado, presente, futuro
Em todos os “agoras”
Não me vejo mais distinto
Nem mais me vejo ou sinto
Sou o nada
E Sou tudo.
Maia Nunes

Maia Nunes