Em um sombrio momento
Destila-se o veneno da incompreensão
Joga-se tudo na mesma balança
Os demônios grunhem de felicidade no inferno.

Oh, gente mentirosa
Demônios da desinformação
Calem-se em nome da verdade
Que os deixa nus em praça pública.
Ouvi a vossa consciência, povo meu
Não enterreis suas almas nos escombros da desinformação
A verdade nua e crua está brilhando diante dos vossos olhos
Afastai-vos dos demônios da mentira.
Quem mais do que você conhece a verdade?
Peço que todos olhem para seus próprios corações
Perguntem ao seu coração quem fala a verdade?
Voltem para dentro de si, peço a todos que meditem.
O tempo urge em desespero
Há pressão estrangeira tentando nos desorientar
Permaneçam firmes com a verdade expressa na Constituição
Não temais o patriarcado da mentira.
No Brasil, a última palavra é do povo que vai às urnas
Olhem para o passado e vejam quem tirou de nós o nosso progresso
E, no presente, quem de fato trabalha para que tenhamos um futuro próspero?
Olhem para o teu coração, é só o que te peço.
Carlos de Campos
