Neste poema, o mar é metáfora do equilíbrio e da aceitação. Não há tormenta, nem euforia — apenas o fluxo natural da vida. “Ser o Mar” é um convite ao desapego, à leveza e ao entendimento de que viver é navegar com confiança no que não se controla.
Poema contemplativo sobre o mar como metáfora da vida, do equilíbrio e da entrega. Um texto profundo sobre navegar com leveza, sem resistência.
Sua presença ainda é sentida, É dor que só aumenta, Aumentando ainda mais a minha solidão. Um dia, preciso saber o porquê.
Me jogo de cabeça no trabalho, Nas noites mal dormidas. Recorro a tudo o que me faça esquecer de você, E absolutamente nada é capaz de soterrar a falta que você me faz.
Hoje, É só mais um dia, Misturado a mais um dia ruim no trabalho, Mais um dia da mais pura saudade.
Oh, minha alma! Desejoso estou de viver a felicidade. Quem idealiza uma vida em meio à dor? O que nós fizemos de errado?
Meu amor é constantemente atacado pelo ódio, Ódio que prevalece em mim por esperar a sua volta. Deixado para trás é como me sinto. Sou mais uma vítima da saudade, marcada pela morte.