Deixo o tempo passando
Deixo o tempo passando
Passado em que tudo se desfaz.
Inspirando…
Expirando…
A verdade ou a mentira?
Relaxamento ou ação?
Onde você se esconde?
Tudo vai ao encontro,
ao encontro do equilíbrio,
com calma e verdade,
de um dia feliz.
Com calma em saber onde reside a verdade,
na verdade em que habita a certeza,
a plena e única certeza
que faz em você sua eterna morada.
Que insiste…
persiste…
e continua até vencer.
Carlos de Campos
Tag: Espiritualidade
-
Deixo o tempo passando
-
Venha estar conosco em um momento de solidariedade e paz em nossas alma
Venha estar conosco em um momento de solidariedade e paz em nossas alma
No final de uma vida — que pode chegar a qualquer momento — é fundamental estar bem consigo mesmo e passar por esta existência da melhor forma possível, carregando em nossos corações o mais nobre sentimento de gratidão.
A vida é o bem mais precioso que temos; é a nossa oportunidade de construir um legado. Mas, infelizmente, muitas vezes fazemos escolhas erradas, tomamos atalhos pelos quais rapidamente somos rechaçados — escolhas que só nos causam dor, tristeza e sofrimento, muitas vezes desnecessários.
A vida não admite atalhos; a vida quer de nós transparência.O fim do ciclo de uma vida é inevitável. É quando mais perdemos — e continuaremos perdendo — os nossos amores, as nossas alegrias e o nosso chão. É o momento mais delicado pelo qual uma pessoa pode passar: perder alguém que fez parte de sua vida. E, antes de tudo, é o momento em que somos confrontados, olho no olho, pela própria morte.
Perder nos deixa um vazio imenso, sem ânimo para continuar. A perda é, acima de tudo, uma das experiências mais traumatizantes das emoções humanas — ela é violenta. O que nos resta é seguir e contar com o tempo, para que ele possa nos curar. É também por isso que nos reunimos todos os dias, das 11h às 13h e das 20h às 22h, no canal @memoriaepoesia no YouTube — para que, juntos, possamos ir confortando as feridas das perdas e tantas outras feridas da alma por meio do envio da energia Reiki , e assim prosseguir.
No dia 2 de novembro de 2025, Dia de Finados, estaremos, de modo extraordinário, nos seguintes horários: das 8h30 às 10h, 11h às 13h, 15h às 17h e, por último, das 20h às 22h, para levar conforto a todos nós que perdemos alguém, por meio do envio da energia Reiki.
Ao enviar Reiki nesse dia, queremos também honrar e prestar nossas homenagens à memória de todos os nossos entes queridos que já nos antecederam. Queremos, a partir da energia do Reiki, promover esse forte abraço coletivo — um abraço que transmite a mensagem de que você não está sozinho ou sozinha com sua dor, com sua perda.
Estamos aqui.
Que as nossas lágrimas se tornem um lugar seguro de sentido à vida e um terreno próspero para a nossa evolução cotidiana.Carlos de Campos

Foto por Svitlana Ivanova em Pexels.com -
Visionário em um mundo de ilusão
Visionário em um mundo de ilusão
Vida que destila
influências psíquicas,
magnetismo,
unificação dos pensamentos.
Olhares além do tempo,
onde nossas influências são destiladas,
a capacidade de sentir o que os outros sentem,
ir além da ilusão.
Ir além do que o corpo sente,
dos desejos que eclodem,
tirando nossa atenção do que é essencial.
Os patamares da evolução,
da força interior necessária:
pare agora e busque o comprometimento.
Carlos de Campos
Foto por Mariana Montrazi em Pexels.com -
Na medida em que você se abre, Deus se revela
Na medida em que você se abre, Deus se revela
Em tua mente, eu quero estar, para contigo sempre dialogar. Sinto sua falta. Sou o Deus de quem só emana o amor — nada além do amor. Em meu coração divino pulsa um sonho:
sonho poder estar com cada um de vocês. Vocês não são apenas minhas criaturas, vocês são meus filhos e filhas. Todos vocês carregam o meu DNA, a minha essência. Vocês são deuses, como eu sou Deus em vocês.Desejo me comunicar com todos vocês, e o caminho para essa comunicação é muito simples.
Cultive, em sua mente, um pequeno espaço durante o seu dia. Me chame — eu estarei pronto para responder ao teu chamado, porque contigo quero me encontrar.
Pode acontecer que, no início, você não me sinta ou não perceba, mas saiba que eu estarei contigo, estarei conversando e te auxiliando no que precisar. Quero que a nossa união reflita a essência de nossa unidade divina, porque eu e você somos um.Deixe-me fazer morada em tua vida. Não tenha medo: eu sou o Deus do amor.
Não sou um deus punitivo, vingativo, policial, advogado, juiz, carcereiro ou o próprio demônio. A minha única essência é o amor. O amor é tudo o que sempre fui, sou e sempre serei. Deixe-me entrar em sua vida, para que eu possa sussurrar em seus ouvidos sobre as belezas que podemos experimentar pelo caminho.
Estou aqui. A única coisa que lhe peço é: dê-me uma chance de, contigo, verdadeiramente estar.Carlos de Campos

Foto por Mateusz Sau0142aciak em Pexels.com -
Sorte é florescer no jardim da própria morte
Sorte é florescer no jardim da própria morte
O sol
pôs-se diante dos meus olhos,
dos mesmos olhos que viram a saudade
sem saber das cores
de uma vida sem flores,
que floresceu na morte —
morte que desabrocha a nossa sorte,
sorte de não se ter o amanhã.
É importante o dia da morte,
que floresceu em um dia de sorte.
Em dia de sorte,
provamos da própria morte,
da sorte que gera a ilusão
de sermos eternos —
eternos até florescer a nossa própria sorte.
Caímos na própria teimosia:
eternos até o grande dia,
dias de paz,
de um silêncio sepulcral.
Flores que florescem a todo tempo,
flores da morte,
da sorte,
da insensibilidade com a vida —
vida temida.
A morte deu sorte:
sorte de florescer na própria morte.
Carlos de Campos
Foto por u6d6a u90ed em Pexels.com -
Na leveza do teu abraço me encontro
Na leveza do teu abraço me encontro
Em razão da vida, o fim é temido.
É angustiante para todos nós.
Ninguém, por mais maduro que esteja,
Está livre desse elefante branco no meio da sala.
Morrer é antinatural.
A existência, com toda a sua força, resiste.
Desde quando se passa a existir,
A luta para se manter vivo é intensa, mesmo tendo saúde.
Não é confortável para ninguém a dança permanente com a morte.
Geralmente, evitamos trazer à razão,
Mas sempre somos arrastados para o baile,
Na dança dos inconformados.
Morrer é demasiadamente extraordinário.
É a passagem para sabe-se lá onde.
É a dormição eterna da racionalidade.
É a dramatização do nosso último julgamento.
Leve me sinto, já que não há para onde correr.
Inteiramente tenho vivido, já que um dia eu hei de morrer.
Entre as multidões de corpos vivos,
Entre esses corpos é que tenho compreendido.
Morrer é a atitude mais bela de nossa missão.
É o maior e único evento de nossa existência.
É o fim do início de uma nova jornada.
É a manifestação mais pura de nossas crenças.
No final, cada um sabe no que acreditar:
Deidades, vida após a morte,
Fluidos corporais que prendem uma alma livre,
Vida plenamente para ser vivida.
Morrer é a mais intensa das emoções.
É o prelúdio do que não conhecemos.
É o que há de pior que vem à nossa mente.
É entender que poderíamos ter vivido e amado mais.
Finalmente, o grande dia chegou,
E com ele, a experiência individual.
Desejo, sonho — nada mais é tão importante
Quanto o momento de vivenciar a própria morte.
Íntimo de minha alma,
Nos momentos de mais sofrimento, é a minha paz.
É a poderosa impressão que busquei a vida toda.
É o momentum além do amor que conhecemos.
Sinta, em seu rosto, o toque suave:
Desejo amoroso que desperta pela humanidade.
Sentimentos naturais de nobreza são potencializados,
Dando origem à sua melhor versão em plena passagem.
O íntimo vai florescendo enquanto se faz a passagem.
Todo o medo e a angústia dão lugar à pacificação plena da alma.
O condutor de toda essa passagem é o amor,
O amor semeado pelas pessoas durante sua vida.
Carlos de Campos
Foto por Lisa from Pexels em Pexels.com -
Sua busca
Sua busca
Calma bem-vinda
Que vem do fundo do ser
De uma alma cansada,
Atolada de trabalho,
Que impede a vida de ter sentido,
Experimentando os aborrecimentos contínuos.
Empoderando os desafios,
Suprimindo uma vida de afetos,
Afetos de um companheirismo.
Finge que está tudo bem,
Quando, na verdade, está no fundo de uma fossa,
Uma fossa profunda, escura e úmida.
Lá no fundo da fossa,
A alma encontra forças para resistir,
Mesmo sem saber como vai sair.
A alma, devotamente, começa a entoar o canto da resistência,
O canto sobre a esperança,
Que canta o amor que nos faz seres humanos.
De dentro do fosso,
Em meio ao canto que está sendo entoado,
Sem mais qualquer esperança,
Entre o medo e a perseverança,
Entre o abuso e o amor,
A alma, em meio à intensa dor,
Rasga as vestes corporais.
Mesmo ainda fraca, a alma rasteja,
Rasteja para fora daquela fossa.
Sai em busca de um sentido para sua vida,
No ápice do seu esquecimento,
Enquanto pessoa humana,
Que, mesmo sendo anulada de todas as formas,
Busca ser resistência,
Busca ser a expressão real e verdadeira do amor.
E nunca pensa em desistir.
No interior do seu ser,
Existe uma fonte natural
Da mais pura água,
Água límpida e refrescante,
Capaz de matar a sede por justiça,
Dando ao corpo, alma e espírito
Uma vitalidade sobrenatural,
Um olhar místico,
Que vê a realidade além da materialidade,
O bem em tudo à sua volta,
Em uma vida repleta de amor
E que só vê sentido se for para amar.
O movimento mais importante em uma vida
É o movimento sincronizado de uma alma.
É onde a alma encontra o seu próprio caminho,
Um destino de escolhas fáceis,
De vitórias bem celebradas
E de derrotas aceitas e muito bem digeridas.
Movimento que move a alma sempre para a verdade,
Íntegra caminha com a sabedoria,
E de mãos dadas segue com a esperança.
Carlos de Campos
Foto por Kseniya Budko em Pexels.com -
Imerso na rotina me vejo
Imerso na rotina me vejo
Lê!
Os textos divinos,
Pergaminhos perdidos,
É sobre sua salvação.
Imerso na calmaria,
Suavidade nos pensamentos,
Desajustado pela existência,
Na própria mágoa.
Finalmente cheio de si se vai,
Para bem longe se esconde,
Está onde deveria estar,
Bem longe de si mesmo.
Enfim, o sol se põe,
E com ele, a fé em Deus.
Dor é o que sinto
Da tua ausência; é como vivo.
Leia o livro sagrado de tua vida,
Com muita atenção, leia.
Ler é o melhor caminho para a solução.
Ouve, é a voz da consciência,
Dádiva da vida.
Leia, é calmo, é leve e transformador.
Carlos de Campos
Foto por Steve Johnson em Pexels.com

