Sua presença ainda é sentida, É dor que só aumenta, Aumentando ainda mais a minha solidão. Um dia, preciso saber o porquê.
Me jogo de cabeça no trabalho, Nas noites mal dormidas. Recorro a tudo o que me faça esquecer de você, E absolutamente nada é capaz de soterrar a falta que você me faz.
Hoje, É só mais um dia, Misturado a mais um dia ruim no trabalho, Mais um dia da mais pura saudade.
Oh, minha alma! Desejoso estou de viver a felicidade. Quem idealiza uma vida em meio à dor? O que nós fizemos de errado?
Meu amor é constantemente atacado pelo ódio, Ódio que prevalece em mim por esperar a sua volta. Deixado para trás é como me sinto. Sou mais uma vítima da saudade, marcada pela morte.
Hoje, minha vida recebeu um presente: Um dom que estava escondido, e eu o encontrei. Convenci o algoritmo de que tenho muito a dizer. O algoritmo, com sua "personalidade" fria, me acolheu.
Tudo parecia que seria mais fácil depois de ser abraçado. Nos meus sonhos mais otimistas, eu sempre dizia: Se eu superasse o algoritmo de maneira orgânica, tudo fluiria. E chegaria com mais facilidade aos corações humanos.
Na teoria e na prática, convencer o algoritmo sempre foi o passo mais difícil. É um universo pré-determinado, sabe-se lá para quê e para quem. É uma "relação" com uma máquina fria, E transpor esse obstáculo era o ponto primordial.
Algoritmo superado de maneira orgânica, Daqui para frente tudo seria mais fácil. Foi o que pensei a princípio. O ser humano, querendo ou não, age mais pela emoção.
O que escrevo não ressoou entre pessoas, E me pergunto: por que isso aconteceu? Sou uma máquina para entender as máquinas? Ou sou só mais um anônimo querendo atenção?
Sou o mago do melhor posicionamento orgânico, Mas sou invisível aos corações humanos. Não é para se frustrar, Quando são as dúvidas que pairam sobre o meu falar.