Noites sombrias
Viva a ditadura militar brasileira.
Viva a resistência popular do Brasil.
É sangue de inocente que alavanca a nossa democracia.
Carlos de Campos

Noites sombrias
Viva a ditadura militar brasileira.
Viva a resistência popular do Brasil.
É sangue de inocente que alavanca a nossa democracia.
Carlos de Campos

#semanistia #sempecdablindagem #semanistialight #semarregopragolpista #golpistasnacadeia PAVIO – SEM ANISTIA (CLIPE OFICIAL) | Hardcore Brasileiro | Rock de Protesto
Sua busca
Calma bem-vinda
Que vem do fundo do ser
De uma alma cansada,
Atolada de trabalho,
Que impede a vida de ter sentido,
Experimentando os aborrecimentos contínuos.
Empoderando os desafios,
Suprimindo uma vida de afetos,
Afetos de um companheirismo.
Finge que está tudo bem,
Quando, na verdade, está no fundo de uma fossa,
Uma fossa profunda, escura e úmida.
Lá no fundo da fossa,
A alma encontra forças para resistir,
Mesmo sem saber como vai sair.
A alma, devotamente, começa a entoar o canto da resistência,
O canto sobre a esperança,
Que canta o amor que nos faz seres humanos.
De dentro do fosso,
Em meio ao canto que está sendo entoado,
Sem mais qualquer esperança,
Entre o medo e a perseverança,
Entre o abuso e o amor,
A alma, em meio à intensa dor,
Rasga as vestes corporais.
Mesmo ainda fraca, a alma rasteja,
Rasteja para fora daquela fossa.
Sai em busca de um sentido para sua vida,
No ápice do seu esquecimento,
Enquanto pessoa humana,
Que, mesmo sendo anulada de todas as formas,
Busca ser resistência,
Busca ser a expressão real e verdadeira do amor.
E nunca pensa em desistir.
No interior do seu ser,
Existe uma fonte natural
Da mais pura água,
Água límpida e refrescante,
Capaz de matar a sede por justiça,
Dando ao corpo, alma e espírito
Uma vitalidade sobrenatural,
Um olhar místico,
Que vê a realidade além da materialidade,
O bem em tudo à sua volta,
Em uma vida repleta de amor
E que só vê sentido se for para amar.
O movimento mais importante em uma vida
É o movimento sincronizado de uma alma.
É onde a alma encontra o seu próprio caminho,
Um destino de escolhas fáceis,
De vitórias bem celebradas
E de derrotas aceitas e muito bem digeridas.
Movimento que move a alma sempre para a verdade,
Íntegra caminha com a sabedoria,
E de mãos dadas segue com a esperança.
Carlos de Campos

Ódio visceral Nuvens sobrecarregadas Transformando o dia numa noite fria Cordialidade violentada. Identificado com o mau Gaba-se de atos violentos A todo tempo desdenha da justiça. O fracasso em sua vida é o seu alimento É o que dá sentido às suas perseguições Buscando intimidar apenas os mais vulneráveis. “Poder”, é o que acreditam ter Deixam suas fraquezas expostas São consumidos por seu ódio doentio. Carlos de Campos Fico feliz com sua presença! Se tiver alguma opinião ou sugestão, deixe um comentário abaixo. Caso queira compartilhar com seus amigos, fique à vontade! A disseminação da poesia é sempre bem-vinda.

Enganado por sua mentira Manipulação Atitude de destruição Caroço entalado na garganta Fica um desejo de vingança. Mentiras Desinformação a qualquer custo Teorias doentias como alucinógenos Tudo pelo poder. Leis que garantem a Democracia Amada pelos honestos Vilipendiada pelos desonestos. Tudo vem a superfície E sob a luz Prevalece a verdade. Carlos de Campos

Refúgio
Negar em ser
É o mesmo que suicídio
É voltar-se contra a própria história
É dizer não à existência.
O desejo de não existir
É não querer mais resolver problemas
Aparentemente sem solução
Uma vida acumulada de problemas atrás de problemas.
Silêncio !
Estou no quarto e no escuro
Impotente diante de tua grandeza
Como um novilho no matadouro.
Peço o último copo gelado de cerveja
Pela última noite de prazeres
Nem mais um dia
E nem mais uma noite.
Amanheceu
Os minutos vão se esgotando
Eternos são os segundos
Tédio, angústia e sofrimento me envolvem.
Não há tempo para mais nada
Só o frio e a sensação de não estar mais vivo
Ausência de vida que se resume ao peso morto de um cadáver rígido.
Oh morte !… E suas duras penas, que só nos angustiam
Como cegos, caminhamos pela existência finita
E nunca prontos para o derradeiro dia de estar em seu regaço.
Carlos de Campos
LANÇAMENTO
Como humanidade, neste momento, passamos pela História; somos parte dela e enfrentamos mais este desafio que nos coloca diante de nossos maiores medos. Como já disse um poeta: “o medo cega os nossos sonhos”. E sonhos são carregados de sentimentos, desejos de realizações. Nesses tempos, sonhemos! O medo é natural, ele protege a vida, mas o sonho a impulsiona. O Amor, a beleza, a arte, a música, a poesia, é tudo o que move o sonho humano. Convidamos todos a manterem o foco em seus sonhos e esquecerem seus medos. Mergulhar numa boa leitura em vez de ligar a TV nos noticiários. Ouvir uma boa música, contemplar uma linda paisagem, uma arte. Respirar fundo e alcançar a certeza de que tudo isso passará, para que os nossos sonhos se realizem. Cuidem-se, também, interiormente. Resistiremos com poesia no coração.
Sobre o autor
Carlos de Campos nasceu em Biritiba Mirim, São Paulo, em 1980. Apaixonado por Poetrix. Em 2017, começou a escrever seus versos nas redes sociais, expressando-se de maneira profunda, em reflexões e observações sobre a condição humana, entre outras; analisando sua organização, atuação e intempéries emocionais, de forma leve, porém, concisa e incisiva. Não se deixando condicionar por padrões, investigando, atentamente, os recônditos mais conflitantes da existência e expressando-os, poeticamente, através do seu minucioso olhar.
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