A mão desocupada para que serve? Para sair da operação sigilosa? Para resgatar a própria integridade? A mão que nunca fala para que serve?
Detritos amontoados em lago Saudoso era o tempo sem a tecnologia Em que a mão operava sem questionamentos A mão que é proibido invocar.
O vento do sul nos traz a esperança orquestrada pela mão forte e invisível Que no estalar dos seus dedos nos coloca de joelhos E nos julga por seu tato decadente.
Olhe para essa mão pesada Que extermina essas pobres formiguinhas Que não poupa nem as plantinhas Por puro ódio de sua própria existência.