Fingem pensar em paz Põem arma na mão Desejam guerra E querem os semelhantes mortos.
Onde queremos estar? Quando nossos atos nos levam às intrigas? Perdemos a consciência? Sabia que você é a principal vítima?
Às vezes as mudanças se fazem necessárias Sabendo que é difícil abrir mão de nossa verdade É preciso deixar o egoísmo de lado Para que a árvore da paz dê frutos.
Uma sociedade sem violência Depende do empenho individual de cada um Sem adesão pessoal continuamos na mesma.
Morremos todos os dias Cada minuto é um minuto perdido É um minuto que não volta mais Um minuto que se foi.
É o tempo quem nos mantém presos ao chão Perdidos em nossas convicções Surpresos de nossas contradições É o tempo quem nos faz perceber nossas limitações.
Tudo vai se esvaindo pelas nossas mãos Ilusões são passageiras em nosso trem Compreensões incompreendidas se vão Busco só saber o que restou dessa quimera.
Lampejos são as memórias De uma mente sem pátria Sendo o tempo a nossa âncora.