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Brindando o amor
Brindando o Amor Nossos corpos incendeiam Ao pensarmos um no outro Inflamados de amor Queimando em desejos. O dia inteiro, só penso em você Minha alma vive porque te quer Meu corpo está ansioso em tê-la Pulsando em ondas de puro prazer. Meu desejo por ti é intenso Junto ao teu corpo me realizo Minha boca sedenta explora toda teu corpo Provando o doce néctar que brota da fonte desse amor. Vou saboreando, enquanto você geme… No massagear da minha língua, você treme… Às minhas carícias desmedidas, você se rende… Transbordando em êxtase Minha língua incita o amor Declarando a satisfação em tê-la comigo Recebo todo o teu carinho E brindo no delicioso gozo que jorra do nosso amor. Carlos de Campos

Foto por Anna Shvets em Pexels.com -
Mais que uma palavra
Mais que uma palavra Mais de um segundo Tudo faz sentido Mais que uma palavra Nos leva a um equilíbrio. Equilíbrio que nos dá força para passar Desfazendo tudo com o tempo À tarde, nos encontraremos Quando no decair da noite estaremos. Sob a luz do sol, refletida na lua Jogaremos pétalas no lago da vida Ondas de amor se propagando pelo tempo Onde só existir o rancor. Acordo e percebo que o caos desapareceu Fugiu durante a madrugada Quando as pétalas de amor eram arremessadas No lago em que as ondas de amor se reverberavam. Perdido no espaço Me encontro em teu olhar Nos lábios que pronunciam estas palavras Palavras valiosas que, agem em um segundo pelo tempo. Carlos de Campos

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Mãe natureza
Mãe natureza Caminhando pelos campos Vou desfrutando do agradável frescor Sem pressa, vivo o momento Em que o silêncio se faz presente. Andando por entre as árvores Tocando a essencialidade Removendo toda a toxina corporal Experimento, naturalmente, a saúde que me é oferecida. Mais adiante, avisto uma pequena nascente E no silencioso borbulhar de sua fonte Vai se formando um caudaloso rio de águas límpidas Oferecimento de uma natureza que, constantemente, se doa. O corpo relaxa Contato com a natureza Harmonia completa Com Kami Yamaki Urihipë, Nossa Terra-Floresta. O homem, com sua ganância, espalha destruição Mortes provocadas sem qualquer pudor Arrogância de quem acredita que pode sobreviver Sem a vitalidade doada pela mãe natureza. Carlos de Campos Você também pode gostar * Livro Enquanto a solidão me abraça * Dalla a terra produtos 100% naturais e veganos * Zona Zen vestuário e arte personalizada

Foto por Josh Hild em Pexels.com -
O cair da tarde
O cair da tarde O cair da tarde se estende Vai se estendendo diante dos meus olhos Estou absorvido numa completa incompreensão. Meus próprios olhos não me capturam Cegos pelas toxinas das minhas verdades Verdades, por mim mesmo, tão incompreendidas. O cair da noite deixou suas marcas Marcas de gente abusada Marco com as minhas marcas. Marco gente Marco para demostrar poder Marco com minhas próprias marcas. Incompreendido pela multidão As mudanças estão acontecendo Mesmo incompreendido sigo deixando as marcas na escuridão. Do cair da tarde ao anoitecer Vou deixando marcas Marcas por mim incompreendidas. Você também pode gostar * Livro Enquanto a solidão me abraça * Dalla a terra produtos 100% naturais e veganos * Zona Zen vestuário e arte personalizada Marcas deixadas pela vida Marcas deixadas pelo caminho Marcas de uma longa história. Marcas que foram marcadas em mim Que, agora, as marco em você Permita-me transferi-las? Marcas que deixaram dor Aguda Intensa Obscena. A noite estava fria quando as marcas foram impostas Sem ter para onde correr Sem ter como fugir Sem ter a quem pedir ajuda Apenas aceitei. Marcas que até hoje causam dor Dor do ódio Da saudade O cair da tarde se estende Com suas próprias dores suas próprias marcas. Carlos de Campos

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Parasitando
Parasitando Seguem usufruindo da energia alheia Deixando para trás, caos Terreno fértil aos parasitas Que vivem a beber sangue e suor. Em cada canto do mundo Existem estes tais parasitas Sugando, impiedosamente, o que vêem pela frente Restando somente a podridão. Deitando suas larvas Reproduzindo suas mentiras sem qualquer pudor Materializando toda sorte de maldade Carnificina da ignorância. Nos permitimos ser cooptados Já não somos donos de nossas próprias almas Vivemos num mundo parasitado Rastro imenso de morte, é sua marca registrada. De fugaz existência Pascácio que somos Reduzimos ainda mais o que já é pouco Somos o resultado de escolhas erradas. Carlos de Campos

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