Não faz sentido Que problemas passageiros Acabe com sua vida Que o medo Seja o único guia O sol ainda brilha O sol continua aquecendo os corações.
O dia pode ser ainda melhor Repleto de beleza Na capacidade de olhar Na disposição de quem de fato quer ver.
Lá fora existe contradições Discursos inflamados Muita guerra e desamor.
Aqui dentro É só eu e você Bebendo no mesmo cálice O delicioso vinho da felicidade.
Um brinde a você O melhor acontecimento Por sua existência cativante Pelos abraços que ainda serão dados Aos bons sentimentos que você desperta.
A vida continuará a ser difícil Por isso continue caminhando comigo Certamente aqui encontrará Conforto e segurança Amor e esperança Silêncio e compreensão Venha! Vamos caminhar juntos.
São só sobras, o que fica O sentimento ferido Derradeiros apelos de afeto
Muitos vão em busca do amor verdadeiro E só encontram as sobras dos cadáveres vazios De seres embriagados em seus contumazes delírios.
Minha alma continuará selada, fria Até que um intenso “sol de verão” Derreta essa geleira
Entre as sobras, quase nada O calor intenso do desejo se esvaiu Tudo ruiu e, a solidão, por fim, me abraçou.
No meu corpo, espasmos de uma ausência Me recordo os olhares obscenos de reprovação Estremeço.
Te expurgo ou já é tarde ? Sou mais que essas sobras ! Sou mais que sua desaprovação !
O Amor, na real, nunca fluiu A química, de fato, nunca aconteceu Costumeiro fim, daqueles que se deixam envolver pela arbitrariedade de relações possessivas.
Carlos de Campos
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Sobras
Son solo sobras, lo que queda
El sentimiento herido
Últimos llamamientos de cariño
Muchos van en busca del amor verdadero
Y solo encuentran los restos de cadáveres vacíos
De seres borrachos en su delirio constante.
Mi alma permanecerá sellada, fría
Hasta que un intenso “sol de verano”
Derrite este glaciar
Entre los remanentes, casi nada
El intenso calor del deseo se ha desvanecido
Todo se derrumbó y la soledad finalmente me abrazó.
En mi cuerpo, espasmos de una ausencia
, recuerdo las miradas obscenas de desaprobación,
me estremezco.
¿Te purgo o es demasiado tarde?
¡Soy más que estas sobras!
¡Soy más que tu desaprobación!
El amor, en realidad, nunca fluyó. La
química, de hecho, nunca sucedió. Un
final habitual para quienes se dejan envolver en la arbitrariedad de las relaciones posesivas.
Carlos de Campos
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Leftovers
It’s just leftovers, what remains
The wounded feeling
Last appeals of affection
Many go in search of true love
And only find the remains of empty corpses
Of drunken beings in their constant delirium.
My soul will remain sealed, cold
Until an intense “summer sun”
Melts this glacier
Among the remnants, almost nothing
The intense heat of desire has vanished
Everything collapsed and loneliness finally embraced me.
In my body, spasms of an absence
I remember the obscene looks of disapproval
I shudder.
Do I purge you or is it too late?
I’m more than these leftovers!
I’m more than your disapproval!
Love, in reality, never flowed
Chemistry, in fact, never happened A
customary end for those who let themselves be involved in the arbitrariness of possessive relationships.
Carlos de Campos
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Gli avanzi
Sono solo gli avanzi, ciò che resta
Il sentimento ferito
Ultimi appelli d’affetto
Molti vanno in cerca del vero amore
E trovano solo i resti dei cadaveri vuoti
Di esseri ubriachi nel loro costante delirio.
La mia anima rimarrà sigillata, freddaa
Finoquando un intenso “sole estivo”
Scioglierà questo ghiacciaio
Tra i resti, quasi nulla
L’intenso calore del desiderio è svanito
Tutto è crollato e la solitudine finalmente mi ha abbracciato.
Nel mio corpo, spasmi di un’assenza
ricordo gli sguardi osceni di disapprovazione
mi vengono i brividi.
Ti purgo o è troppo tardi?
Sono più di questi avanzi!
Sono più della tua disapprovazione!
L’amore, in realtà, non è mai fluito La
chimica, infatti, non è mai avvenuta Una
fine consueta per chi si lascia coinvolgere nell’arbitrarietà dei rapporti possessivi.