Tag: poema sobre angústia

  • Do interior de nossa alma nasce a esperança

    Do interior de nossa alma nasce a esperança

    O que existe, agora, dentro de você é angústia
    E a não organização mental
    O que existe dentro de você é vazio
    É vazio preenchendo vazio.

    O que existe dentro de você é deserto
    Terra arrasada
    Fome
    Um frio existencial.

    O que você busca?
    Eu posso te oferecer.
    Quer ser uma nova pessoa?
    Quer sentir o seu peito repleto de felicidade?

    Mas você precisa guardar esse segredo
    Tudo o que vou te revelar
    Nem todo mundo é capaz de administrar
    Você está preparado para essa revelação?

    https://caravanagrupoeditorial.com.br/produto/enquanto-a-solidao-me-abraca/

    Tudo o que contém este poema
    Tem como último objetivo
    Te fazer sorrir
    Te encher de sentido existencial.

    Leia quantas vezes for preciso
    E deixe as palavras fazerem sentido
    E nada mais te incomodará
    Enquanto existirmos, ainda há esperança.

    Carlos de Campos

  • Lambuzado de vida pós-existência



    Lambuzado de vida pós-existência

    Elevem os motivos,
    derrubem as fronteiras.
    Digam, quem é o maior?
    És tu, pequeno homenzinho?

    Elevem os motivos,
    derrubem toda a ignorância.
    Conflitos…
    És tu o demônio humano?

    Em meu ser,
    a ilusão se intensifica,
    distorcendo a realidade vivida.
    Tímida…

    Onde devo buscar a vida?
    A vida triste que angustia,
    que se esvai por entre os olhos…
    Vida maldita.

    É meu coração que bate:
    tum… tum… tum…
    meu coração fala atrocidades,
    deseja os desejos mais sombrios.

    É meu o coração que está parando,
    desencorajado de viver,
    massacrado para morrer.
    São minhas as minhas incoerências.

    Carlos de Campos
    Foto por cottonbro studio em Pexels.com
  • Memórias de Gelo: um poema sobre a solidão que derrete o que acreditávamos eterno

    “Memórias de Gelo” é um poema existencial sobre o colapso emocional e a efemeridade daquilo que achávamos sólido. Gelo, lágrimas, silêncio, solidão. Cada verso é um eco do que somos quando tudo derrete."


    Memórias de gelo

    No instante seguinte,
    tudo se torna poeira,
    entulho de silêncio,
    lágrimas da solidão.

    No instante seguinte,
    o ar se torna raro efeito,
    lágrimas se transformam em sangue,
    silêncio atordoante.

    Solidão,
    quando chega,
    chega desestabilizando,
    provocando.

    Desejos e sonhos
    enfraquecidos,
    consumidos pelo desespero,
    lágrima fragilizada.

    No instante, tudo se vai,
    tudo o que era seguro,
    tudo construído com gelo,
    agora escorre por entre os dedos.

    Feito de memórias
    ilusórias,
    desfeito todo o sonho,
    lágrimas de desejos.

    Carlos de Campos
    Foto por Simon Migaj em Pexels.com