Os rumores desse fato Fica por conta dessa alma Que caminha acorrentada em sua própria alma No, entanto, busca por saber quem o acorrentou.
Cada um olhando percebe Percebe o que não quer perceber Que as suas correntes estão presas a você A corrente que te prende é você.
É certo que o certo nunca é certo E que a certeza dessa vida sempre nos acorrenta Na corrente de nossa própria ignorância Que ignora a sua própria corrente.
Arrasta por todos os lados essa corrente As correntes dos desesperados Que esperando já não aguenta mais O tornozelo doendo o dia inteiro.
Ei, olhe para sua mão Observe a chave dessa corrente Pare por um momento Reflita no tempo que é o seu tempo.
O tempo de usar ou não essa chave A chave dessa corrente que está presso a você Reflita no tempo do seu tempo O tempo de utilizar a sua chave.
Um poema profundo sobre a solidão, o amor e o mergulho interior. “Imensa é a loucura dos que se arriscam” revela a coragem de quem enfrenta o próprio medo para encontrar, no fundo de si mesmo, o verdadeiro encontro com o outro e com a alma.
Estou magoada comigo mesma. Caí em mais um golpe do amor: o príncipe encantado era só mais uma fraude — e, peculiarmente, agressivo.
Não... hoje não é um dia que quero me recordar. Me incomoda a facilidade que tenho de atrair homens infantilizados e extremamente desrespeitosos.
Fico assustada ao perceber que o amor talvez não tenha nascido pra mim. Hoje é um dia para me entristecer ou me convencer de que nasci para ser solteira.
Sabe de uma coisa? Vou é ser feliz, mesmo estando solteira. Vou me cuidar, viver minha independência e fazer deste dia... o Dia da Solteira.