Existe um segredo entre o amor e o fim — e poucos conseguem vê-lo. Este poema revela a verdade que muitos ignoram nos relacionamentos: não basta amar, é preciso saber construir. Confiança, diálogo e maturidade emocional são mais raros do que parece. Ouça até o fim e descubra o que realmente sustenta um amor saudável.
Buscamos por relacionamentos estáveis usando critérios enviesados. Quem lança o alicerce de uma casa utilizando somente areia e água?
Com a intimidade é a mesma coisa: quem se lança em um relacionamento às cegas só porque a outra pessoa transmite bons sentimentos? Entre o amor e o fim, há muito mais em jogo do que apenas sentimentos.
Muito mais do que estabilidade ou uma boa química para o sexo — entre o amor e o fim, há muito mais química em jogo. Há muito material químico inflamável que pode equilibrar ou detonar.
Existe algo que vai além da estabilidade, seja qual for, dos desejos e anseios egocêntricos, do ato sexual bem performático — existe um segredo.
Vou revelar a vocês qual é esse segredo. O segredo é simples e, ao mesmo tempo, complexo. É ouro puro nas mãos de quem sabe usá-lo: o segredo é confiança e diálogo entre ambos os apaixonados.
A vida segue girando: E você é culpado, inocente ou só mais um otário?
O rodar significa que não existe segurança em nossa vida.
Seja, na vida, um girassol que tem foco e sabe diferenciar quem é lua e quem é sol. Seja como o girassol, meu amigo e minha amiga.
Quem nunca foi otário? Quem nunca…? Quem nunca acreditou no amor para toda a vida? Quem nunca…?
Nunca deixe de acreditar Que o mundo é um lugar perfeito, Que Deus é brasileiro. Só não seja mais um otário.
Uma dica para a vida: Nunca seja otário, Nem acredite que é um malandro de excelência. Só sinta em quem você deve confiar nesta vida.
A vida é uma imensa mineradora a céu aberto. É preciso garimpar com muito cuidado Quem você quer ao seu lado. Amigo que vale ouro é raro.
Nunca seja um idiota Que só segue o fluxo da vida, Que acha maneiro ter ao lado más companhias Só para ter o prazer de comprovar o seu ponto de vista.
A vida é uma enorme roda-gigante. É lenta no girar, mas sempre chega ao seu destino. A vida é igual para punir ou absolver. O melhor que temos a fazer é não ser mais um otário.
É legítimo sentir ódio; é um dos sentimentos que nos faz seres humanos. Sejam bons ou ruins, eles borbulham naturalmente em nosso ser.
O problema não está em senti-los: o que faço com o que eu sinto? É aí que precisamos refletir: o que fazemos com o que sentimos?
Está sentindo raiva? Quer bater em alguém? Fica cego quando tiram você do sério? Quando se sente em paz?
Treine com os pequenos atritos do cotidiano. Busque melhorar nesses momentos. As escolhas certas vêm desses pequenos acertos do cotidiano. Quando entender, não existirá mais conflitos.
Deixo meus sinceros votos: que você foque nas pequenas transformações do cotidiano, que se empenhe diariamente. O que é trabalhado constantemente passa a fazer parte da nossa índole.