Ser amado exige amor Você é livre para viver o amor Ser como a água de um rio que supera os obstáculos É o que o amor nos ensina. Carlos de Campos
Tag: Poesia Geral
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Ser amado exige amor
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Acomodado
Acomodado
Quando os “poderosos” caírem.
Não saberemos como continuar a sobreviver, nossos corpos e almas são seus escravos.
Carlos de Campos
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De um processo doloroso a uma transformação libertadora
De um processo doloroso a uma transformação libertadora Movimento que intimida Definindo todo o meu interior Desvelando o amargo existente em meu viver De um existir deprimente. No mais profundo de uma dor não resolvida De um passado que teimo em ficar remoendo Que me faz levar a todo o tempo o peso dessa dor Mergulhado em constantes frustrações e aborrecimentos. Minhas verdades se foram Restando-me em um sufocar em minhas próprias angústias Em muitas indas e vindas Mergulhado em constantes frustrações e agonias. Até tento ser equilibrado E percebo que remo sempre contra a maré Sou habitante de uma sociedade perversa Que deseja dia e noite sangue e dor! Luto pela minha sobrevivência E me vejo caindo sem forças Estou desorientado e sem perspectivas algumas Interiormente me encontro prostrado pela dor e pelo sofrimento. Em minhas dores que vivo cultivando Em minha solidão existencial Em meus desejos insaciáveis Por fim em tudo o que não sou. Meu ser se encontra mergulhado na imensidão de dor Meu ser só vivencia angustia, dor Meu ser continuamente se nega a existir Vejo-me largado na lama do descaso. Liberto-me de todos os pensamentos negativos Dos medos fantasiosos que vivo construindo Persisto em lapidar minha alma com os bons pensamentos Deixando que a felicidade adentre meu ser e aí permaneça. Rompo com as frustrações do passado Deixo de alimentar os pensamentos que não agrega Recebo a felicidade de braços abertos E vivo para ser feliz e grato pela benevolência. O processo é muito doloroso Porém, se faz muito necessário Deixo-me ser guiado pela intuição E pelo único desejo de que me alimento, ser feliz. Carlos de Campos
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Os meus sinceros desejos
Os meus sinceros desejos Deixo-me ser levado pela felicidade Dia após dia Felicidade conquistada a custo de suor e sangue E, livre me deito, para tão logo, adormecer. Em nada me defendo Tudo está sob o sol da tua justiça Acabo no exílio Deixado por teu justo julgamento. Insisto diante de suas ofensas Em nada sou abalado Sigo vivendo a minha total liberdade. Caio em pecado capital quando me pego querendo ter você Fabulando em como te possuir Passando a te vigiar por noites inteiras. Carlos de Campos
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Dias de amor e solidão
Dias de amor e solidão Me fale sobre os dias em que estávamos juntos? Eram dias de muito amor e solidão. Fale de como você se sentia? Carlos de Campos
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PRELANZAMIENTO
Como humanidad, en este momento, atravesamos la Historia; somos parte de ella y enfrentamos este desafío que nos pone frente a nuestros mayores miedos. Como dijo un poeta: “el miedo ciega nuestros sueños”. Y los sueños están cargados de sentimientos, deseos de realización. En estos tiempos, ¡soñemos! El miedo es natural, protege la vida, pero el sueño lo impulsa. El amor, la belleza, el arte, la música, la poesía, es todo lo que mueve el sueño humano. Invitamos a todos a enfocarse en sus sueños y olvidarse de sus miedos. Sumérgete en una buena lectura en lugar de encender la televisión en las noticias. Escuchar buena música, contemplar un hermoso paisaje, todo un arte. Respira hondo y alcanza la certeza de que todo esto pasará, para que nuestros sueños se hagan realidad. Cuídate también por dentro. Resistiremos con poesía en el corazón.
Sobre el autor
Carlos de Campos nació en Biritiba Mirim, São Paulo, en 1980. Enamorado de Poetrix. En 2017 comenzó a escribir sus versos en las redes sociales, expresándose de manera profunda, en reflexiones y observaciones sobre la condición humana, entre otros; analizando su organización, desempeño y clima emocional, de forma ligera pero concisa e incisiva. No dejándose condicionar por normas, indagando con detenimiento en los rincones más conflictivos de la existencia y expresándolos poéticamente a través de su mirada minuciosa.
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Matar ou morrer
Matar ou morrer Caos Dia e noite Afogados na mais pura estupidez Ódio sem limites. Caos Tudo está ao contrário Andamos às margens da vida Vidas alimentadas por mentiras. Tortura Violência Projeto de morte Individualidade invadida, vendida. Nossa liberdade corre perigo Se segue a repressão com força total Ninguém consegue mais se entender Macabros são os dias que se avizinham. Combate sangrento A verdade agoniza nas trincheiras Sacrifícios são necessários. O mundo testemunha Golpeiam com frequência a democracia Que se encontra caída, desacordada, toda ensanguentada. Carlos de Campos

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Mar…
Mar... Mar... Ouço seu cantarolar Deixo o som me embalar Daqui não saio nunca mais ! Mar... Unindo céu e terra Espero por ti, próximo ao horizonte Meu Sol de beleza viva ! Mar... Há alegria em suas águas Um bale sincronizado de emoções Em seu interior existe um segredo. Mar... Convite para um mergulho Para uma experiência nova Num momento único. Mar... De infinitas possibilidades Vida diversificada de emoções Com profundas soluções. Em seu ritmo, segue o mar... No vem e vai das acomodações No viver experimentado. Carlos de Campos

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Saneamento básico: de corpo e alma
Saneamento básico: de corpo e alma No andar vagaroso Feito sob medida Medidas, por mim, esquecidas De um tempo que, por Deus, não voltará mais. Meu jeito de ser, que tanto incomoda Incômodo, por mim, experimentado Sigo incomodando os incomodados Deus me livre viver sob suas medidas ! O motivo principal de sermos egoístas É que adoramos impor aos outros as nossas regras como verdades absolutas É quando nos tornamos seres inconvenientes Que só têm como única vontade a dominação total do outro. Regras e medidas executadas sob minha régua Egoísmo que só vai camuflando mais um "ogro" São pessoas incapazes de sair de suas alucinações Construtores de janelas voltadas para paredes frias, úmidas e mofadas. Medidas desprovidas de humanidade Humanos desprovidos de honestidade Escória humana que não deu certo. Esgoto de dejetos no coração da civilização Foi o que encontrei, pois foi somente isto que restou E é o que, cotidianamente, venho experimentando. Carlos de Campos

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