É para deixar a vida seguir o seu percurso, Diuturnamente, O mundo dorme fingindo que está acordado. Tudo muda de sentido.
O medo assombra o nosso futuro — Futuro de incertezas certas, Certas de novidades, Que dão origem ao novo amanhã.
É a vida sendo desgastada pela agonia, Pela imoralidade dos tempos modernos, Que sucumbem em meio às promessas. É uma vida devastada pela nossa agonia.
É a mãe encurralada pelo próprio filho, Filho caindo, alvejado pelo destino, Destino frio, Esvaindo-se — vão-se suas memórias.
Oh, alegria dos momentos que não passam, Oh, pedra preciosa do destino! É a vida futura, distante de nós, É a sensação gélida da sorte.
Explore uma reflexão profunda sobre o mundo interior e a beleza da existência. Este poema convida à contemplação da vida sob uma nova perspectiva, destacando o poder da percepção, o mistério da consciência e a riqueza de possibilidades que habitam cada ser.
É preciso ver com os próprios olhos o interior
É mistério o mundo interior, E fascinante o seu modo de agir. Nada é igual sob o sol que nos ilumina; Deslumbrante é o mistério da vida.
No íntimo de nossa existência, Existe um universo de possibilidades. Existe uma infinidade de olhares: Olhem para as estrelas que lhe habitam.
Nós nos perdemos em meio a tantos estímulos, Estímulos que anestesiam nossas capacidades de olhar e ver. Olhar e ver: eis o nosso maior drama. As estrelas que nos habitam estão aí.
O mistério que nos envolve E nos condiciona A sermos dependentes de estímulos fugazes, Que nos limitam a ser nada.
Sou a estrela em teu ser, O manifesto de amor. Sou a tua beleza interior, O dia e a noite da tua vida.
Vi, pela primeira vez, o nascimento de uma estrela. Admirável é a beleza desse acontecimento. Dentro de mim existe tanta beleza Que todos passam a ver.