Tag: poesia sobre a vida

  • Poesia que desperta a sensibilidade mais aguardada



    Poesia que desperta a sensibilidade mais aguardada

    No desejo que aflora a alma, agora,
    no instante em que tudo é só perfeição,
    no momento em que a oportunidade se faz presente,
    a chama poética é inevitavelmente expandida.

    É como um jardim florido a tua poesia,
    que, pelos quatro cantos do mundo, decora,
    transmitindo, em essência, todo o seu valor cultural,
    desejo que desencadeia o sucesso pleno.

    São com os teus poemas que os desejos são estimulados;
    são os teus poemas a alma da minha alma;
    são os teus poemas as flores mais belas para esta abelha;
    são os teus poemas e poesias que despertam as minhas disposições.

    São como a chuva a trabalhar a terra,
    são como os trabalhadores rurais lavrando a colheita,
    são como sentinelas em constante vigilância,
    são as flores que tornam esse jardim ainda mais precioso.

    Sempre, em um novo poema, revela-se o que há de mais essencial à vida:
    a essencialidade que se manifesta na simplicidade,
    trazendo à tona o que temos de melhor a oferecer,
    a alegria em saber que se provocou o mais belo sorriso.

    Ganhar um instante com a tua poesia,
    um instante inspirado na beleza dos teus poemas,
    poesia que corre em todo o meu corpo, sangue e DNA,
    poesia que constrói as maiores pontes floridas.

    Carlos de Campos

    Foto por olga Volkovitskaia em Pexels.com
  • Sentimentos arrastados pela escuridão



    Sentimentos arrastados pela escuridão

    Em suas tramas me envolvo,
    em desejos me desfaço,
    no calabouço de uma vida maldita
    que dita as regras de minha agonia.

    O desespero bate à porta,
    das incongruências me alimento,
    despido de minha arrogância,
    dos medos que me subtraem toda a esperança.

    Imutável é o meu desejo,
    e por isso sinto calafrios
    que perpetuam a minha angústia,
    feia e terrível.

    É a divindade que sufoca
    no sufoco mortal de uma vida,
    de uma vida ferida,
    no peito que sangra todos os dias.

    Nos escuros da viela nos encontramos,
    copulamos…
    restando corpos nos telhados,
    que destelhados estavam nesse momento.

    Me escondo nas vielas,
    na morte que me persegue,
    nos corpos desossados,
    no desejo que me faz viver.

    Nos dias que maltratam a alma,
    que cegam a minha razão,
    nos dias que não passam,
    na esperança que não existe mais.

    Eficientes são as tuas maneiras de enxergar,
    de ver na sombra da vida uma solução,
    dominando a arte da sedução,
    da ilusão que mais te comove.

    Incinerar o amor de sua vida,
    que há anos já se encontra putrefato,
    e que seguir é preciso,
    mesmo diante de um espelho sem reflexo.

    Mudar sua mentalidade corrompida,
    carniceira de um ego podre,
    podre pelos delírios do passado,
    que passa à margem de sua história.

    Ufanismo de uma epopeia trágica,
    de um existir encarcerado por sua própria mente,
    uma mente que mente para si mesma,
    nada do que faça faz mais nenhum sentido.

    Carlos de Campos
    Foto por Can Ceylan em Pexels.com
  • Que no amanhecer da esperança renasça em você o amor

    Que no amanhecer da esperança renasça em você o amor

    Caminho pelas veredas da indignação, sentimento que me impulsiona a cada novo dia, a cada nova esperança que nos faz renascer. Renascer para um mundo mais justo e solidário.

    Fez-se o sol de uma nova esperança, à espera dos que, com consistência, galgaram por caminhos pedregosos. É o sol que aquece os corações dos justos, que mártires se tornaram na vida que vai sendo doada.

    A liturgia do amor faz reverberar, no coração de Cristo, os desejos que são estimulados nesse novo Éden que chamamos de paraíso terrestre. É no canto do prazer que canto o amor livre entre as pessoas. É na solenidade litúrgica do amor livre que nos libertamos de nós mesmos.

    É no amor livre que encontramos a nossa salvação; em que nos deliciamos nesse imenso banquete, enquanto celebramos com solenidade o amor, rendemos as justas homenagens por esse amor que nos orientou na construção de nossa liberdade, em que só refletimos a mais pura felicidade.

    Interiormente, estamos em busca do amor verdadeiro, do amor que rompe as barreiras, do amor que está lá, mas não conseguimos acessá-lo. Amor, onde andas? Escondes-te de mim por qual motivo?

    No silêncio que ecoa, ouço gemidos; gargalhadas, no fundo de minha alma, ecoam no sentido desprovido de qualquer razão, que se revela oculto para os olhares vis e exuberante para as almas repletas de amor à própria vida.

    Carlos de Campos


    Foto por Kilian M em Pexels.com
  • Da vida para o amor


    Da vida para o amor

    Onde o amor está, também está a vida.
    Vida ferida, mas que insiste em resistir ao ódio e a toda hipocrisia.
    É a vida que brota das pedras, do asfalto da traição.
    É a vida que caminha por trilhas exuberantes, fortalecendo o vínculo dos corpos quentes e cheios de emoção; dos laços intensos desse amor que cura, enquanto ama, enquanto afasta para bem longe o medo e a solidão.
    É a vida que caminha no amor — do amor que abraça a solidão.
    É a vida forte da própria vida.

    Carlos de Campos

    Hoje, dia 24/09/2025 às 20 horas, acontece mais uma transmissão especial de Envio de Energia Reiki à distância, gratuito e de coração. 🌟

  • Flama



    Flama

    Tua paixão pela vida
    é paixão avassaladora,
    é vida plena sendo vivida,
    é paixão que estimula a alegria.

    Carlos de Campos
    Foto por Abhinav Sharma em Pexels.com
  • Nosso destino


    Nosso destino

    Monte,
    desmonte...
    assim é a vida.

    Carlos de Campos
  • Mundos em conflitos se perderam no egoísmo

    Mundos em conflitos se perderam no egoísmo

    O meu mundo é o mesmo que o seu,
    são contraditórios e unificados,
    distante e mais distante ainda,
    porque é um mundo em busca de solidão.

    Em um mundo em que a distância é fascinante
    e, ao mesmo tempo, ultrajante,
    distante das pessoas,
    próximo da ausência plena.

    Nada é como antes,
    e antes é toda a base sólida,
    entre mundos tão iguais
    e completamente diferentes.

    Que caminha para o caminho do sofrimento
    pela busca incessante da angústia,
    consciente de que, em seu íntimo, é desejado;
    é o desejo dos desejos a ser conquistado.

    Impor é se destruir,
    é revidar contra si mesmo,
    é lutar com a imagem refletida pelo espelho,
    é ser, na essência, a essência contraditória.

    Lutar é assumir ser desonesto.
    O desonesto sofre na essência,
    vê sua saúde mental diminuindo,
    abreviando o fim do seu próprio mundo.

    Carlos de Campos
    Foto por Valdans Media em Pexels.com
  • Interior é a vida que vivemos



    Interior é a vida que vivemos

    Quem deseja ir
    Sem saber o que quer
    E sem saber para onde vai,
    Vai sem direção.

    Em que direção devo seguir?
    Sigo o coração perdido?
    Os escombros de uma história inteira?
    Parado, encontro a existência.

    Existe uma resistência em prosseguir.
    O abismo é...
    Um silêncio que grita no vazio.
    É uma luta desesperada pela sobrevivência.

    Caminho de difícil acesso,
    Entre buracos e desníveis.
    Mas é preciso continuar.
    Não dá para ficar estagnado.

    O interior é a força que nos influencia,
    É quem dita para onde devemos seguir
    E como percorremos esse trajeto —
    Justamente onde damos menos atenção.

    A alma interior
    É quem nos conduz
    Para onde estamos ancorados.
    Você está ancorado em que cais, nesta existência?

    Carlos de Campos
    Foto por Heiner em Pexels.com
  • Jogos da Negação

    Jogos da Negação

    A sua intimidade está exposta
    no vai e vem da vida,
    no ser contido em tua alma.
    Exposta está a tua alma.

    Delírios acidentais,
    ácidos estonteantes,
    regado a dopamina.
    Exposta está a alma.

    E que vida é essa que levamos,
    quando viver é o que não buscamos?
    É a vida passando diante dos olhos —
    overdose dos sentidos.

    Não existe outra chance:
    é a vida que vai passando,
    é o tempo encurtando.
    Exposta está a alma.

    Nossa consciência se esvai,
    se petrifica.
    Exposta está nossa alma:
    alma manipulada pelo jogo da vida.

    É o tempo terminando,
    é a vida definhando,
    problemas acumulando...
    e, sozinho, me encontro reclamando.

    Carlos de Campos
    Foto por Pixabay em Pexels.com