Tag: poesía

  • Buscando pela minha essência

    Buscando pela minha essência


    O belo que existe em você
    Desvelo em contínua contemplação
    O mais doce de sua presença
    Instigando a minha busca.


    Em tudo o que faço
    Busco por tua beleza
    A todo tempo com reverência
    Buscando em ti a minha essência.

    Carlos de Campos


  • São como são

    São como são

    Tem dias bagunçados, 

    Em que tudo dá certo, 

    Gosto dos dias que são como são.

    Carlos de Campos

    são como são
    são como são
    
    
  • Vivido pelo amor

    Vivido pelo Amor


    Minha caríssima audiência,
    Que o tempo passe,
    Que o planeta pare,
    O amor sempre prevalecerá.


    Não há poder humano,
    Nenhuma maldade,
    Que consiga conter o amor,
    Pois ele é a força motriz do ser humano.


    Nos falta humildade para reconhecer
    Que o amor é a solução para nossos problemas.
    Para algumas pessoas, aceitar essa verdade é frustrante,
    Pois o amor desarticula qualquer poder opressor.


    Um dia, quem sabe, acordaremos dessa letargia,
    E o amor se tornará nossa principal alegria,
    Nossa maior conquista como seres humanos.


    Um amor sólido,
    Enraizado em nossa alma,
    Palpável em nossas ações cotidianas.

    Carlos de Campos

  • No elevador foi onde te encontrei

    Tem poesia nova para você assistir! No elevador foi onde te encontrei 🌟🎥

  • Vem, abraça essa ideia

    Vem, abraça essa ideia

    Durante a noite, enquanto a solidão nos envolve, experimente percorrer as folhas do livro que aquece a alma e nos impulsiona a enxergar novas possibilidades em nosso horizonte.

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    Enquanto a solidão me abraça
  • Jogo vital

    Jogo Vital


    No campo de jogo,
    Entra-se para vencer,
    Mesmo sabendo
    Que tudo está em aberto.


    Vi, certa vez, um jogo
    Em que tudo parecia resolvido,
    Ainda era apenas o primeiro tempo.


    No intervalo, só havia comemoração,
    Mas, ao começar o segundo tempo,
    O jogo que parecia resolvido
    Simplesmente se perdeu.


    Tudo na vida é bem parecido com esse jogo:
    Um dia estamos no topo do sucesso,
    E no outro, enfrentamos derrotas atrás de derrotas,
    Sem tempo para lamentações.


    Em cada minuto do dia,
    Estamos na luta como podemos,
    Atacando e defendendo,
    Esse é o espírito do nosso jogo.


    Nem sempre colhemos o sucesso tão almejado,
    Porém, o importante é continuar jogando.


    Com a cabeça baixa,
    O pensamento distante,
    Ainda nos convencemos de que há tempo para virar o jogo.


    No jogo da vida,
    O essencial é estar em campo,
    Deixando o seu melhor.


    Com todo o seu encanto,
    Porque tudo na vida
    É um jogo de futebol.

    Carlos de Campos


  • Interesses

    Interesses


    Novidades, nem tanto.
    Revolucionário, quase nada.
    Simples demais, chegando a ser complexo,
    essa imensidão.


    Tamanho e profundidade,
    intenso ao seu redor,
    desafiando a inteligência do mundo,
    ingenuidade a seu favor.


    A distância é enorme,
    um mergulho ao desconhecido,
    em nossa vulnerabilidade.


    Por que chegamos a esse enorme buraco?
    Fitamos os olhos da morte,
    na solidão, o amor não correspondido.

    Carlos de Campos

    Interesses
  • Caímos no mundo íntimo

    Caímos no mundo íntimo


    Onde estará a nossa privacidade?
    Em que mundo vivemos?
    Um mundo forjado pelas fofocas?
    E quando formos às vítimas?


    Você é livre para ser quem desejar ser,
    Pensar como quiser pensar.
    O maior e único preceito é ter respeito,
    Respeito oferecido é respeito garantido.


    Viver a vida é simples,
    O único ingrediente para o sucesso
    É o cuidado solene com a própria existência.


    Percorrer os labirintos da vida alheia
    Em nada contribui à sua vida.
    Sem moralismo, é só perda de tempo, mesmo.

    Carlos de Campos

  • Mostra-nos a tua obscuridade

    Mostra-nos a tua obscuridade

    Teu lado obscuro,
    Mostra-nos a nós,
    Revela os teus medos,
    Não prometemos sigilo.

    Habitamos em tua mente,
    Invadimos tua moral fragilizada,
    Filhos malditos, é só o que são,
    Livres, preferem a submissão.

    Quem dentre vós,
    Está mancomunado com o mal?
    Preferem beber o sangue dos demônios?
    Sádicos, revelem-se.

    Filhos das trevas,
    Ouçam-me com atenção,
    Os dias de barbárie chegaram ao fim.

    Não existe lugar neste mundo para vós,
    Mudanças estão acontecendo,
    A cadeia é vossa morada final.

    Carlos de Campos