Tag: relações humanas

  • Vi Deus face a face

    Vi Deus face a face

    Estava observando a rua vazia.
    Vi o meu vizinho chato pra caralho
    e reconheci nele meu divino redentor.

    Carlos de Campos
  • O que o outro representa para mim?

    O que o outro representa para mim?

    Evoluir é estar acima de suas mesquinharias; é ver no outro nada além do que o outro é em sua vida. E o outro, em sua vida, é somente um colega, um amigo.

    Carlos de Campos

  • Tudo é igual



    Tudo é igual

    Sua busca em me ver,
    suas indecisões.
    Sua falta de humildade é reveladora.

    Carlos de Campos

  • Amor como ato de liberdade



    Amor como ato de liberdade

    Quem, absorvendo o amor, o ignora?
    Quem compreende as ideias quiméricas do amor?
    Quem é o amor?
    O que se pode esperar do amor?

    Cada coração como oferta ao amor?
    O amor é um ente?
    Por que amar?
    O amor é uma energia?

    Eu, em nada, me vejo amando.
    São só conceitos abstratos.
    Nem sabemos o que é o amor,
    e não fazemos a menor ideia do que seja.

    Seguimos uma ideia do que é o amor.
    O que é o amor?
    O amor, como nós compreendemos e vivemos,
    é cárcere privado.

    Ninguém ama na essência do que é o amor.
    O amor é essencialmente liberdade.
    Liberdade em sua plenitude.
    O amor é liberdade no cuidado.
    O amor é a plenitude da confiança.

    Quem ama é totalmente livre.
    Quem ama se sente cuidado e liberto.
    Quem ama de verdade transgride
    o conceito vigente do patriarcado.
    Amar é viver em um jardim aberto.

    Carlos de Campos
    Foto por Pixabay em Pexels.com
  • Encanto e desencanto de um encontro

    Encanto e desencanto de um encontro

    O que não quero
    É encontrar, pela estrada da vida,
    Os dias difíceis e sem solução,
    E o que encontro, não quero a companhia.

    E o que encontro pela estrada da vida?
    Encontro a companhia de quem não quero.
    Quero o imperativo do desejo,
    Do querer estar em sua companhia.

    Quem quis o que não podia ter?
    Quem, diante do medo, não se expõe?
    Ninguém sabe o que deseja realmente;
    O que queremos, muitas vezes, é obscuro.

    Indo ao encontro da sorte,
    Dos milagres oportunos que a vida reservou
    Aos pobres desantenados,
    Bem quis a vida que nós nos encontrássemos.

    Em meu teatro de oportunidades,
    Do baixo ao mais baixo da vida,
    Na difícil tarefa de amar,
    Os encontros obscuros.

    Um fiel escudeiro do amor é o que sou,
    Do amor que promove o encontro e o desencontro.
    Dentre segredos guardados a sete chaves,
    O amor é com quem não quero estar na estrada.

    Carlos de Campos

    Foto por Wendell Stoyer em Pexels.com
  • Cultivo do amor

    Cultivo do amor 

    Para o bem da vida em sociedade, acredito que nosso maior propósito é cultivar o amor como um exercício diário. Dessa forma, o amor pode crescer e se fortalecer em nossas mentes, tornando-se o foco central de nossas relações humanas.

    Carlos de Campos

  • Em constante treinamento 

    Em constante treinamento 

    Procure o equilíbrio diariamente e não perca a paz. Sei que parece clichê, mas também sei que o equilíbrio e a paz não vêm automaticamente; é preciso trabalhar todos os dias para que, quando a vida exigir equilíbrio e paz, você esteja pronto para oferecê-los. Não existe um ser humano equilibrado ou pacífico se não assumir a responsabilidade de cultivar esses valores em si mesmo. Plante o equilíbrio e a paz em seu caráter, e certamente colherá momentos e pessoas que lhe farão experimentar o melhor que a vida e as relações humanas têm a oferecer.

    Cante o mantra OM (AUM). Deixe sua preguiça ou desculpas de lado e faça uma caminhada. Enquanto caminha, observe suas preocupações do dia e sua mente “alucinada” remoendo todo esse entulho. Deixe vir, sem julgamentos. Depois, agradeça à sua mente pelas informações que lhe foram repassadas e passe a cantarolar sua música preferida por 10 minutos.