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  • Vejo o que esperava ser



    Vejo o que esperava ser

    Mas até quando coisas assim acontecerão?
    Tudo está envolto em uma névoa,
    um destino desafiado.
    São sete horas da manhã.

    É a essência da vida se revelando,
    conduzindo pela mão,
    mão ferida pelo trabalho duro.
    Cansado, apenas desejo seguir.

    Observo o dia que começa,
    que traz a alegria e as contradições.
    Na vida existem riscos,
    perigos escondidos.

    Olhar atento no caminhar
    que se debruça sobre a existência,
    na mera ocasião
    de uma dor que não tem fim.

    Podemos nos sustentar de improviso?
    A vida é um contínuo improviso?
    Existe vida além do trabalho?
    Trabalho: mentira dita por séculos.

    Insisto em continuar a viver,
    porque a vida é nada além de insistir.
    Um dia o amanhã é belo e exuberante;
    no outro, terrível e assustador.

    Carlos de Campos
    Foto por M Mahbub A Alahi em Pexels.com
  • Mais um desinteressado da vida?

    Neste poema reflexivo e visceral, o autor mergulha nas profundezas do desinteresse pela vida, atravessa a solidão e o medo, e convida o leitor a se reencontrar com sua essência. Uma jornada poética do vazio ao despertar, marcada por imagens simbólicas e uma força silenciosa de renascimento.

    Poema sobre o desinteresse pela vida e a busca de sentido. Um chamado poético para recomeçar e recuperar o que é nosso por direito.

    Mais um desinteressado da vida?

    Desinteresse?
    Mas...
    O que foi que você não pensou?
    Mergulho na lamentação.

    Mas...
    Desinteresse...
    Mergulho na solidão.
    É assim que tenho seguido.

    O medo é uma realidade.
    Cadê a minha vida?
    Felicidade por fora,
    Intimidade sinistra.

    Onde encontro alívio?
    Às sombras me retiro.
    Mas... e a vida?
    Desinteressante.

    É o momento de voltar a existir,
    Ser quem você nasceu para ser.
    Lave o rosto...
    E vamos em busca do nosso ouro.

    Dos espólios que nos foram roubados,
    Sonhos sufocados...
    É hora de ir em busca do que é nosso —
    Do que é nosso por direito.

    Carlos de Campos
    Foto por G. Jau em Pexels.com

    In this reflective and visceral poem, the author dives into the depths of life’s disinterest, passes through solitude and fear, and invites the reader to reconnect with their essence. A poetic journey from emptiness to awakening, marked by symbolic imagery and a silent force of rebirth.

    A poem about disinterest in life and the search for meaning. A poetic call to begin again and reclaim what is ours by right.

    Just Another Disinterested in Life?

    Disinterest?
    But…
    What was it you didn’t think through?
    I dive into lamentation.

    But…
    Disinterest…
    I dive into solitude.
    That’s how I’ve been going on.

    Fear is a reality.
    Where is my life?
    Joy on the outside,
    A sinister intimacy within.

    Where do I find relief?
    I retreat into the shadows.
    But… what about life?
    Uninteresting.

    It’s time to come back to existence,
    To be who you were born to be.
    Wash your face…
    And let’s go in search of our gold.

    Of the spoils that were stolen from us,
    Of dreams suffocated —
    It’s time to go after what is ours,
    What is ours by right.

    (Traduzido por inteligência artificial)

    Carlos de Campos