Em momentos difíceis como este, estar próximo de quem amamos é o ideal e se faz necessário para a nossa saúde mental. Ninguém vence a guerra sozinho.
Estar junto é indispensável. Sentir-se parte da comunidade é importante para o desenvolvimento humano: poder olhar para o lado e se sentir seguro, apesar das lutas.
Em momentos difíceis, estar no aconchego do amor faz toda a diferença. O amor é bálsamo.
É a cura do coração machucado, da vida cansada. É o descanso seguro, é o amor curando no acolhimento.
Homem e mulher, busquem se apoiar, decidam-se pelo amor, inspirem-se mutuamente. Deixem o contágio da mentira longe do relacionamento.
Nos momentos de dificuldade, pede-se lucidez das partes, coragem para percorrer o caminho que nos leva ao amor e à unidade.
O sol pôs-se diante dos meus olhos, dos mesmos olhos que viram a saudade sem saber das cores de uma vida sem flores, que floresceu na morte — morte que desabrocha a nossa sorte, sorte de não se ter o amanhã. É importante o dia da morte, que floresceu em um dia de sorte.
Em dia de sorte, provamos da própria morte, da sorte que gera a ilusão de sermos eternos — eternos até florescer a nossa própria sorte. Caímos na própria teimosia: eternos até o grande dia, dias de paz, de um silêncio sepulcral.
Flores que florescem a todo tempo, flores da morte, da sorte, da insensibilidade com a vida — vida temida. A morte deu sorte: sorte de florescer na própria morte.