Caos no trabalho é difícil de administrar São horas sem saber a verdadeira razão Cada um administrando como pode, Mesmo sem o patrão saber.
Alguém viu o lucro que poderia ter e inventou o trabalho. No final do dia, dá trabalho viver com o trabalho que faço. É uma espécie de “chora menos quem manda”, É a valentia de quem nunca trabalhou.
Quem deveria acordar acha fofo o emprego que tem: Insalubridade, pagamento atrasado e pressão psicológica. Existe honra nisso? Ser a maior força que com mais facilidade se pode manobrar.
Movimento a exploração da mão de obra: Morreu trabalhando, morreu com honra. Seja você o agente transformador da boa vida do seu patrão, Só não se esqueça de que você é facilmente descartável.
E o que encontro pela estrada da vida? Encontro a companhia de quem não quero. Quero o imperativo do desejo, Do querer estar em sua companhia.
Quem quis o que não podia ter? Quem, diante do medo, não se expõe? Ninguém sabe o que deseja realmente; O que queremos, muitas vezes, é obscuro.
Indo ao encontro da sorte, Dos milagres oportunos que a vida reservou Aos pobres desantenados, Bem quis a vida que nós nos encontrássemos.
Em meu teatro de oportunidades, Do baixo ao mais baixo da vida, Na difícil tarefa de amar, Os encontros obscuros.
Um fiel escudeiro do amor é o que sou, Do amor que promove o encontro e o desencontro. Dentre segredos guardados a sete chaves, O amor é com quem não quero estar na estrada.