Categoria: Policial do Mundo

Policial do Mundo são poemas sobre o autoritarismo, o ego, a arrogância, a imaturidade emocional e os conflitos internos que transformam feridas pessoais em desejo de controlar o mundo. Uma poesia crítica e reflexiva sobre poder, egoísmo, abandono, delírios de grandeza e a responsabilidade de não transformar nossas dores em instrumentos para ferir os outros.

  • No destino muitas vezes tortuoso a esperança aparece

    Em um sombrio momento
    Destila-se o veneno da incompreensão
    Joga-se tudo na mesma balança
    Os demônios grunhem de felicidade no inferno.

    Oh, gente mentirosa
    Demônios da desinformação
    Calem-se em nome da verdade
    Que os deixa nus em praça pública.

    Ouvi a vossa consciência, povo meu
    Não enterreis suas almas nos escombros da desinformação
    A verdade nua e crua está brilhando diante dos vossos olhos
    Afastai-vos dos demônios da mentira.

    Quem mais do que você conhece a verdade?
    Peço que todos olhem para seus próprios corações
    Perguntem ao seu coração quem fala a verdade?
    Voltem para dentro de si, peço a todos que meditem.

    O tempo urge em desespero
    Há pressão estrangeira tentando nos desorientar
    Permaneçam firmes com a verdade expressa na Constituição
    Não temais o patriarcado da mentira.

    No Brasil, a última palavra é do povo que vai às urnas
    Olhem para o passado e vejam quem tirou de nós o nosso progresso
    E, no presente, quem de fato trabalha para que tenhamos um futuro próspero?
    Olhem para o teu coração, é só o que te peço.

    Carlos de Campos

  • O poder de vandalizar – (Poema 02/60) – Policial do mundo, livro 11


    O poder de vandalizar

    Estou com muito medo
    Os “loucos” pelo poder estão sedentos por grana
    Tudo anda mal dito
    E o dito vem sem nenhuma explicação.



    O poder de vandalizar - (Poema 02/60) - Policial do mundo, livro 11

    Estou com muito medo
    Os “loucos” pelo poder estão sedentos por grana
    Tudo anda mal dito
    E o dito vem sem nenhuma explicação.

    Se esta reflexão fez sentido para você, que tal ter o meu livro de poesia na sua estante?
    Escrever de forma independente é um desafio diário.
    Ao adquirir o meu livro Enquanto a solidão me abraça, você não apenas leva uma obra impressa com carinho para a sua casa, mas também financia diretamente a produção do meu próximo projeto literário. Como comprar? acesse
    caravana grupo editorial

    https://caravanagrupoeditorial.com.br/produto/enquanto-a-solidao-me-abraca/

    Estamos vivendo o tempo da descrença
    Que foi semeado por todo esse tempo
    São mais de cinquenta anos desacreditando
    Agora é a hora do tempo da colheita.

    Chegou o tempo do silêncio
    O tempo do poder falar
    O tempo de sermos dominados
    É o tempo de silenciarmos.

    O que existe além da truculência
    Dos bons domesticados

    Deitado se deixando ser dominados
    Bonzinhos desconectados com a realidade.

    Ninguém está ligando para mais nada
    Desde que não arrombem as minhas portas
    No meu quarto silencioso quero permanecer
    Permanecer até morrer.

    O que fazer quando todos nós
    Estamos cansados de tanto sofrer
    Dessa angustiante existência implantada em nós?
    Ficarei em meu quarto no silêncio profundo de um inocente.

    Carlos de Campos

    Reações no Fediverso