O poder de vandalizar – (Poema 02/60) – Policial do mundo, livro 11


O poder de vandalizar

Estou com muito medo
Os “loucos” pelo poder estão sedentos por grana
Tudo anda mal dito
E o dito vem sem nenhuma explicação.



O poder de vandalizar - (Poema 02/60) - Policial do mundo, livro 11

Estou com muito medo
Os “loucos” pelo poder estão sedentos por grana
Tudo anda mal dito
E o dito vem sem nenhuma explicação.

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Estamos vivendo o tempo da descrença
Que foi semeado por todo esse tempo
São mais de cinquenta anos desacreditando
Agora é a hora do tempo da colheita.

Chegou o tempo do silêncio
O tempo do poder falar
O tempo de sermos dominados
É o tempo de silenciarmos.

O que existe além da truculência
Dos bons domesticados

Deitado se deixando ser dominados
Bonzinhos desconectados com a realidade.

Ninguém está ligando para mais nada
Desde que não arrombem as minhas portas
No meu quarto silencioso quero permanecer
Permanecer até morrer.

O que fazer quando todos nós
Estamos cansados de tanto sofrer
Dessa angustiante existência implantada em nós?
Ficarei em meu quarto no silêncio profundo de um inocente.

Carlos de Campos

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Comentários

Uma resposta para “O poder de vandalizar – (Poema 02/60) – Policial do mundo, livro 11”

  1. […] podem ocupar o mesmo lugar.Um infinito sempre igualSempre maiorO número primo é sempre umO que estou dizendo?Primo é sempre um número primoExceto quando é dividido por siO número par nunca será […]

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