Estou com muito medo Os “loucos” pelo poder estão sedentos por grana Tudo anda mal dito E o dito vem sem nenhuma explicação.
O poder de vandalizar - (Poema 02/60) - Policial do mundo, livro 11
Estou com muito medo Os “loucos” pelo poder estão sedentos por grana Tudo anda mal dito E o dito vem sem nenhuma explicação.
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Estamos vivendo o tempo da descrença Que foi semeado por todo esse tempo São mais de cinquenta anos desacreditando Agora é a hora do tempo da colheita.
Chegou o tempo do silêncio O tempo do poder falar O tempo de sermos dominados É o tempo de silenciarmos.
O que existe além da truculência Dos bons domesticados
Deitado se deixando ser dominados Bonzinhos desconectados com a realidade.
Ninguém está ligando para mais nada Desde que não arrombem as minhas portas No meu quarto silencioso quero permanecer Permanecer até morrer.
O que fazer quando todos nós Estamos cansados de tanto sofrer Dessa angustiante existência implantada em nós? Ficarei em meu quarto no silêncio profundo de um inocente.
Sem destino certo Sou como a bola esperando alguém chutar Sou a estagnação de medo De quem se vê em um estádio lotado."
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Livro 7: A filosofia do gramado (Poema 02/60)
Opor-se ao destino
Sem destino certo Sou como a bola esperando alguém chutar Sou a estagnação de medo De quem se vê em um estádio lotado.
Caminho no tempo O tempo que faz o jogo correr Que faz a vida acontecer Sou a bola no tempo presente.
No templo interior Está acontecendo o maior jogo da minha vida Cada segundo que passa me deixa mais próximo da derrota Sou a bola que depende de pés habilidosos.
Os segundos passam Cadenciam para um final traumático Sem direção
O eterno tempo que não passa. Migalha é o nosso tempo O tempo que angustia a alma Que sofre com a obsessão Bom é cada vez mais sentir.