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O silêncio de uma noite de terrorFoi em uma manhã qualquerVi-me aterrorizada.Sem chão, lá estava eu,Diante do medo indomável.Mostrou-me a sua face,Sem qualquer pudor, arruinou-me.Em uma manhã qualquer,Deitada eu me encontrava.Tudo parou de repente.Era como se aquele traumaTivesse sobre mim um poder sobrenatural.Sinto-me triste.Suas mãos me dominavam,Nada me era possível fazer.Eu chorava em silêncio,Um choro que só desejava vingança.Na manhã seguinte,Sem muito o que pensar,Além do terror da noite anteriorE de como tudo aquilo já se tornara rotina.Na manhã desta triste vida,Termina aqui.Nada mais tenho a falar,Além do meu silêncio, que deve incomodar.Carlos de Campos
[…] nossa unidade,unidade frágil em meio ao caos.Vou para dentro, mas é possível que eu esteja fora,fora do meu real equilíbrio.No mais, existe algum sentido em estar aqui?Aqui, dentro deste universo?Aqui, fora dos meus […]
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