Sem destino certo Sou como a bola esperando alguém chutar Sou a estagnação de medo De quem se vê em um estádio lotado."
Adquira seu exemplaraquie mergulhe em uma leitura que abraça a alma.
Livro 7: A filosofia do gramado (Poema 02/60)
Opor-se ao destino
Sem destino certo Sou como a bola esperando alguém chutar Sou a estagnação de medo De quem se vê em um estádio lotado.
Caminho no tempo O tempo que faz o jogo correr Que faz a vida acontecer Sou a bola no tempo presente.
No templo interior Está acontecendo o maior jogo da minha vida Cada segundo que passa me deixa mais próximo da derrota Sou a bola que depende de pés habilidosos.
Os segundos passam Cadenciam para um final traumático Sem direção
O eterno tempo que não passa. Migalha é o nosso tempo O tempo que angustia a alma Que sofre com a obsessão Bom é cada vez mais sentir.
[…] ainda de suas mãos?Dessas mãos que manipulam os resultados?Que ainda puxa arma para extorquir?O que essa mão tem de tão especial além de sujeira?A mão que abençoaÉ a mesma mão que violentaA mão que dá carinhoÉ a mesma que silencia-se […]
Deixe um comentário