Tag: (Poema 02/60)

  • O poder de vandalizar – (Poema 02/60) – Policial do mundo, livro 11


    O poder de vandalizar

    Estou com muito medo
    Os “loucos” pelo poder estão sedentos por grana
    Tudo anda mal dito
    E o dito vem sem nenhuma explicação.



    O poder de vandalizar - (Poema 02/60) - Policial do mundo, livro 11

    Estou com muito medo
    Os “loucos” pelo poder estão sedentos por grana
    Tudo anda mal dito
    E o dito vem sem nenhuma explicação.

    Se esta reflexão fez sentido para você, que tal ter o meu livro de poesia na sua estante?
    Escrever de forma independente é um desafio diário.
    Ao adquirir o meu livro Enquanto a solidão me abraça, você não apenas leva uma obra impressa com carinho para a sua casa, mas também financia diretamente a produção do meu próximo projeto literário. Como comprar? acesse
    caravana grupo editorial

    https://caravanagrupoeditorial.com.br/produto/enquanto-a-solidao-me-abraca/

    Estamos vivendo o tempo da descrença
    Que foi semeado por todo esse tempo
    São mais de cinquenta anos desacreditando
    Agora é a hora do tempo da colheita.

    Chegou o tempo do silêncio
    O tempo do poder falar
    O tempo de sermos dominados
    É o tempo de silenciarmos.

    O que existe além da truculência
    Dos bons domesticados

    Deitado se deixando ser dominados
    Bonzinhos desconectados com a realidade.

    Ninguém está ligando para mais nada
    Desde que não arrombem as minhas portas
    No meu quarto silencioso quero permanecer
    Permanecer até morrer.

    O que fazer quando todos nós
    Estamos cansados de tanto sofrer
    Dessa angustiante existência implantada em nós?
    Ficarei em meu quarto no silêncio profundo de um inocente.

    Carlos de Campos

  • Livro 2: Geografia do Afeto: Uma Viagem pelo Lado Luminoso da Alma Mundi (Poema 02/60) Egito: A nossa herança vem dos nossos antepassados

    Livro 2: Geografia do Afeto: Uma Viagem pelo Lado Luminoso da Alma Mundi (Poema 02/60)

    Egito: A nossa herança vem dos nossos antepassados

    Nosso povo abençoado,
    de uma recepção imensurável,
    oh, povo abençoado,
    de um afeto caloroso.

    https://caravanagrupoeditorial.com.br/produto/enquanto-a-solidao-me-abraca/

    Adquira seu exemplar aqui e mergulhe em uma leitura que abraça a alma.

    Sua calorosa recepção vem desde o passado,
    herança transmitida pelo sangue
    da nobre realeza egípcia.
    O mundo encontra em ti a sabedoria.

    O Nilo é, para o mundo, fonte de vida,
    herança arquitetônica,
    noites de uma beleza admirável.
    Os nossos sonhos são abarcados em sua grandiosa literatura.

    A liberdade cantada em suas canções,
    tendo o sol como testemunha dessa união.
    Homens, mulheres e crianças
    cantando juntos o hino de vitória deste país.

    Vem o futuro próspero à nação,
    Egito do passado,
    herdeiro das mais antigas tradições,
    é, para o presente, o verdadeiro sol nascente.

    O sol ilumina toda a sua população,
    como na tradição que lhe foi transmitida.
    Fará correr, nesse solo sagrado do Egito, o leite e o mel:
    prosperidade e misericórdia.

    Carlos de Campos
  • Livro 7: A filosofia do gramado (Poema 02/60) Opor-se ao destino

    "Opor-se ao destino

    Sem destino certo
    Sou como a bola esperando alguém chutar
    Sou a estagnação de medo
    De quem se vê em um estádio lotado."

    https://caravanagrupoeditorial.com.br/produto/enquanto-a-solidao-me-abraca/

    Adquira seu exemplar aqui e mergulhe em uma leitura que abraça a alma.


    Livro 7: A filosofia do gramado (Poema 02/60)

    Opor-se ao destino

    Sem destino certo
    Sou como a bola esperando alguém chutar
    Sou a estagnação de medo
    De quem se vê em um estádio lotado.

    Caminho no tempo
    O tempo que faz o jogo correr
    Que faz a vida acontecer
    Sou a bola no tempo presente.

    No templo interior
    Está acontecendo o maior jogo da minha vida
    Cada segundo que passa me deixa mais próximo da derrota
    Sou a bola que depende de pés habilidosos.

    Os segundos passam
    Cadenciam para um final traumático
    Sem direção

    O eterno tempo que não passa.
    Migalha é o nosso tempo
    O tempo que angustia a alma
    Que sofre com a obsessão
    Bom é cada vez mais sentir.

    Sentir o jogo da vida que está sendo jogado
    Sentir a oposição de uma vida angustiada
    O jogo está sendo jogado com a vida
    E o jogo ainda é muito truncado.

    Carlos de Campos

  • Livro 6: O despertar da noite (poema 02/60) Acordar é estar cego para a realidade

    Livro 6: O despertar da noite (poema 02/60)

    Acordar é estar cego para a realidade

    Em um belo dia
    A natureza estava radiante
    Tudo é mais intenso do que o normal
    Do sabor, da cor e do sexo.

    É um dia caprichosamente melhor do que foi ontem
    Ouço a quilômetros de distância o rio brincando em seu leito
    Ouço os pássaros cantando em uma linda sinfonia
    E observo uma mãe amamentando a sua cria.

    Enquanto a solidão me abraça

    Adquira seu exemplar aqui

    Que esse dia se estenda pelos séculos
    São dias como esse que valem a pena contemplar
    Dia em que a eternidade resolveu se manifestar
    Sou esse anjo de luz a vibrar.

    O enigma celestial a nos envolver de paz
    Sou eu compactado plenamente nas entranhas de Deus
    Capricórnio no jardim do Éden
    Quem sou eu além de um magnífico querubim?

    Os meus dias de glória vão se acabando
    E com eles vou me acordando

    Voltando a ser mais um mortal
    Tendo que abrir os olhos para a dura realidade.

    Durmo no colo das deusas
    Acordo compactuando com o capeta
    Beijo os lábios mais doces que o mel
    Para deitar-me com os “escrupulosos”.

    Carlos de Campos
  • Livro 1: A Arte da Trégua (Poema 02/60) Vê o tempo esquecendo que é o tempo?

    Livro 1: A Arte da Trégua (Poema 02/60)

    Vê o tempo esquecendo que é o tempo?

    O que sabemos sobre o tempo?
    O tempo está parado no tempo?
    Quando o tempo passou a ser tempo?
    Quando o tempo consome a minha vida?

    Carlos de Campos

    O tempo mede a vida ou somos nós que medimos o tempo? ⏳ Conheça o segundo poema de A Arte da Trégua e mergulhe nessa reflexão sobre existência, saudade e finitude. Livro 1: A Arte da Trégua

  • Livro 1: A Arte da Trégua (Poema 02/60) Vê o tempo esquecendo que é o tempo?

    Livro 1: A Arte da Trégua (Poema 02/60)

    Vê o tempo esquecendo que é o tempo?

    O que sabemos sobre o tempo?
    O tempo está parado no tempo?
    Quando o tempo passou a ser tempo?
    Quando o tempo consome a minha vida?

    Enquanto a solidão me abraça

    Mergulhe em uma leitura que abraça a alma. Adquira seu exemplar aqui

    E a vida passa a depender do tempo
    Que não é nem presente e muito menos futuro.
    É o tempo medido por segundos,
    Segundos correndo por um relógio.

    O que é o tempo?
    Além da mais pura irritação
    Que domina nossa mente a vida inteira
    E vai nos deixando com a sensação de sermos a próxima vítima.

    A vítima da morte,
    Que nos poupa de tal sorte,
    Dos segundos contados,
    De tua mão que parou o tempo.

    No princípio, Deus construiu o relógio,
    Que nos mostra o fim mais próximo
    E que, a cada segundo, é uma gota a menos de vida,
    Vida pautada pelo tempo.

    Pelo tempo que passou
    E que não volta mais,
    Pelo amor que se confunde com a dor da saudade,
    Por quanto tempo nós iremos resistir?

    Carlos de Campos