Estou com muito medo Os “loucos” pelo poder estão sedentos por grana Tudo anda mal dito E o dito vem sem nenhuma explicação.
O poder de vandalizar - (Poema 02/60) - Policial do mundo, livro 11
Estou com muito medo Os “loucos” pelo poder estão sedentos por grana Tudo anda mal dito E o dito vem sem nenhuma explicação.
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Estamos vivendo o tempo da descrença Que foi semeado por todo esse tempo São mais de cinquenta anos desacreditando Agora é a hora do tempo da colheita.
Chegou o tempo do silêncio O tempo do poder falar O tempo de sermos dominados É o tempo de silenciarmos.
O que existe além da truculência Dos bons domesticados
Deitado se deixando ser dominados Bonzinhos desconectados com a realidade.
Ninguém está ligando para mais nada Desde que não arrombem as minhas portas No meu quarto silencioso quero permanecer Permanecer até morrer.
O que fazer quando todos nós Estamos cansados de tanto sofrer Dessa angustiante existência implantada em nós? Ficarei em meu quarto no silêncio profundo de um inocente.
Livro 2: Geografia do Afeto: Uma Viagem pelo Lado Luminoso da Alma Mundi (Poema 02/60)
Egito: A nossa herança vem dos nossos antepassados
Nosso povo abençoado, de uma recepção imensurável, oh, povo abençoado, de um afeto caloroso.
Adquira seu exemplaraqui e mergulhe em uma leitura que abraça a alma.
Sua calorosa recepção vem desde o passado, herança transmitida pelo sangue da nobre realeza egípcia. O mundo encontra em ti a sabedoria.
O Nilo é, para o mundo, fonte de vida, herança arquitetônica, noites de uma beleza admirável. Os nossos sonhos são abarcados em sua grandiosa literatura.
A liberdade cantada em suas canções, tendo o sol como testemunha dessa união. Homens, mulheres e crianças cantando juntos o hino de vitória deste país.
Vem o futuro próspero à nação, Egito do passado, herdeiro das mais antigas tradições, é, para o presente, o verdadeiro sol nascente.
O sol ilumina toda a sua população, como na tradição que lhe foi transmitida. Fará correr, nesse solo sagrado do Egito, o leite e o mel: prosperidade e misericórdia.
Sem destino certo Sou como a bola esperando alguém chutar Sou a estagnação de medo De quem se vê em um estádio lotado."
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Livro 7: A filosofia do gramado (Poema 02/60)
Opor-se ao destino
Sem destino certo Sou como a bola esperando alguém chutar Sou a estagnação de medo De quem se vê em um estádio lotado.
Caminho no tempo O tempo que faz o jogo correr Que faz a vida acontecer Sou a bola no tempo presente.
No templo interior Está acontecendo o maior jogo da minha vida Cada segundo que passa me deixa mais próximo da derrota Sou a bola que depende de pés habilidosos.
Os segundos passam Cadenciam para um final traumático Sem direção
O eterno tempo que não passa. Migalha é o nosso tempo O tempo que angustia a alma Que sofre com a obsessão Bom é cada vez mais sentir.
Em um belo dia A natureza estava radiante Tudo é mais intenso do que o normal Do sabor, da cor e do sexo.
É um dia caprichosamente melhor do que foi ontem Ouço a quilômetros de distância o rio brincando em seu leito Ouço os pássaros cantando em uma linda sinfonia E observo uma mãe amamentando a sua cria.
Que esse dia se estenda pelos séculos São dias como esse que valem a pena contemplar Dia em que a eternidade resolveu se manifestar Sou esse anjo de luz a vibrar.
O enigma celestial a nos envolver de paz Sou eu compactado plenamente nas entranhas de Deus Capricórnio no jardim do Éden Quem sou eu além de um magnífico querubim?
Os meus dias de glória vão se acabando E com eles vou me acordando
Voltando a ser mais um mortal Tendo que abrir os olhos para a dura realidade.
Durmo no colo das deusas Acordo compactuando com o capeta Beijo os lábios mais doces que o mel Para deitar-me com os “escrupulosos”.
O que sabemos sobre o tempo? O tempo está parado no tempo? Quando o tempo passou a ser tempo? Quando o tempo consome a minha vida?
Carlos de Campos
O tempo mede a vida ou somos nós que medimos o tempo? ⏳ Conheça o segundo poema de A Arte da Trégua e mergulhe nessa reflexão sobre existência, saudade e finitude. Livro 1: A Arte da Trégua