Em meio às lutas diárias, em meio aos afetos que não nos afetam, Reborn — o substituto dos afetos verdadeiros — nos revela o nosso mais humano desespero.
Humanidade que se passa por forte, que se esconde em aparências, descoberta por uma boneca: a realidade está fragilizada.
Humanidade fragilizada, por que se esconde? É o medo da verdade? Egoicidade que já não pode ser sustentada? O movimento vem de fora para dentro.
A humanidade fragilizada está acuada, tenta disfarçar que ainda não foi descoberta, segue acuada... escondendo-se nos delírios do ego.
O mundo está na UTI, e dificilmente sairá com vida. A cura da alma é uma cura complexa; a alma exige a nossa participação colaborativa.
Um ser humano fragilizado aceitará que estamos vivendo em um mundo doente? E que nós somos seu principal agente causador? A cura da alma exige de nós essa aceitação.
Abramos os nossos corações e mentes às novas ideias
A minha história é de busca, De intensidade e interioridade. É ser e não ser, Desejo e reclusão.
A minha história é de fracasso, E, como todo bom fracassado, me justifico. Me justifico da pobreza que recebi como herança, E querem me ver calado.
A minha história é como a sua: Nos calaram até não querer mais. Nos mantiveram presos nessas ideias, Ideias que nos fizeram acreditar.
É hora de dar um basta nessa opressão, Passou da hora de se libertar dessas ideias, Ideias que não se justificam com tanta injustiça. É hora de deixar novos ares entrar.
São nessas horas que temos que nos convencer De que seguir essas ideias do sistema não dá mais. O mundo está perdido em egos, Egos de poucos, mas egos autoritários.
Ir em direção às ideias fundamentalistas é um erro. É preciso dar espaço e valorizar o debate. É debatendo que chegamos às boas e novas ideias — Que as boas e novas ideias então floresçam.