Estou magoada comigo mesma. Caí em mais um golpe do amor: o príncipe encantado era só mais uma fraude — e, peculiarmente, agressivo.
Não... hoje não é um dia que quero me recordar. Me incomoda a facilidade que tenho de atrair homens infantilizados e extremamente desrespeitosos.
Fico assustada ao perceber que o amor talvez não tenha nascido pra mim. Hoje é um dia para me entristecer ou me convencer de que nasci para ser solteira.
Sabe de uma coisa? Vou é ser feliz, mesmo estando solteira. Vou me cuidar, viver minha independência e fazer deste dia... o Dia da Solteira.
“Deleite Divino” é um poema que celebra o amor como uma experiência sensorial e transcendental. O toque, o olhar, a contemplação do cotidiano. Um convite à fusão entre corpo, alma e instante.
Neste poema, a poesia se revela como um caminho para viver o amor com profundidade, liberdade e consciência. Ideal para quem busca palavras que tocam, curam e despertam emoções.
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Poema sensorial e espiritual sobre o amor. “Deleite Divino” é uma entrega poética ao instante, ao corpo e à alma — com delicadeza e intensidade.
Deleite Divino
Preciso me embriagar dos teus beijos, deliciar-me do teu jeito, olhar atrevido, suavemente tocando o sentido.
Leve como um bom sonho, livre é como me encontro, mergulhado em tuas sensações, distante estou do mundo.
Descasco uma laranja enquanto te observo: delicada em teus movimentos, insistente em teu olhar.
O elixir das deusas recai sobre minha cabeça. Explodem em meu ser fogos de artifício. Estou todo entregue ao momento, no êxtase do amor.