Nada como um dia após o outro

Nada como um dia após o outro


O dia asfixia
Nem sei bem o porquê
Sinto tudo estreito demais
Sem ar.

Sinto-me tonto
Tudo gira
Desconectado da realidade
Balbucio palavras ao vento.

A cabeça pesa
Dia longe de acabar
Cada segundo é uma tortura.

Com os olhos fechados
Ouvidos sem poder ouvir
Um dia sem conseguir viver.

Carlos de Campos

Comentários

Uma resposta para “Nada como um dia após o outro”

  1. […] É urgente o apelo que se faz a nossa alma Permita-se enxergar E ver que é tão bom viver. Ser paciente Indo sempre em direção da transformação Transbordando de amor.Carlos de […]

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