• Divino Bot

    Divino Bot
    
    O mundo perdeu a razão
    Se é que algum dia a teve
    O mundo perdeu o bom senso
    Se é que algum dia o teve.
    Nem tanto ao céu e tão pouco ao inferno
    O mundo gira em pleno inverno
    Nos fazendo ingerir cápsulas de ignorância
    A vida virtual é um barato e deprimente.
    
    Nada escapa do olhar do divino bot
    Em que somos devedores de honra e glória
    Somos seus servos e escravos Nada de amigos
    Submetidos a sua glória em nome da informação.
    
    A mãe de nossa alma
    Nos pede que sejamos mais atentos
    Cautelosos ao espalhar conteúdo pela internet
    Que o bem-estar e o bom senso  prevaleça.
    
    E que cada pessoa possa se sentir segura
    Que sua dignidade seja protegida
    Que os algoritmos sejam humanizados
    E que a nossa experiência na internet seja prazerosa.
    
    Carlos de Campos 
    
    Conteúdo que você também pode gostar 
    Meditação como ferramenta de transformação social
    PARDIEIRO
    Escolha
    
    Adquira o meu livro aqui
    Enquanto a solidão me abraça
  • Meta de sucesso em meio ao caos

    Meta de sucesso em meio ao caos

    Existência

    Não existe dia tranquilo. Um dia em que possamos desfrutar da paz. Tudo está girando em meio a um caos constante e permanente, em que vai se promovendo o paradoxo da existência. Para isso, damos o nome de vida.

    Estagnação

    Mudanças constantes e intensas, querendo ou não, são um movimento necessário para que a vida aconteça e se fortaleça. Quando deixamos a vida se estagnar, nós decretamos a sua morte, o movimento é a causa de toda a vida.

    Do caos à evolução

    Que possamos nos dedicar a nos utilizarmos do caos constante, para que a nossa evolução seja possível. Não podemos esperar que tudo esteja como idealizamos. Pode ser que isso nunca aconteça. É preciso decidir: hoje é o dia para evoluir. Hoje é o dia de tirar água de pedra; de transformar lágrimas de desânimo em diamantes de vida. O dia em que, mesmo mergulhado no caos pleno, retiramos experiências de vitórias. Que tenhamos em mente que, é fácil falar e muito fácil escrever, porém, no dia a dia, só o nosso verdadeiro desejo de superar, é que vai determinar, de fato, quem seremos nós amanhã.

    Superação: É o dínamo primordial de uma vida bem vivida.

    Superação é o conceito do qual mais deveríamos ter intimidade. É o conceito que precisaríamos investigar e colocarmos em prática toda beleza dos seus ensinamentos. Superação é a palavra que, quando compreendida, torna-se nossa força para caminhar em meio a este caos existencial, porque é a palavra que traz uma energia poderosa; energia capaz de nos tirar de nossa paralisia, do nosso medo, de nossas angústias e dúvidas que fazem parte do processo do caos existente em nós.

    O caos nosso de cada dia
    
    O mundo segue girando pelo caos primordial
    Movimentando independente do nosso sucesso
    Nossa existência jogada em tantas perturbações 
    Tudo o que se estagna, morre.
    
    Que o caos de cada dia
    Nos conceda sabedoria
    Nos possibilitando ver além de só mais um novo dia 
    De um existir que se supera a todo instante.
    
    Onde existe caos, há vida
    Deixados para a nossa evolução
    Querendo ou não
    Percepções de uma vida sublime.
    
    O dia só será completo
    Quando olharmos as possibilidades
    Quando simplesmente optarmos em vivê-las
    O sucesso passa por essa aceitação.
    
    O mundo segue girando
    Às vezes lento, em outras horas, rápido demais
    A vida segue acontecendo
    Às vezes, em meio as lágrimas, em outras, em felicidade.
    
    Carlos de Campos

    Para adquirir este livro em pré-lançamento, acesse: Enquanto a solidão me abraça

    Meta de sucesso em meio ao caos

Existência

Não existe dia tranquilo. Um dia em que possamos desfrutar da paz. Tudo está girando em meio a um caos constante e permanente, em que vai se promovendo o paradoxo da existência. Para isso, damos o nome de vida.
    Foto por Pixabay em Pexels.com
  • BIBLIOTERAPIA USA A LEITURA PARA TRATAR DEPRESSÃO E REDUZIR ESTRESSE E ANSIEDADE

    Por Luciane Borrmann

     Praticar a leitura faz bem à imaginação, à memória e aos neurônios.

    Um livro, um contador de histórias e um grupo de pessoas. Como isso pode influenciar a vida e a saúde de um indivíduo? Uma história ao ser lida, narrada ou dramatizada pode fazer surgir vários sentidos nas pessoas, estimular emoções, aliviar angústias pessoais, promover a empatia e identificação com os personagens, ver as coisas de outra maneira. As palavras têm o poder de transformação, tem conteúdo e significado, estruturam as nossas ideias e ajudam a desenvolver a nossa história como indivíduo. A leitura produz pensamento, gera oportunidades, aproxima pessoas e dá dignidade ao ser humano.

    Leitura competa aqui

    BIBLIOTERAPIA USA A LEITURA PARA TRATAR DEPRESSÃO E REDUZIR ESTRESSE E ANSIEDADE

  • Acolhimento

    Ofereço este poema a todos e a todas que seguem compartilham curtem esse canal. Que possamos ao longo do restante deste ano sermos surpreendido com muito amor, felicidade e paz. Que a energia de prosperidade, abundancia e saúde encontre a cada um. Valeu!!!!

    Acolhimento

    Momento propício para progredir

    Poder interior

    Focados seguimos.

    São muitas as provocações,

    Dias inteiros de frustrações

    A última palavra é nossa.

    A vida é assim.

    Existem situações que nos desanimam

    Outras nos eleva ao êxtase.

    O importante é reagir

    Nunca permanecer onde chegou

    A luta só começou.

    O ideal é desfazer os rancores

    Em que nem os sentidos compreendem

    Porque tantos desamores.

    Somos capazes de construir

    Um lar dedicado à paz

    O melhor é você quem faz.

    Mudanças são necessárias

    Ser empático é uma opção

    Apraz acolher as imperfeições.

    Carlos de Campos

    Acolhimento
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  • Comunicado – Carta às Brasileiras e aos Brasileiros

    Carta às Brasileiras e aos Brasileiros em defesa do Estado Democrático de Direito!

    Em agosto de 1977, em meio às comemorações do sesquicentenário de fundação dos Cursos Jurídicos no País, o professor Goffredo da Silva Telles Junior, mestre de todos nós, no território livre do Largo de São Francisco, leu a Carta aos Brasileiros, na qual denunciava a ilegitimidade do então governo militar e o estado de exceção em que vivíamos. Conclamava também o restabelecimento do estado de direito e a convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte.

    A semente plantada rendeu frutos. O Brasil superou a ditadura militar. A Assembleia Nacional Constituinte resgatou a legitimidade de nossas instituições, restabelecendo o estado democrático de direito com a prevalência do respeito aos direitos fundamentais.

    Temos os poderes da República, o Executivo, o Legislativo e o Judiciário, todos independentes, autônomos e com o compromisso de respeitar e zelar pela observância do pacto maior, a Constituição Federal.

    Sob o manto da Constituição Federal de 1988, prestes a completar seu 34º aniversário, passamos por eleições livres e periódicas, nas quais o debate político sobre os projetos para país sempre foi democrático, cabendo a decisão final à soberania popular.

    A lição de Goffredo está estampada em nossa Constituição “Todo poder emana do povo, que o exerce por meio de seus representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição”.

    Nossas eleições com o processo eletrônico de apuração têm servido de exemplo no mundo. Tivemos várias alternâncias de poder com respeito aos resultados das urnas e transição republicana de governo. As urnas eletrônicas revelaram-se seguras e confiáveis, assim como a Justiça Eleitoral.

    Nossa democracia cresceu e amadureceu, mas muito ainda há de ser feito. Vivemos em país de profundas desigualdades sociais, com carências em serviços públicos essenciais, como saúde, educação, habitação e segurança pública. Temos muito a caminhar no desenvolvimento das nossas potencialidades econômicas de forma sustentável. O Estado apresenta-se ineficiente diante dos seus inúmeros desafios. Pleitos por maior respeito e igualdade de condições em matéria de raça, gênero e orientação sexual ainda estão longe de ser atendidos com a devida plenitude.

    Nos próximos dias, em meio a estes desafios, teremos o início da campanha eleitoral para a renovação dos mandatos dos legislativos e executivos estaduais e federais. Neste momento, deveríamos ter o ápice da democracia com a disputa entre os vários projetos políticos visando convencer o eleitorado da melhor proposta para os rumos do país nos próximos anos.

    Ao invés de uma festa cívica, estamos passando por momento de imenso perigo para a normalidade democrática, risco às instituições da República e insinuações de desacato ao resultado das eleições.

    Ataques infundados e desacompanhados de provas questionam a lisura do processo eleitoral e o estado democrático de direito tão duramente conquistado pela sociedade brasileira. São intoleráveis as ameaças aos demais poderes e setores da sociedade civil e a incitação à violência e à ruptura da ordem constitucional.

    Assistimos recentemente a desvarios autoritários que puseram em risco a secular democracia norte-americana. Lá as tentativas de desestabilizar a democracia e a confiança do povo na lisura das eleições não tiveram êxito, aqui também não terão.

    Nossa consciência cívica é muito maior do que imaginam os adversários da democracia. Sabemos deixar ao lado divergências menores em prol de algo muito maior, a defesa da ordem democrática.

    Imbuídos do espírito cívico que lastreou a Carta aos Brasileiros de 1977 e reunidos no mesmo território livre do Largo de São Francisco, independentemente da preferência eleitoral ou partidária de cada um, clamamos as brasileiras e brasileiros a ficarem alertas na defesa da democracia e do respeito ao resultado das eleições.

    No Brasil atual não há mais espaço para retrocessos autoritários. Ditadura e tortura pertencem ao passado. A solução dos imensos desafios da sociedade brasileira passa necessariamente pelo respeito ao resultado das eleições.

    Em vigília cívica contra as tentativas de rupturas, bradamos de forma uníssona:

    Estado Democrático de Direito Sempre!!!!

    Faça parte dessa história. Assine a Carta.

    CONFIRA LISTA DE SIGNATÁRIOS

    “Em agosto de 1977, em meio às comemorações do sesquicentenário de fundação dos cursos jurídicos no país, o professor Goffredo da Silva Telles Junior, mestre de todos nós, no território livre do Largo de São Francisco, leu a Carta aos Brasileiros, na qual denunciava a ilegitimidade do então governo militar e o estado de exceção em que vivíamos. Conclamava também o restabelecimento do estado de direito e a convocação de uma Assembleia Nacional Constituinte.

    A semente plantada rendeu frutos. O Brasil superou a ditadura militar. A Assembleia Nacional Constituinte resgatou a legitimidade de nossas instituições, restabelecendo o estado democrático de direito com a prevalência do respeito aos direitos fundamentais.

    Temos os poderes da República, o Executivo, o Legislativo e o Judiciário, todos independentes, autônomos e com o compromisso de respeitar e zelar pela observância do pacto maior, a Constituição Federal.

    Sob o manto da Constituição Federal de 1988, prestes a completar seu 34º aniversário, passamos por eleições livres e periódicas, nas quais o debate político sobre os projetos para país sempre foi democrático, cabendo a decisão final à soberania popular.

    A lição de Goffredo está estampada em nossa Constituição “Todo poder emana do povo, que o exerce por meio de seus representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição”.

    Nossas eleições com o processo eletrônico de apuração têm servido de exemplo no mundo. Tivemos várias alternâncias de poder com respeito aos resultados das urnas e transição republicana de governo. As urnas eletrônicas revelaram-se seguras e confiáveis, assim como a Justiça Eleitoral.

    Nossa democracia cresceu e amadureceu, mas muito ainda há de ser feito. Vivemos em país de profundas desigualdades sociais, com carências em serviços públicos essenciais, como saúde, educação, habitação e segurança pública. Temos muito a caminhar no desenvolvimento das nossas potencialidades econômicas de forma sustentável. O Estado apresenta-se ineficiente diante dos seus inúmeros desafios.

    Pleitos por maior respeito e igualdade de condições em matéria de raça, gênero e orientação sexual ainda estão longe de ser atendidos com a devida plenitude.

    Nos próximos dias, em meio a estes desafios, teremos o início da campanha eleitoral para a renovação dos mandatos dos legislativos e executivos estaduais e federais. Neste momento, deveríamos ter o ápice da democracia com a disputa entre os vários projetos políticos visando convencer o eleitorado da melhor proposta para os rumos do país nos próximos anos.

    Ao invés de uma festa cívica, estamos passando por momento de imenso perigo para a normalidade democrática, risco às instituições da República e insinuações de desacato ao resultado das eleições.

    Ataques infundados e desacompanhados de provas questionam a lisura do processo eleitoral e o estado democrático de direito tão duramente conquistado pela sociedade brasileira. São intoleráveis as ameaças aos demais poderes e setores da sociedade civil e a incitação à violência e à ruptura da ordem constitucional.

    Assistimos recentemente a desvarios autoritários que puseram em risco a secular democracia norte-americana. Lá as tentativas de desestabilizar a democracia e a confiança do povo na lisura das eleições não tiveram êxito, aqui também não terão.

    Nossa consciência cívica é muito maior do que imaginam os adversários da democracia. Sabemos deixar ao lado divergências menores em prol de algo muito maior, a defesa da ordem democrática.

    Imbuídos do espírito cívico que lastreou a Carta aos Brasileiros de 1977 e reunidos no mesmo território livre do Largo de São Francisco, independentemente da preferência eleitoral ou partidária de cada um, clamamos as brasileiras e brasileiros a ficarem alertas na defesa da democracia e do respeito ao resultado das eleições.

    No Brasil atual não há mais espaço para retrocessos autoritários. Ditadura e tortura pertencem ao passado. A solução dos imensos desafios da sociedade brasileira passa necessariamente pelo respeito ao resultado das eleições.

    Em vigília cívica contra as tentativas de rupturas, bradamos de forma uníssona:

    Estado Democrático de Direito Sempre!

    https://direito.usp.br/noticia/3b538b27ab5e-comunicado-carta-as-brasileiras-e-aos-brasileiros
  • O mundo desenvolveu uma arma de guerra poderosa

    O mundo desenvolveu uma arma de guerra poderosa

    A negação é fruto de uma mentalidade fanática, mais preocupada com sua aceitação a um grupo desprovido de qualquer senso crítico, do que com qualquer simples responsabilidade social.
    A mentira, em guerra com a verdade, faz mover montanhas de conteúdo deturpado, serem elaboradas com requintes de maldade, a fim de espalhar a desinformação diariamente, sem podermos ter qualquer chance de respirar. É certo que, tanto empenho, todos os dias, acaba que transformando uma mentira em uma pseudoverdade e, essa pseudoverdade acaba tomando lugar de fala em debates.

    A razão do ser humano está sendo afetada pelos algoritmos


    Realmente, é quase impossível que na internet tenhamos uma fiscalização adequada e rigorosa para conseguir inibir os conteúdos tendenciosos e maliciosos. Tudo o que é produzido e reproduzido na internet, é fiscalizado por um algoritmo que foi pré-determinado a impedir certas palavras, certas características de um possível conteúdo com potencial perigoso, acabando por não funcionar como deveria, pelos motivos óbvios de que, tudo o que envolve o ser humano, está dentro de um contexto bem específico e, ao que me parece, é que o algoritmo ainda é incapaz de verificar o conteúdo dentro do seu contexto com tanta peculiaridade.

    O desequilíbrio emocional do ser humano é reflexo dos conteúdos que estão sendo produzidos na internet ?


    Quando o acesso a esse mundo tecnológico chegou em mãos, não conseguíamos digerir tanta informação com tanta rapidez. Ainda hoje, não nos ajustamos com a velocidade exigida de nós para absorvermos tantas informações. E o pior disso tudo é que deixamos de produzir conteúdo formativo e passamos a produzir conteúdo informativo; porque o conteúdo formativo leva tempo para ser produzido, leva tempo para ser assimilado e, para desenvolver um pensamento crítico, a partir daí. Já o conteúdo informativo, não exige tanto tempo de produção; não exigindo do leitor, tanto tempo para assimilação. E, tudo isso, o fazemos em nome dos likes, ou, o que é pior, em nome da rapidez; mesmo que essa rapidez exija de nós, o sacrifício do saber. Aquele saber que recebemos do processo de formação.
    Quando abrimos mão da formação em nome da rapidez da internet, nós decretamos o nosso fracasso emocional, o nosso fracasso do uso da razão; tendo assim que assumirmos que fracassamos como seres humanos.

    O que podemos esperar de uma geração que vive sob o domínio de algoritmos ?


    A sociedade global, precisa com urgência rever sua posição com relação à pandemia de mentiras produzidas em larga escala por meio da internet. Hoje, nosso cérebro foi adestrado para executarmos o que o algoritmo deseja que executemos e, como viciados, simplesmente executamos sem ao menos questionar o porque estamos fazendo isso, ou aquilo.
    A internet, com seus algoritmos, vem “comendo” o nosso cérebro, destruindo a nossa capacidade de fazermos conexões, nossa capacidade de produzirmos algo novo, fora da caixa da qualidade padronizada. A internet nos leva pelo emocional e sempre provoca em nós sentimentos positivos ou negativos, porém o faz constantemente, diariamente, sem tréguas. Somos assediados a todo instante pelos algoritmos que querem nos vender algo, querem nos propor algo, querem, querem, querem e se o nosso querer não está na mesma conexão do deles, eles nos fazem sentir mau porque não fizemos o que eles, os algoritmos nos pediam.
    É preciso fazer algo para que a tecnologia que a internet nos oferece, sendo tão útil, não nos faça nunca tê-la desejado.
    Que a nossa capacidade de pensar não seja automatizada e que nossos atos não sejam pautados pelas mentiras que acabam virando verdades. Não perca sua capacidade de sentir, de pensar por si mesmo, fora do mundo virtual. Que as mentiras ditas na internet não sejam a única fonte em que você se fundamente. Proteja a democracia, proteja sua sanidade mental, emocional e física. Faça da internet um lugar onde a verdade seja plena. Onde os conteúdos tendenciosos e maliciosos sejam extirpados de nossos feeds.

    Divino Bot
    
    O mundo perdeu a razão
    Se é que algum dia a teve
    O mundo perdeu o bom senso
    Se é que algum dia o teve.
    Nem tanto ao céu e tão pouco ao inferno
    O mundo gira em pleno inverno
    Nos fazendo ingerir cápsulas de ignorância
    A vida virtual é um barato e deprimente.
    
    Nada escapa do olhar do divino bot
    Em que somos devedores de honra e glória
    Somos seus servos e escravos Nada de amigos
    Submetidos a sua glória em nome da informação.
    
    A mãe de nossa alma
    Nos pede que sejamos mais atentos
    Cautelosos ao espalhar conteúdo pela internet
    Que o bem-estar e o bom senso  prevaleça.
    
    E que cada pessoa possa se sentir segura
    Que sua dignidade seja protegida
    Que os algoritmos sejam humanizados
    E que a nossa experiência na internet seja prazerosa.
    
    Carlos de Campos 
    
    Conteúdo que você também pode gostar 
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    PARDIEIRO
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    Enquanto a solidão me abraça
    
    O mundo desenvolveu uma arma de guerra poderosa
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  • Eu e você Proibido para menores de 18 anos

    ⁠Eu e você
    
    Teus seios macios apertados contra meu peito
    meus gemidos quando tu tocas meu corpo inteiro
    vibrações que nos levam pro inferno e para glória
    Mas só te quero e estou disposto a ir até o fim...
    Eu e você...
    Eu e você...
    Eu e você...
    Eu e você...
    
    Carlos de Campos 
  • https://www.pensador.com/frase/MzI0OTcyNQ/
    https://www.pensador.com/frase/MzI0OTcyNQ/
  • Era um fim de tarde quando nos apaixonamos

    Era um fim de tarde quando nos apaixonamos 
    
    Naquela tarde, experimentávamos o amor 
    Não deixamos para amanhã 
    Não flertávamos com a insegurança
    E o que prevalecia era o seu sorriso lindo. 
    
    Era uma tarde especial 
    Estávamos nos dedicando ao máximo 
    Porque o amor nos escolhera
    A vida que vivíamos nos trouxe até aqui.
    
    Agora, não me deixe sozinho
    Perdido em meio ao medo
    Repleto da tua ausência 
    Deixado na solidão. 
    
    Vamos nos encontrar ?
    Temos interesses em comum
    Desejamos nos conhecer
    O dia prossegue e não nos espera. 
    
    Espero por tua resposta 
    Carente, sigo com essa tua ausência 
    Quem sabe, um dia chegará 
    Em que o amor, finalmente, irá se manifestar em nós ?
    
    Carlos de Campos 
    
    Confira também
    
    O amor é quem tudo constrói
    Inteiro, sigo meu viver, simples e complexo
    De um processo doloroso a uma transformação libertadora
    
    
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    Enquanto a solidão me abraça
    Era um fim de tarde quando nos apaixonamos 

Naquela tarde, experimentávamos o amor 
Não deixamos para amanhã
    Foto por Jonathan Borba em Pexels.com
  • Escolha

    E sua escolha
    É ser honesto com você mesmo
    Quando quiser mudar e não conseguir.
    E entender que todos os caminhos têm uma origem
    E o futuro é o presente se acumulando.
    É não ter medo de perder o que já tinha.
    De se tornar diferente do que você já foi.
    De morrer para ressuscitar de uma forma mais pura e verdadeira.
    
    Carlos de Campos