• O sol ilumina as feridas abertas

    Redimensionando a ordem natural
    O epitáfio do ordenamento
    Em uma desordem acumulada
    Os segredos estão revelados.

    Fogem os homens entrincheirados
    Maculados em sua moral
    Definham-se em suas próprias mentiras
    Em sua última tentativa de nos ludibriar.

    Ousou dizer que era mentira
    Para que logo em seguida
    Fosse inquirido pela justiça,
    o tribunal da verdade popular.

    Ousou enganar quem a ti devotava total e enorme confiança
    Abutres de nossa dignidade
    Vendilhões de nossa amada democracia
    Quis o destino que hoje fosse o início do fim de sua dinastia.

    O que mais iremos encontrar nesse esgoto a céu aberto?
    O que diremos aos nossos filhos se nos omitirmos?
    O sol do meio-dia está iluminando essa ferida
    É chegada a hora de nos unirmos.

    Para que, fortalecidos, possamos
    Curar toda essa infecção
    Do nosso meio
    Esse é o presente que nos foi dado pelo nosso querido universo.

    
    
    
    
    
    Carlos de Campos 

  • No destino muitas vezes tortuoso a esperança aparece

    Em um sombrio momento
    Destila-se o veneno da incompreensão
    Joga-se tudo na mesma balança
    Os demônios grunhem de felicidade no inferno.

    Oh, gente mentirosa
    Demônios da desinformação
    Calem-se em nome da verdade
    Que os deixa nus em praça pública.

    Ouvi a vossa consciência, povo meu
    Não enterreis suas almas nos escombros da desinformação
    A verdade nua e crua está brilhando diante dos vossos olhos
    Afastai-vos dos demônios da mentira.

    Quem mais do que você conhece a verdade?
    Peço que todos olhem para seus próprios corações
    Perguntem ao seu coração quem fala a verdade?
    Voltem para dentro de si, peço a todos que meditem.

    O tempo urge em desespero
    Há pressão estrangeira tentando nos desorientar
    Permaneçam firmes com a verdade expressa na Constituição
    Não temais o patriarcado da mentira.

    No Brasil, a última palavra é do povo que vai às urnas
    Olhem para o passado e vejam quem tirou de nós o nosso progresso
    E, no presente, quem de fato trabalha para que tenhamos um futuro próspero?
    Olhem para o teu coração, é só o que te peço.

    Carlos de Campos