Montanha monumental
Montanhas monumentais...
Imensidão...
Como a montanha, assim é, igualmente, a nossa mente
Somos nós quem determinamos
Qual a montanha será o nosso monumento mental ?
Nevasca...
Uma deliciosa atração natural, quando moderada
Podemos até moldar o que desejamos.
Nevasca emocional...
Devemos moldar as possíveis soluções
Para superarmos o frio aterrador.
Verão escaldante...
Hidratação, para termos um verão saudável
Bebidas frias é uma solução refrescante.
A mente que cultiva problemas
É um deserto de 50 graus acima de 0
É como a mídia louca e incendiária.
Livros...
Para refrigerar o cérebro
Conexão entre o corpo e a mente.
Ir ao encontro de quem lhe dá prazer
Ir ao encontro de situações relaxantes
Ir ao encontro de si mesmo.
Nenhuma outra fórmula é tão mágica como essa
Se amar para desacelerar.
Mente calma
Vida repleta de saúde
Vivência do equilíbrio emocional.
O que me atrai, hoje ?
É a paz de espírito em tempo de turbulência
Ter uma mente calma, não significa ausência de contradições
Mente calma significa que aprendo todos os dias a ressignificar as contradições.
Estou com a mente calma
Quando estou aberto às possíveis mudanças cotidianas.
Carlos de Campos
PRÉ-LANÇAMENTO
Como humanidade, neste momento, passamos pela História; somos parte dela e enfrentamos mais este desafio que nos coloca diante de nossos maiores medos. Como já disse um poeta: “o medo cega os nossos sonhos”. E sonhos são carregados de sentimentos, desejos de realizações. Nesses tempos, sonhemos! O medo é natural, ele protege a vida, mas o sonho a impulsiona. O Amor, a beleza, a arte, a música, a poesia, é tudo o que move o sonho humano. Convidamos todos a manterem o foco em seus sonhos e esquecerem seus medos. Mergulhar numa boa leitura em vez de ligar a TV nos noticiários. Ouvir uma boa música, contemplar uma linda paisagem, uma arte. Respirar fundo e alcançar a certeza de que tudo isso passará, para que os nossos sonhos se realizem. Cuidem-se, também, interiormente. Resistiremos com poesia no coração.
Sobre o autor
Carlos de Campos nasceu em Biritiba Mirim, São Paulo, em 1980. Apaixonado por Poetrix. Em 2017, começou a escrever seus versos nas redes sociais, expressando-se de maneira profunda, em reflexões e observações sobre a condição humana, entre outras; analisando sua organização, atuação e intempéries emocionais, de forma leve, porém, concisa e incisiva. Não se deixando condicionar por padrões, investigando, atentamente, os recônditos mais conflitantes da existência e expressando-os, poeticamente, através do seu minucioso olhar.
Para adquirir este livro em pré-lançamento, acesse: AQUI
Montanha monumental
Montanhas monumentais…
Imensidão…
Como a montanha, assim é, igualmente, a nossa mente
Somos nós quem determinamos
Qual a montanha será o nosso monumento mental ?
Reciclar o que já foi, algum dia, reciclado
Pelo desânimo, deixo-me ser levado
Numa insólita viagem
À lugares estranhos
Des animado, estou eu.
Diariamente insisto em ser assim
Despreocupado
Para onde o desânimo pode me levar ?
É claro que tenho consciência das possíveis consequências
Então, eu, imediatamente ignoro.
No desânimo, até o raciocínio fica mais difícil
Mesmo porque, raciocinar nunca foi o meu forte
Só de pensar já sou tomado de desânimo.
No desânimo, não sinto dor
No desânimo, não tomo consciência de tanto desamor
O desânimo me leva exatamente onde quero estar.
Me leva a não mais sucumbir ao medo
Me leva ao limite de onde não podemos mais permanecer
Me leva a observar o que tanto criei resistência
Me leva a reconsiderar a minha própria vida.
Desânimo é o alerta de um fracasso existencial
É o grito da esperança querendo retornar
É o último primeiro esforço para levantar e seguir.
Seguir não significa carregar novamente todo o peso do mundo nas costas
Seguir é reciclar
Recriar a vida
A própria história
Reciclar pensamentos
Reciclar o que já foi, algum dia, reciclado
Só desejo que o viver seja intenso.
Carlos de Campos
PRÉ-LANÇAMENTO
Como humanidade, neste momento, passamos pela História; somos parte dela e enfrentamos mais este desafio que nos coloca diante de nossos maiores medos. Como já disse um poeta: “o medo cega os nossos sonhos”. E sonhos são carregados de sentimentos, desejos de realizações. Nesses tempos, sonhemos! O medo é natural, ele protege a vida, mas o sonho a impulsiona. O Amor, a beleza, a arte, a música, a poesia, é tudo o que move o sonho humano. Convidamos todos a manterem o foco em seus sonhos e esquecerem seus medos. Mergulhar numa boa leitura em vez de ligar a TV nos noticiários. Ouvir uma boa música, contemplar uma linda paisagem, uma arte. Respirar fundo e alcançar a certeza de que tudo isso passará, para que os nossos sonhos se realizem. Cuidem-se, também, interiormente. Resistiremos com poesia no coração.
Sobre o autor
Carlos de Campos nasceu em Biritiba Mirim, São Paulo, em 1980. Apaixonado por Poetrix. Em 2017, começou a escrever seus versos nas redes sociais, expressando-se de maneira profunda, em reflexões e observações sobre a condição humana, entre outras; analisando sua organização, atuação e intempéries emocionais, de forma leve, porém, concisa e incisiva. Não se deixando condicionar por padrões, investigando, atentamente, os recônditos mais conflitantes da existência e expressando-os, poeticamente, através do seu minucioso olhar.
Para adquirir este livro em pré-lançamento, acesse: AQUI
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