Gerador máximo do Amor Equilíbrio da personalidade Janela de frente para um jardim florido.
Independente da conduta tomada pelo filho O olhar de misericórdia sempre predomina Promovendo, pura e simplesmente, a justa justiça.
São poucas as mulheres que, Conscientes, rejeitam sua prole Escolhendo ceifar a vida.
Financeiramente, pobre No entanto, rica do essencial valor na formação de um caráter Carregada de dignidade e honestidade.
Como o sol que aquece Fazendo a vida brotar forte Tocando a alma de mansinho.
No momento em que a alma é transformada Nasce um ser humano repleto de infinitas possibilidades E a vida vai sendo forjada nas contradições diárias. Prelúdio do Amor presente Venha de onde vier e de quem vier O Amor sempre será algo extraordinário.
Respeito a vida de quem nos gerou a vida A compreensão nos momentos de “loucuras” Dignidade no cuidado.
Ser o reflexo do verdadeiro afeto O discernimento nos becos sem saídas Trabalhar para que a liberdade seja garantida.
No terminal rodoviário onde estou Observando a multidão indo e vindo Foi, justamente, na poltrona três que a encontrei Por aquela mulher, eu simplesmente me apaixonei.
Saímos da rodoviária para o nosso destino Sem nos olharmos Mesmo sabendo que o tempo, naquele momento não era problema E que, todo o nosso espaço, se resumia em alguns centímetros quadrados Não sabendo por qual razão, me sentia angustiado Por estar amando uma completa desconhecida.
A viagem continua pela madrugada adentro Enquanto todos dormiam, exceto o motorista e eu O meu coração se consumia Velando o sono de uma mulher que, eu nem mesmo conhecia.
Até que, em certo momento Senti meu corpo sendo jogado contra aquela mulher Aquela batida violenta me tirou a sangue frio A oportunidade de conhecer o meu amor desconhecido.
Hoje, depois de tanto tempo Trago a única imagem A imagem do seu último suspiro.
Constrangedora é tua bajulação Jogo de conversa fora Queima da própria imagem Proporcional ao tamanho do teu fim. O que te falta é uma imagem transparente Até a alma, é desonesto e chantagista Príncipe das maracutaias Dono das mil caras.
Passaram-se os anos Tua conduta em nada melhorou Continua o mesmo pontífice da malandragem.