Dor, morte, intrigas e decepções. Eis o resumo de nossas vidas. Vidas humanas que, diariamente, desperdiça uma enorme quantidade de energia, só para que essa dinâmica se mantenha viva em nossa sociedade.
A sociedade humana se tornou incapaz de focar no que de melhor a vida tem a nos oferecer. Hoje, o nosso existir, é um existir brigando com o paradoxo de ser feliz ou ser triste. Ser feliz, quando muitos estão tristes? Ser triste é um caminho fácil, pois não exige muita concentração mental para se manter neste estado, ao contrário da felicidade, que sempre estará nos convocando para algo a mais.
Penso que, não podemos nos permitir mergulhar num mar de desilusões. Já que nada podemos fazer para mudar a realidade do mundo a nossa volta, temos a obrigação de cuidar de cultivar a mudança do nosso mundo interior, e trabalhar para que as nossas energias sejam direcionadas ao encontro e a manutenção deste estado, movendo-nos harmoniosamente, para que o sentimento de felicidade transborde o ser, e que essa atitude seja o nosso remédio, seja a nossa contribuição para esse mundo, focado em dor, morte, intrigas, decepções e loucuras.
Carlos de Campos
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Como humanidade, neste momento, passamos pela História; somos parte dela e enfrentamos mais este desafio que nos coloca diante de nossos maiores medos. Como já disse um poeta: “o medo cega os nossos sonhos”. E sonhos são carregados de sentimentos, desejos de realizações. Nesses tempos, sonhemos! O medo é natural, ele protege a vida, mas o sonho a impulsiona. O Amor, a beleza, a arte, a música, a poesia, é tudo o que move o sonho humano. Convidamos todos a manterem o foco em seus sonhos e esquecerem seus medos. Mergulhar numa boa leitura em vez de ligar a TV nos noticiários. Ouvir uma boa música, contemplar uma linda paisagem, uma arte. Respirar fundo e alcançar a certeza de que tudo isso passará, para que os nossos sonhos se realizem. Cuidem-se, também, interiormente. Resistiremos com poesia no coração.
Sobre o autor
Carlos de Campos nasceu em Biritiba Mirim, São Paulo, em 1980. Apaixonado por Poetrix. Em 2017, começou a escrever seus versos nas redes sociais, expressando-se de maneira profunda, em reflexões e observações sobre a condição humana, entre outras; analisando sua organização, atuação e intempéries emocionais, de forma leve, porém, concisa e incisiva. Não se deixando condicionar por padrões, investigando, atentamente, os recônditos mais conflitantes da existência e expressando-os, poeticamente, através do seu minucioso olhar.
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Antes de tudo, o maior problema em viver uma “liberdade velada”, são nossas atitudes submissas. É mais que ter uma liberdade física. Em outras palavras exige um estado de libertação mental constante, que implica numa busca pela renovação de suas ideias. Levando-nos a um confronto real, motivado pela transformação dos nossos valores pessoais e sociais.
Em cada indivíduo, existe um desejo puro por liberdade. Uma liberdade em seu conceito genuíno, inocente, altruísta. A liberdade, para muitos, pode ser comparada a uma mãe a proteger seus filhos; envolvendo-os em seus braços e, em seus abraços reconfortantes.
A realidade se apresenta bem mais cruel, bem mais exigente com os nossos desejos mais nobres. Observamos em certos momentos que, de fato, estamos vivendo em uma solitária prisão. Além disso, em prisões construídas por nós e por um sistema sociopolítico-econômico que prefere que sigamos sem saber se existe algo que precisamos, de fato, saber.
Para a maioria dos seres humanos, o mundo se torna um lugar profundamente hostil. Pouco tempo depois, contrariadas por sua falta de obediência, ousam desafiar a si mesmas. E, começam a olhar pelas pequenas frestas das janelas de suas confortáveis prisões solitárias. Finalmente passam a enxergar um mundo bem mais colorido, interessante e contagiante.
O medo é um sentimento transformado em uma poderosa arma de manipulação em massa. Saiba qual é o medo que mais te domina e, descobrirá por quem você está sendo dominado ou manipulado.