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  • Curso: PNL Express – O Poder da Mente despertado e canalizado pela Programação Neurolinguística

    Buenos Días! ⚡

    Estamos quase na data de início do nosso Curso: PNL Express – O Poder da Mente despertado e canalizado pela Programação Neurolinguística que começa Sexta – Feira, além disso…

    Nossa aula será realizada no Zoom, ou seja, vocês terão a mesma experiência de sala de aula e farão práticas com os alunos colegas.
    https://andrepercia.com.br/pnl-express/

    Esse curso é o equivalente ao primeiro módulo da Formação Pessoal & Profissional PNL Practitioner com Certificação Internacional e aos que desejarem prosseguir na Formação receberão uma Oferta de matrícula no final do curso.

    Sejam todos bem-vindos!

    🕰️ Nossas aulas serão:

    PNL Express: O Poder da Mente despertado e canalizado pela Programação Neurolinguística.
    Master Trainer: André Pércia
    Introdução à Programação Neurolinguística – A história da PNL

    O que você vai aprender:

    1️⃣ Sexta das 18 às 21 horas: Aula 01
    O funcionamento mental desvendado (Modelo de comunicação da PNL).
    Segredos da PNL que Transformam Pessoas! – Pressupostos da PNL na prática.
    O Poder da Mente para Transformar Vidas

    2️⃣ Sábado das 18 às 21 horas: Aula 02
    Transformando SONHOS em METAS e METAS em REALIDADE!
    O segredo das pessoas de sucesso revelado!

    3️⃣ Domingo das 18 às 21 horas: Aula 03
    Mudando o significado interno de relacionamentos problemáticos (Posições Perceptuais).
    Aumentando seu poder de influência (Calibrando e fazendo rapport).

    Aplicação Prática:

    1 – Poderosos conhecimentos da Programação Neurolinguística para mudar sua vida pessoal e profissional.

    2 – Princípios e recursos da PNL para transformar vidas!

    3 – O segredo das pessoas de sucesso para também gerar sucesso e resultados em diversas áreas.

    4 – Mudar o significado de relacionamentos problemáticos.

    5 – Influenciar pessoas melhorando sua comunicação.

    Envio abaixo o link para vocês convidarem mais pessoas para nosso evento ser aproveitado por ainda mais pessoas!

    https://andrepercia.com.br/pnl-express/

    Fique atento ao email após sua inscrição para receber os materiais complementares.
    Te vejo na aula 01…

  • Por do sol

    Por do sol

    É fim de tarde
    Em cada momento da sua história
    Negar é ir contra essa possível “verdade”
    Me diga: “qual é, afinal, a tua verdade ?

    O fim da tarde se reflete em teus olhos
    Onde você quer estar ?
    O que isso significa pra você ?
    Relação ou intimidade ?

    Se celebra o fim quando se espera um bom começo
    O que você quer, deseja ou pretende começar ?
    É possível começar algo totalmente novob?

    E, para que começar algo novo, afinal ?
    Você deveria começar algo novo nessa idade e nesse momento ?
    Por enquanto, siga firme observando o lindo por do sol que se reflete em teus olhos.

    Carlos de Campos

    LANÇAMENTO

    Como humanidade, neste momento, passamos pela História; somos parte dela e enfrentamos mais este desafio que nos coloca diante de nossos maiores medos. Como já disse um poeta: “o medo cega os nossos sonhos”. E sonhos são carregados de sentimentos, desejos de realizações. Nesses tempos, sonhemos! O medo é natural, ele protege a vida, mas o sonho a impulsiona. O Amor, a beleza, a arte, a música, a poesia, é tudo o que move o sonho humano. Convidamos todos a manterem o foco em seus sonhos e esquecerem seus medos. Mergulhar numa boa leitura em vez de ligar a TV nos noticiários. Ouvir uma boa música, contemplar uma linda paisagem, uma arte. Respirar fundo e alcançar a certeza de que tudo isso passará, para que os nossos sonhos se realizem. Cuidem-se, também, interiormente. Resistiremos com poesia no coração.

    Sobre o autor

    Carlos de Campos nasceu em Biritiba Mirim, São Paulo, em 1980. Apaixonado por Poetrix. Em 2017, começou a escrever seus versos nas redes sociais, expressando-se de maneira profunda, em reflexões e observações sobre a condição humana, entre outras; analisando sua organização, atuação e intempéries emocionais, de forma leve, porém, concisa e incisiva. Não se deixando condicionar por padrões, investigando, atentamente, os recônditos mais conflitantes da existência e expressando-os, poeticamente, através do seu minucioso olhar.
    Para adquirir este livro em pré-lançamento, acesse: AQUI

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    Por do sol 

É fim de tarde
Em cada momento da sua história 
Negar é ir contra essa possível “verdade”
Me diga: “qual é, afinal, a tua verdade ?
    Foto por Mathew Thomas em Pexels.com
  • Vida sedimentada

    Vida sedimentada 
    
    Permanente é o devaneio 
    Como, também, é contínuo
    Intenso
    Porém, não passa de devaneio.
    
    Vou recolhendo as migalhas deixadas pelo caminho
    Caminho longo
    Sem discriminação ou falsas promessas
    Sem hora e nem espera.
    
    Ter medo faz parte da existência 
    Impondo a nós profundas observações 
    Mesmo sabendo que o medo é o pior dos sentimentos.
    
    O medo que nos faz viver das migalhas
    Nos fazendo perder ¹/4 da vida
    Vida sedimentada na própria história.
    
    Carlos de Campos 
    
    LANÇAMENTO
    
    Como humanidade, neste momento, passamos pela História; somos parte dela e enfrentamos mais este desafio que nos coloca diante de nossos maiores medos. Como já disse um poeta: “o medo cega os nossos sonhos”. E sonhos são carregados de sentimentos, desejos de realizações. Nesses tempos, sonhemos! O medo é natural, ele protege a vida, mas o sonho a impulsiona. O Amor, a beleza, a arte, a música, a poesia, é tudo o que move o sonho humano. Convidamos todos a manterem o foco em seus sonhos e esquecerem seus medos. Mergulhar numa boa leitura em vez de ligar a TV nos noticiários. Ouvir uma boa música, contemplar uma linda paisagem, uma arte. Respirar fundo e alcançar a certeza de que tudo isso passará, para que os nossos sonhos se realizem. Cuidem-se, também, interiormente. Resistiremos com poesia no coração.
    
    Sobre o autor
    
    Carlos de Campos nasceu em Biritiba Mirim, São Paulo, em 1980. Apaixonado por Poetrix. Em 2017, começou a escrever seus versos nas redes sociais, expressando-se de maneira profunda, em reflexões e observações sobre a condição humana, entre outras; analisando sua organização, atuação e intempéries emocionais, de forma leve, porém, concisa e incisiva. Não se deixando condicionar por padrões, investigando, atentamente, os recônditos mais conflitantes da existência e expressando-os, poeticamente, através do seu minucioso olhar.
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    Vida sedimentada 

Permanente é o devaneio 
Como, também, é contínuo
Intenso
Porém, não passa de devaneio.
    Foto por Hakeem James Hausley em Pexels.com
  • Teia

    Teia

    A teia vai sendo construída
    Vejo a engenharia da dona aranha
    A dona aranha é focada e talentosa
    Sem pressa segue construindo uma teia de qualidade.

    Quem sabe possamos aprender com a dona aranha
    Que a qualidade é que resiste as críticas
    Determinando a carreira de um artista
    Quem será a lenda ou só o momento.

    No momento nem sou apenas o momento
    Sou uma combinação de zero e um
    Sou dependente do algoritmo.

    Sabedoria, onde se encontra ?
    Escolhas avalizadas pelo poder da informação dada pelo algoritmo
    Descartamos nossa capacidade de decisão.

    Carlos de Campos

    LANÇAMENTO

    Como humanidade, neste momento, passamos pela História; somos parte dela e enfrentamos mais este desafio que nos coloca diante de nossos maiores medos. Como já disse um poeta: “o medo cega os nossos sonhos”. E sonhos são carregados de sentimentos, desejos de realizações. Nesses tempos, sonhemos! O medo é natural, ele protege a vida, mas o sonho a impulsiona. O Amor, a beleza, a arte, a música, a poesia, é tudo o que move o sonho humano. Convidamos todos a manterem o foco em seus sonhos e esquecerem seus medos. Mergulhar numa boa leitura em vez de ligar a TV nos noticiários. Ouvir uma boa música, contemplar uma linda paisagem, uma arte. Respirar fundo e alcançar a certeza de que tudo isso passará, para que os nossos sonhos se realizem. Cuidem-se, também, interiormente. Resistiremos com poesia no coração.

    Sobre o autor

    Carlos de Campos nasceu em Biritiba Mirim, São Paulo, em 1980. Apaixonado por Poetrix. Em 2017, começou a escrever seus versos nas redes sociais, expressando-se de maneira profunda, em reflexões e observações sobre a condição humana, entre outras; analisando sua organização, atuação e intempéries emocionais, de forma leve, porém, concisa e incisiva. Não se deixando condicionar por padrões, investigando, atentamente, os recônditos mais conflitantes da existência e expressando-os, poeticamente, através do seu minucioso olhar.
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    Teia 

A teia vai sendo construída 
Vejo a engenharia da dona aranha
A dona aranha é focada e talentosa
Sem pressa segue construindo uma teia de qualidade.
    Foto por Pixabay em Pexels.com
  • Nossa beleza interna

    Nossa beleza interna

    Ver está além do físico

    Conceito ou preconceito

    Ter ou não ter

    Não se limita ao externo.

    É mais fácil julgar pela aparência

    Perdemos o desejo e a capacidade de observar

    Cada detalhe em seus mínimos detalhes

    Observar como quem degusta admirado o que vê.

    Ver vai além do simples ver

    Ver está mais próximo do sentir

    Sentindo sem conter as lágrimas caindo.

    O belo se revela aos olhos dos que desejam ver

    O belo se revela quando se está inteiro no ato de observar

    O belo é um dom em ver a beleza que existe na vida

    Carlos de Campos

    LANÇAMENTO

    Como humanidade, neste momento, passamos pela História; somos parte dela e enfrentamos mais este desafio que nos coloca diante de nossos maiores medos. Como já disse um poeta: “o medo cega os nossos sonhos”. E sonhos são carregados de sentimentos, desejos de realizações. Nesses tempos, sonhemos! O medo é natural, ele protege a vida, mas o sonho a impulsiona. O Amor, a beleza, a arte, a música, a poesia, é tudo o que move o sonho humano. Convidamos todos a manterem o foco em seus sonhos e esquecerem seus medos. Mergulhar numa boa leitura em vez de ligar a TV nos noticiários. Ouvir uma boa música, contemplar uma linda paisagem, uma arte. Respirar fundo e alcançar a certeza de que tudo isso passará, para que os nossos sonhos se realizem. Cuidem-se, também, interiormente. Resistiremos com poesia no coração.

    Sobre o autor

    Carlos de Campos nasceu em Biritiba Mirim, São Paulo, em 1980. Apaixonado por Poetrix. Em 2017, começou a escrever seus versos nas redes sociais, expressando-se de maneira profunda, em reflexões e observações sobre a condição humana, entre outras; analisando sua organização, atuação e intempéries emocionais, de forma leve, porém, concisa e incisiva. Não se deixando condicionar por padrões, investigando, atentamente, os recônditos mais conflitantes da existência e expressando-os, poeticamente, através do seu minucioso olhar.
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    Nossa beleza interna

Ver está além do físico
Conceito ou preconceito
Ter ou não ter
Não se limita ao externo.
    Foto por Andrea Piacquadio em Pexels.com
  • No alvo

    No alvo

    Quando tudo parece tranquilo

    Quando sinto o vento em meu rosto

    Sou livre

    Estou leve.

    Tudo está tão macio

    Um paraíso

    Não quero deixar mais este lugar

    Quero sentir em mim a ressonância desse ambiente.

    Mergulhar

    Sem hora marcada para voltar

    Viver sem limites

    Experimentar a vida em todas as suas cores.

    Profundamente inspirado

    Proponho-me a fazer algo

    Quero algo

    Fico pensando sobre tudo isso.

    Pasmem

    A vida é sempre muito intrigante

    Nos deixando com uma certa sensação

    Que sensação forte é essa?

    No momento não sem o que dizer

    É uma sensação que me parece ótima

    Uma experiência única

    Poderia até dizer sublime.

    Miro no alvo na tentativa de acertar

    É como me sinto

    É o que desejo sentir

    Questionamentos que vão e que vem

    Com eles vem o medo e a indecisão

    Só me resta acertar o alvo e destruir toda a ilusão.

    Carlos de Campos

    LANÇAMENTO

    Como humanidade, neste momento, passamos pela História; somos parte dela e enfrentamos mais este desafio que nos coloca diante de nossos maiores medos. Como já disse um poeta: “o medo cega os nossos sonhos”. E sonhos são carregados de sentimentos, desejos de realizações. Nesses tempos, sonhemos! O medo é natural, ele protege a vida, mas o sonho a impulsiona. O Amor, a beleza, a arte, a música, a poesia, é tudo o que move o sonho humano. Convidamos todos a manterem o foco em seus sonhos e esquecerem seus medos. Mergulhar numa boa leitura em vez de ligar a TV nos noticiários. Ouvir uma boa música, contemplar uma linda paisagem, uma arte. Respirar fundo e alcançar a certeza de que tudo isso passará, para que os nossos sonhos se realizem. Cuidem-se, também, interiormente. Resistiremos com poesia no coração.

    Sobre o autor

    Carlos de Campos nasceu em Biritiba Mirim, São Paulo, em 1980. Apaixonado por Poetrix. Em 2017, começou a escrever seus versos nas redes sociais, expressando-se de maneira profunda, em reflexões e observações sobre a condição humana, entre outras; analisando sua organização, atuação e intempéries emocionais, de forma leve, porém, concisa e incisiva. Não se deixando condicionar por padrões, investigando, atentamente, os recônditos mais conflitantes da existência e expressando-os, poeticamente, através do seu minucioso olhar.
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    No alvo

Quando tudo parece tranquilo
Quando sinto o vento em meu rosto
Sou livre
Estou leve.
    Foto por Riccardo em Pexels.com
  • Refúgio

    Refúgio

    Negar em ser
    É o mesmo que suicídio
    É voltar-se contra a própria história
    É dizer não à existência.

    O desejo de não existir
    É não querer mais resolver problemas
    Aparentemente sem solução
    Uma vida acumulada de problemas atrás de problemas.

    Silêncio !
    Estou no quarto e no escuro
    Impotente diante de tua grandeza
    Como um novilho no matadouro.

    Peço o último copo gelado de cerveja
    Pela última noite de prazeres
    Nem mais um dia
    E nem mais uma noite.

    Amanheceu
    Os minutos vão se esgotando
    Eternos são os segundos
    Tédio, angústia e sofrimento me envolvem.

    Não há tempo para mais nada
    Só o frio e a sensação de não estar mais vivo
    Ausência de vida que se resume ao peso morto de um cadáver rígido.

    Oh morte !… E suas duras penas, que só nos angustiam
    Como cegos, caminhamos pela existência finita
    E nunca prontos para o derradeiro dia de estar em seu regaço.

    Carlos de Campos

    LANÇAMENTO

    Como humanidade, neste momento, passamos pela História; somos parte dela e enfrentamos mais este desafio que nos coloca diante de nossos maiores medos. Como já disse um poeta: “o medo cega os nossos sonhos”. E sonhos são carregados de sentimentos, desejos de realizações. Nesses tempos, sonhemos! O medo é natural, ele protege a vida, mas o sonho a impulsiona. O Amor, a beleza, a arte, a música, a poesia, é tudo o que move o sonho humano. Convidamos todos a manterem o foco em seus sonhos e esquecerem seus medos. Mergulhar numa boa leitura em vez de ligar a TV nos noticiários. Ouvir uma boa música, contemplar uma linda paisagem, uma arte. Respirar fundo e alcançar a certeza de que tudo isso passará, para que os nossos sonhos se realizem. Cuidem-se, também, interiormente. Resistiremos com poesia no coração.


    Sobre o autor


    Carlos de Campos nasceu em Biritiba Mirim, São Paulo, em 1980. Apaixonado por Poetrix. Em 2017, começou a escrever seus versos nas redes sociais, expressando-se de maneira profunda, em reflexões e observações sobre a condição humana, entre outras; analisando sua organização, atuação e intempéries emocionais, de forma leve, porém, concisa e incisiva. Não se deixando condicionar por padrões, investigando, atentamente, os recônditos mais conflitantes da existência e expressando-os, poeticamente, através do seu minucioso olhar.
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    Refúgio  

Negar em ser na vida 
É o mesmo que suicídio 
É voltar-se contra a própria história 
É dizer não à existência.
    Foto por Roman Kaiuk em Pexels.com
  • Medo que paralisa

    Medo que paralisa

    O medo é um sentimento paralisante
    Que nos impede de avançar
    Deixando tudo ainda mais difícil de suportar
    Tudo continua estagnado.

    Não adianta brigar com a consciência
    O medo é como um fantasma
    Nos pegando sempre desprevenidos
    Nos embriagando com pensamentos destrutivos.

    Na negação, é onde buscamos proteção
    Não é a melhor escolha
    É um caminho bem sinuoso.

    Nus, é como estamos diante do medo
    Como crianças assustadas
    Petrificados diante da própria irracionalidade.

    Carlos de Campos

    LANÇAMENTO

    Como humanidade, neste momento, passamos pela História; somos parte dela e enfrentamos mais este desafio que nos coloca diante de nossos maiores medos. Como já disse um poeta: “o medo cega os nossos sonhos”. E sonhos são carregados de sentimentos, desejos de realizações. Nesses tempos, sonhemos! O medo é natural, ele protege a vida, mas o sonho a impulsiona. O Amor, a beleza, a arte, a música, a poesia, é tudo o que move o sonho humano. Convidamos todos a manterem o foco em seus sonhos e esquecerem seus medos. Mergulhar numa boa leitura em vez de ligar a TV nos noticiários. Ouvir uma boa música, contemplar uma linda paisagem, uma arte. Respirar fundo e alcançar a certeza de que tudo isso passará, para que os nossos sonhos se realizem. Cuidem-se, também, interiormente. Resistiremos com poesia no coração.


    Sobre o autor


    Carlos de Campos nasceu em Biritiba Mirim, São Paulo, em 1980. Apaixonado por Poetrix. Em 2017, começou a escrever seus versos nas redes sociais, expressando-se de maneira profunda, em reflexões e observações sobre a condição humana, entre outras; analisando sua organização, atuação e intempéries emocionais, de forma leve, porém, concisa e incisiva. Não se deixando condicionar por padrões, investigando, atentamente, os recônditos mais conflitantes da existência e expressando-os, poeticamente, através do seu minucioso olhar.
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    Medo que paralisa

O medo é um sentimento paralisante 
Que nos impede de avançar
Deixando tudo ainda mais difícil de suportar
Tudo continua estagnado.
    Foto por MART PRODUCTION em Pexels.com
  • Dai-nos deste pão, agora e sempre

    Dai-nos deste pão, agora e sempre
    O pão nosso de cada dia
    Essencial para uma vida digna
    Vida pautada em sofrimento e esperança
    Sustentada pela solidariedade que nos oprime.

    O pão nosso de cada dia
    Dai-nos coragem para sobrevivermos por mais este dia
    Dai-nos força para lutarmos por mais um dia de justiça
    Dai-nos lágrimas para suportarmos o silêncio da existência.

    O pão da humilhação
    O pão negado por Deus aos pobres
    O pão da injustiça que provoca a fome, miséria e morte.

    Dai-nos o pão que nunca foi nosso
    Livra-nos do trabalho escravo, da peste, e por sorte, da morte
    Nosso foi, é, e sempre será, o desrespeito dos Poderes Constituídos.

    Carlos de Campos

    LANÇAMENTO

    Como humanidade, neste momento, passamos pela História; somos parte dela e enfrentamos mais este desafio que nos coloca diante de nossos maiores medos. Como já disse um poeta: “o medo cega os nossos sonhos”. E sonhos são carregados de sentimentos, desejos de realizações. Nesses tempos, sonhemos! O medo é natural, ele protege a vida, mas o sonho a impulsiona. O Amor, a beleza, a arte, a música, a poesia, é tudo o que move o sonho humano. Convidamos todos a manterem o foco em seus sonhos e esquecerem seus medos. Mergulhar numa boa leitura em vez de ligar a TV nos noticiários. Ouvir uma boa música, contemplar uma linda paisagem, uma arte. Respirar fundo e alcançar a certeza de que tudo isso passará, para que os nossos sonhos se realizem. Cuidem-se, também, interiormente. Resistiremos com poesia no coração.


    Sobre o autor


    Carlos de Campos nasceu em Biritiba Mirim, São Paulo, em 1980. Apaixonado por Poetrix. Em 2017, começou a escrever seus versos nas redes sociais, expressando-se de maneira profunda, em reflexões e observações sobre a condição humana, entre outras; analisando sua organização, atuação e intempéries emocionais, de forma leve, porém, concisa e incisiva. Não se deixando condicionar por padrões, investigando, atentamente, os recônditos mais conflitantes da existência e expressando-os, poeticamente, através do seu minucioso olhar.
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    Dai-nos deste pão, agora e sempre

O pão nosso de cada dia
Essencial para uma vida digna 
Vida pautada em sofrimento e esperança
Sustentada pela solidariedade que nos oprime.
    Foto por Flo Maderebner em Pexels.com
  • Give us this bread, now and always, versions in English, Spanish, Italian and French

    Give us this bread, now and always

    Our daily bread

    Essential for a dignified life

    Life based on suffering and hope

    Sustained by the solidarity that oppresses us.

    Our daily bread

    Give us courage to survive this day

    Give us strength to fight for one more day of justice

    Give us tears to bear the silence of existence.

    The bread of humiliation

    The bread denied by God to the poor

    The bread of injustice that causes hunger, misery and death.

    Give us the bread that was never ours

    Free us from slave labor, from the plague, and luckily, from death

    Ours was, is, and always will be, the disrespect of the Constituted Powers.

    Danos este pan, ahora y siempre

    Nuestro pan

    Esencial para una vida digna

    Vida basada en el sufrimiento y la esperanza

    Sostenida por la solidaridad que nos oprime.

    Nuestro pan de cada día

    Danos coraje para sobrevivir este día

    Danos fuerza para luchar por un día más de justicia

    Danos lágrimas para soportar el silencio de la existencia.

    El pan de la humillación

    El pan negado por Dios a los pobres

    El pan de la injusticia que provoca hambre, miseria y muerte.

    Danos el pan que nunca fue nuestro

    Líbranos del trabajo esclavo, de la peste y, por suerte, de la muerte

    Lo nuestro fue, es y será siempre el irrespeto de los Poderes Constituidos.

    Dacci questo pane, ora e sempre

    Il nostro pane quotidiano

    Essenziale per una vita dignitosa

    Vita basata sulla sofferenza e sulla speranza

    Sostenuta dalla solidarietà che ci opprime.

    Il nostro pane quotidiano

    Dacci il coraggio di sopravvivere a questo giorno

    Dacci la forza di lottare per un giorno in più di giustizia

    Dacci le lacrime per sopportare il silenzio dell’esistenza.

    Il pane dell’umiliazione

    Il pane negato da Dio ai poveri

    Il pane dell’ingiustizia che provoca fame, miseria e morte.

    Dacci il pane che non è mai stato nostro

    Liberaci dal lavoro degli schiavi, dalla peste e, per fortuna, dalla morte La

    nostra era, è e sarà sempre la mancanza di rispetto dei Poteri Costituiti.

    Donne-nous ce pain, maintenant et toujours

    Notre pain quotidien

    Indispensable pour une vie digne Une vie

    basée sur la souffrance et l’espérance

    Soutenue par la solidarité qui nous opprime.

    Notre pain quotidien

    Donne-nous le courage de survivre à ce jour

    Donne-nous la force de lutter pour un jour de plus de justice

    Donne-nous des larmes pour supporter le silence de l’existence.

    Le pain de l’humiliation

    Le pain refusé par Dieu aux pauvres

    Le pain de l’injustice qui cause la faim, la misère et la mort.

    Donne-nous le pain qui n’a jamais été le nôtre

    Libère-nous du travail des esclaves, de la peste et, heureusement, de la mort Le

    nôtre était, est et sera toujours l’irrespect des Pouvoirs constitués.