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  • Livro 7: A filosofia do gramado (Poema 02/60) Opor-se ao destino

    "Opor-se ao destino

    Sem destino certo
    Sou como a bola esperando alguém chutar
    Sou a estagnação de medo
    De quem se vê em um estádio lotado."

    https://caravanagrupoeditorial.com.br/produto/enquanto-a-solidao-me-abraca/

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    Livro 7: A filosofia do gramado (Poema 02/60)

    Opor-se ao destino

    Sem destino certo
    Sou como a bola esperando alguém chutar
    Sou a estagnação de medo
    De quem se vê em um estádio lotado.

    Caminho no tempo
    O tempo que faz o jogo correr
    Que faz a vida acontecer
    Sou a bola no tempo presente.

    No templo interior
    Está acontecendo o maior jogo da minha vida
    Cada segundo que passa me deixa mais próximo da derrota
    Sou a bola que depende de pés habilidosos.

    Os segundos passam
    Cadenciam para um final traumático
    Sem direção

    O eterno tempo que não passa.
    Migalha é o nosso tempo
    O tempo que angustia a alma
    Que sofre com a obsessão
    Bom é cada vez mais sentir.

    Sentir o jogo da vida que está sendo jogado
    Sentir a oposição de uma vida angustiada
    O jogo está sendo jogado com a vida
    E o jogo ainda é muito truncado.

    Carlos de Campos

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  • Livro 5: FENAs/OVNIs (Poema 02/60) Surge o ícone de nossa história

    Livro 5: FENAs/OVNIs (Poema 02/60) 

    Surge o ícone de nossa história

    O céu nos revela paranormalidades,
    tão naturais que chegam a nos dar medo.
    O medo que sentimos
    é a verdade que não queremos admitir?

    São diferentes as formas de vermos o mesmo objeto.
    Quem está falando a verdade?
    O poder?
    O indivíduo?

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    Um fenômeno análogo aéreo
    é real?
    Por que sentimos a necessidade da fantasia?
    Há quem diga que nós nem existimos para esta vida.

    Ou que existem outras versões de nós?
    Em que realidade eu devo acreditar?
    O que devo aceitar?
    O que devo questionar?

    O fato é que somos amaldiçoados por uma consciência,
    e essa consciência é questionadora demais.
    Ela é inquieta e não se sente à vontade
    diante da nossa realidade.

    Existe algo ou alguém além de nós, nesta Terra?
    Aeronaves não identificadas são aquilo que desejamos que sejam?
    Enquanto não sabemos a verdade,
    a prudência nos pede que tenhamos dúvidas e muitos questionamentos.

    Carlos de Campos
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