Ir é sentir que a mudança é necessária, ir é decidir permitir que a mudança aconteça. Quero deixar ir, ir embora para bem longe tão longe que não saiba mais voltar.
Onde cada pessoa ao se ver não reconhece na imagem em que se vê. Ver é ir além para que as mudanças aconteçam. É se casar com a própria imagem. Ir cabe a aceitação.
Quem se recusou a ir além? Além das fronteiras? Além de tudo o que é posto? Posto em nossa garganta abaixo? Ir além da fronteira é necessário é um ato de coragem porque exige de nós sempre mudanças.
Vá para dentro de si, de sua realidade persistente que bloqueia o que você permitiu ir, que não facilita a sua decisão de mudança. O muro está posto diante de ti. Para seguir é preciso ir além.
São as lembranças dolorosas que te prendem São as decisões que te assustam São como névoas em uma estrada de madrugada que reduz a nossa visibilidade, a nossa lucidez para que possamos ir além. O que precisamos fazer? É ir além.
O que fazer depende do que você decidir independente de qual seja a sua decisão, ela sempre será uma decisão acertada, porque sempre será uma decisão de quem decidiu decidir ir além. Ir além é decidir-se pela mudança.
São os elementos. São frutos proibidos desta vida. São os elementos de uma vida apodrecida. São o que são em minha vida.
São os seus sinais, sinais estes interrompidos. São os sinais dos elementos corrompidos. Não sei como seguir, mas eu sigo.
Destemido, sigo no mesmo ritmo, no ritmo de desfazer as ilusões da história contada de outra forma.
A fórmula mágica dos destemidos, dos que desejam vencer, sofrer. Este é o caminho que evito percorrer.
No salão, descobri um mistério: está guardado debaixo do piso que sustenta os passos da minha história e que ignora o fato.
De que esse mistério é a fórmula mágica para o meu sucesso. E de que esse é o fato que jamais deve ser ignorado.
Carlos de Campos
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