Tag: Mulher

  • Pelo suave

    Pelo suave
    
    insistí en una relación abusiva, porque pensé que un día todo cambiaría para mejor y que las cosas estarían en paz. Solo que, cuanto más lo intentaba, más me causaba dolor toda esa situación. más Mis sentimientos me asolaron intensidad que de costumbre. Todo eso me duele a diario; profundizando mis heridas, que sangraban constantemente, y traía consigo un dolor que me desgarraba, aún más, por dentro.
    
    Lo que en un principio me pareció una actitud de amor y cuidado, poco a poco se fue revelando como unos celos enfermizos. Y, poco a poco, se fue transformando en un sentimiento obsesivo de desconfianza a la traición, a las intrigas imaginarias, sin fundamento alguno. Si es necesario que haya alguna razón, cuando lo que realmente buscas es simplemente tener el placer de someter al otro a tu tiranía.
    
    ¿Dónde me equivoqué, para estar donde estoy?
    ¿Y cómo me salvo de toda esta situación?
    Me pierdo en los más diversos pensamientos, buscando a alguien que sepa encontrar la forma de escapar, en vano, al menos por hoy.
    
    Son días, meses, años de estar sometido a este calvario de dolor, sufrimiento y humillación. Sufrimientos que no me traen ninguna redención. Además de la enfermiza satisfacción de alguien que alguna vez se comprometió a amarme y cuidarme. Sé lo que tengo que hacer, pero no sé cómo hacerlo, y si estaré a salvo al final del día.
    
    Ya no aguanto más todo este sufrimiento físico y psicológico. Y escuchar a la gente con sus soluciones fáciles y banales para solucionar problemas que no son suyos.
    Muchos me dicen que yo soy la causa de mis problemas; que busqué este sufrimiento y que quiero estar en la vida que estoy viviendo.
    
    
    Soft hair
Pelo suave
    Foto por Lucas Pezeta em Pexels.com
  • O que é ser contemporâneo da internet?

    O que é ser contemporâneo da internet ?
    
    Me permita refletir, um momento, sobre o que é ser contemporâneo da internet. Quando observamos o processo de produção que a internet nos proporciona, nossa única reação é de júbilo, êxtase, pela rapidez com que nos informamos ou produzimos alguma coisa, quase que instantâneamente. É tudo o que desejávamos!
    
    Aconteceu que, a internet foi evoluindo e, com ela, foi evoluindo a necessidade de nos mantermos conectados. A aplicação dos algoritmos evoluiu tanto, que hoje temos, praticamente, uma “inteligência artificial” que, num banco de dados, reúne milhares de informações e, produz em segundos outras tantas milhares de informações. Poderíamos pensar sobre tantas consequências positivas e outras tantas negativas, mas quero me ater, justamente, a um ponto negativo, essencial, que assola as pessoas em nossa sociedade. O ponto negativo que mais tem nos destruído é a vida que levamos dependentes da conexão na internet. Ao ponto de não conseguirmos mais ficar, nem por um instante sem estar conectado a alguma coisa na rede.
    
    O problema de nossa era digital é que vai nos transformando em um corpo sem capacidades cognitivas mínimas de raciocínio. E pior são as toneladas de informações que recebemos, informações essas que quando nos chegam já são informações que se tornaram obsoletas, quase que no mesmo instante. O que nos prejudica ainda mais no nosso poder de tirar nossas próprias conclusões.
    
    Somos corpos com uma alma conectada a tudo e a nada, simultaneamente. Somos, cotidianamente, informados e pouco formados. Acabamos por nos deixar cair em um imenso prejuízo cultural, ou pior, por tornar nossa sanidade mental abalada, sem o mínimo de capacidade para lidar com tais emoções que foram produzidas pelo vício da internet, vício em sentir a necessidade de estar sempre conectado.
    
    Resistir a todo esse movimento de novidades é uma missão quase impossível, porém, é uma missão fundamental; uma missão nobre, por ter como nossa principal meta a salvação de nossa sanidade mental. Para uma pessoa conseguir vencer as investidas desse poderoso e complexo sistema com uma tecnologia altamente avançada e desumana, é impensável. E, por essa razão é que somos presas fáceis. É como areia movediça, quanto mais nos movimentamos para sair, mas somos engolidos. A tecnologia moderna é exatamente assim, quanto mais queremos sair do vício que estamos expostos, mais os algoritmos trabalham para nos convencer que precisamos continuar onde estamos. O que podemos esperar do futuro diante desse movimento silencioso e eficiente, que  percorre com suas informações, os nossos cabos de internet ?
    
    Nossa sanidade mental é invadida por tantas e tão diferentes informações que vamos adoecendo sem nos darmos conta.  Pouco a pouco, a nossa razão é engolida, nos impedido de usar a nossa capacidade de pensar, nos deixando vulneráveis diante do que devíamos ser críticos. Todo o nosso mecanismo que nos possibilitaria uma defesa, está submerso na letargia pelo excesso de informações desencontradas que nos impedem de formular qualquer questionamento válido. Vamos nos afundando na areia até cairmos em total depressão por que não vemos mais sentido em nada nessa vida.
    
    
    O remédio contra essa perda extrema do sentido de vida é justamente o uso da razão. Por isso o ideal é se colocar com o espírito crítico de quem se dá a prerrogativa de questionar o que está lendo, ouvindo, vendo e buscando.  Não questionar por questionar, e sim buscar entender o que se passa a sua volta e, ainda assim, saber que tudo o que aí se coloca não é a verdade em si e sim parte de uma verdade, um ponto de vista. 
    
    Quando buscamos outras informações a respeito do que estamos lendo nos ajuda a aprofundarmos o nosso conhecimento naquele determinado assunto, desenvolvendo nossa formação. As informações que recebemos quando são aprofundadas se consolidam passando a ser um conteúdo que nos forma a razão e o nosso caráter. Essa é a enorme recompensa que a leitura crítica das informações que recebemos nos dá.
    
    Quando admitimos que o nosso anseio por consumo de informações é tão somente para saciar nossa ânsia imposta a nós mesmos pela tecnologia, é então, o momento que tudo dentro de nós se pacifica, nos livrando de todo vício e preguiça. Diante de tudo isso, tudo o que vier se tornará a razão que, é a fonte de vida a vibrar dentro de nós.
    
    Espero que esse texto tenha provocado em você a curiosidade. São tantas as possibilidades de conhecimento que a internet nos traz, e esse é o ponto maravilhoso da internet que temos que cultivar para termos uma vida mental saudável. É preciso que façamos as escolhas certas quando estamos conectados a rede, para que essa forma de se comportar seja um hábito benéfico.  Escolha individual que produzirá serenidade.
    
    A missão desse texto é, simplesmente, de agitar as águas da sua vida, caso ela esteja parada. A criação é movimento, como também é saúde, vida e a informação é esse movimento que mexe com o nosso espírito crítico que é quem nos dá a chave para reconhecer mentiras e injustiças.
    O que é ser contemporâneo da internet ?
    Foto por cottonbro studio em Pexels.com
  • Soft hair

    Soft hair
    
    I insisted on an abusive relationship, because I thought that one day everything would change for the better and that things would be at peace. Only, the more I tried, the more that whole situation caused me pain.more My feelings ravaged me intensity than usual. All that hurt me daily; deepening my wounds, which bled constantly, and brought with it a pain that tore me apart, even more, inside.
    
    What seemed to me, at first, an attitude of love and care, gradually revealed itself as an unhealthy jealousy. And, gradually, it was transformed into an obsessive feeling of distrust of betrayal, of imaginary intrigues, without any foundation. If there needs to be any reason at all, when what you are really looking for is simply having the pleasure of subjecting the other to your tyranny.
    
    Where did I go wrong, to be where I am?
    And how do I save myself from this whole situation?
    I get lost in the most different thoughts, looking for someone who knows how to find a way to escape, in vain, at least for today.
    
    It's days, months, years of being subjected to this ordeal of pain, suffering and humiliation. Sufferings that do not bring me any redemption. In addition to the sick satisfaction of someone who once committed to loving and caring for me. I know what I need to do, I just don't know how to do it, and if I'll be safe by the end of the day.
    
    I can't take all this physical and psychological suffering anymore. And listening to people with their easy and banal solutions to solve problems that are not theirs.
    Many tell me that I am the cause of my problems; that I looked for this suffering and that I want to be in the life I'm living.
    
    Not !
    Enough of all this suffering! I'm tired, disoriented... I'm going to run away tonight!
    Living a secluded life, in some corner, is better than this life I'm living.
    I can already see the colors of the sun. I feel the taste of life in my mouth. I believe it is a good sign.
    
    Foto por Lucas Pezeta em Pexels.com
  • Em tuas mãos

    Em tuas mãos
    
    O desejo de fugir, revela o que tentamos a todo custo esconder, sem muito sucesso. Enfrentemos nossos medos de encarar a nossa realidade. Basta admitirmos que temos problemas o suficiente e que não sabemos como resolvê-los. Por isso, preferimos não aceitar, como nossa, a própria realidade.
    
    Apesar do medo, o melhor que precisamos fazer é enfrentar, com coragem e determinação, a cada uma das diversas e diferentes assombrações que forem se apresentando diante de nós. Somente assim é que teremos condições de, quem sabe, no final, vencermos.
    
    E quem sabe poderemos experimentar esse momento oportuno, saboreando o gosto da vitória ? Vitória travada com nossas próprias mãos diante de nossas mais absurdas e tão contraditórias convicções. Saborearmos a vitória diante dos desaforos que as pessoas e o mundo nos oferecem, e nós, com grandeza, o retribuímos com o mais puro e nobre ato de compaixão.
    
    A nossa missão é de transformarmos o “mundo” em que vivemos em um “mundo” que seja como o mais belo jardim cultivado. Que possamos oferecer o mais delicioso mel, do amor que nós mesmos produzimos, na fraternidade, compaixão, alegria e solidariedade.
    
    Que as nossas mãos possam ser a diferença na nossa própria vida, na vida do outro e de toda a sociedade. Precisamos transbordar mais desses sentimentos que geram vida. Deixem as armas, abaixem as guardas e acolham uns aos outros com um forte abraço.
    
    In your hands En tus manos Nelle tue  mani Em tuas mãos
    Foto por Pixabay em Pexels.com
  • Nelle tue mani

    Nelle tue mani
    
    La voglia di evadere, svela ciò che cerchiamo a tutti i costi di nascondere, senza molto successo. Affrontiamo le nostre paure per affrontare la nostra realtà. Ammetti solo che abbiamo già abbastanza problemi e non sappiamo come risolverli. Pertanto, preferiamo non accettare la realtà stessa come nostra.
    
    Nonostante la paura, la cosa migliore che dobbiamo fare è affrontare, con coraggio e determinazione, ognuno dei diversi e diversi ritrovi che si presentano davanti a noi. Solo così potremo, chissà, alla fine vincere.
    
    E chissà, forse potremo vivere questo momento opportuno, assaporando il sapore della vittoria? La vittoria combattuta con le nostre stesse mani di fronte alle nostre convinzioni più assurde e così contraddittorie. Gustiamo la vittoria di fronte alle sfide che le persone e il mondo ci offrono e noi, con grandezza, la ripaghiamo con il più puro e nobile atto di compassione.
    
    La nostra missione è trasformare il “mondo” in cui viviamo in un “mondo” che sia come il più bel giardino coltivato. Possiamo offrire il miele più delizioso, dall'amore che noi stessi produciamo, in fraternità, compassione, gioia e solidarietà.
    
    Possano le nostre mani fare la differenza nella nostra vita, nella vita degli altri e nella società nel suo complesso. Abbiamo bisogno di traboccare di più di questi sentimenti che generano la vita. Abbassate le armi, abbassate le guardie e accoglietevi in ​​un grande abbraccio.
    
    In your hands En tus manos Nelle tue mani
    Foto por Pixabay em Pexels.com
  • En tus manos

    En tus manos
    
    El deseo de escapar, revela lo que tratamos de ocultar a toda costa, sin mucho éxito. Enfrentemos nuestros miedos para enfrentar nuestra realidad. Simplemente admitamos que tenemos suficientes problemas y no sabemos cómo resolverlos. Por lo tanto, preferimos no aceptar la realidad misma como nuestra.
    
    A pesar del miedo, lo mejor que tenemos que hacer es enfrentar, con coraje y determinación, cada uno de los diversos y diferentes fantasmas que se presentan ante nosotros. Solo así podremos, quién sabe, al final ganar.
    
    Y quién sabe, tal vez podamos experimentar este momento oportuno, disfrutando el sabor de la victoria. La victoria peleada con nuestras propias manos frente a nuestras más absurdas y tan contradictorias convicciones. Gustamos la victoria ante los desafíos que nos ofrecen los pueblos y el mundo, y nosotros, con grandeza, la retribuimos con el más puro y noble acto de compasión.
    
    Nuestra misión es transformar el “mundo” en el que vivimos en un “mundo” que sea como el más hermoso jardín cultivado. Que podamos ofrecer la miel más deliciosa, desde el amor que nosotros mismos producimos, en la fraternidad, la compasión, la alegría y la solidaridad.
    
    Que nuestras manos marquen la diferencia en nuestras propias vidas, en la vida de los demás y en la sociedad en su conjunto. Necesitamos desbordar más de estos sentimientos que generan vida. Bajad las armas, bajad la guardia y dados la bienvenida con un gran abrazo.
    
    In your hands
En tus manos
    Foto por Pixabay em Pexels.com
  • In your hands

    In your hands
    
    The desire to escape, reveals what we try at all costs to hide, without much success. Let's face our fears to face our reality. Just admit that we have enough problems and we don't know how to solve them. Therefore, we prefer not to accept reality itself as ours.
    
    Despite the fear, the best thing we need to do is to face, with courage and determination, each of the diverse and different haunts that appear before us. Only in this way will we be able to, who knows, in the end, win.
    
    And who knows, maybe we will be able to experience this opportune moment, enjoying the taste of victory? Victory fought with our own hands in the face of our most absurd and so contradictory convictions. We taste victory in the face of the challenges that people and the world offer us, and we, with greatness, repay it with the purest and noblest act of compassion.
    
    Our mission is to transform the “world” we live in into a “world” that is like the most beautiful cultivated garden. May we offer the most delicious honey, from the love that we ourselves produce, in fraternity, compassion, joy and solidarity.
    
    May our hands make the difference in our own lives, in the lives of others and in society as a whole. We need to overflow more of these feelings that generate life. Put down your weapons, let your guards down and welcome each other in a big hug.
    
    
    Foto por Pixabay em Pexels.com