Tag: Mulher

  • Teia

    Teia

    A teia vai sendo construída
    Vejo a engenharia da dona aranha
    A dona aranha é focada e talentosa
    Sem pressa segue construindo uma teia de qualidade.

    Quem sabe possamos aprender com a dona aranha
    Que a qualidade é que resiste as críticas
    Determinando a carreira de um artista
    Quem será a lenda ou só o momento.

    No momento nem sou apenas o momento
    Sou uma combinação de zero e um
    Sou dependente do algoritmo.

    Sabedoria, onde se encontra ?
    Escolhas avalizadas pelo poder da informação dada pelo algoritmo
    Descartamos nossa capacidade de decisão.

    Carlos de Campos

    LANÇAMENTO

    Como humanidade, neste momento, passamos pela História; somos parte dela e enfrentamos mais este desafio que nos coloca diante de nossos maiores medos. Como já disse um poeta: “o medo cega os nossos sonhos”. E sonhos são carregados de sentimentos, desejos de realizações. Nesses tempos, sonhemos! O medo é natural, ele protege a vida, mas o sonho a impulsiona. O Amor, a beleza, a arte, a música, a poesia, é tudo o que move o sonho humano. Convidamos todos a manterem o foco em seus sonhos e esquecerem seus medos. Mergulhar numa boa leitura em vez de ligar a TV nos noticiários. Ouvir uma boa música, contemplar uma linda paisagem, uma arte. Respirar fundo e alcançar a certeza de que tudo isso passará, para que os nossos sonhos se realizem. Cuidem-se, também, interiormente. Resistiremos com poesia no coração.

    Sobre o autor

    Carlos de Campos nasceu em Biritiba Mirim, São Paulo, em 1980. Apaixonado por Poetrix. Em 2017, começou a escrever seus versos nas redes sociais, expressando-se de maneira profunda, em reflexões e observações sobre a condição humana, entre outras; analisando sua organização, atuação e intempéries emocionais, de forma leve, porém, concisa e incisiva. Não se deixando condicionar por padrões, investigando, atentamente, os recônditos mais conflitantes da existência e expressando-os, poeticamente, através do seu minucioso olhar.
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    Teia 

A teia vai sendo construída 
Vejo a engenharia da dona aranha
A dona aranha é focada e talentosa
Sem pressa segue construindo uma teia de qualidade.
    Foto por Pixabay em Pexels.com
  • Nossa beleza interna

    Nossa beleza interna

    Ver está além do físico

    Conceito ou preconceito

    Ter ou não ter

    Não se limita ao externo.

    É mais fácil julgar pela aparência

    Perdemos o desejo e a capacidade de observar

    Cada detalhe em seus mínimos detalhes

    Observar como quem degusta admirado o que vê.

    Ver vai além do simples ver

    Ver está mais próximo do sentir

    Sentindo sem conter as lágrimas caindo.

    O belo se revela aos olhos dos que desejam ver

    O belo se revela quando se está inteiro no ato de observar

    O belo é um dom em ver a beleza que existe na vida

    Carlos de Campos

    LANÇAMENTO

    Como humanidade, neste momento, passamos pela História; somos parte dela e enfrentamos mais este desafio que nos coloca diante de nossos maiores medos. Como já disse um poeta: “o medo cega os nossos sonhos”. E sonhos são carregados de sentimentos, desejos de realizações. Nesses tempos, sonhemos! O medo é natural, ele protege a vida, mas o sonho a impulsiona. O Amor, a beleza, a arte, a música, a poesia, é tudo o que move o sonho humano. Convidamos todos a manterem o foco em seus sonhos e esquecerem seus medos. Mergulhar numa boa leitura em vez de ligar a TV nos noticiários. Ouvir uma boa música, contemplar uma linda paisagem, uma arte. Respirar fundo e alcançar a certeza de que tudo isso passará, para que os nossos sonhos se realizem. Cuidem-se, também, interiormente. Resistiremos com poesia no coração.

    Sobre o autor

    Carlos de Campos nasceu em Biritiba Mirim, São Paulo, em 1980. Apaixonado por Poetrix. Em 2017, começou a escrever seus versos nas redes sociais, expressando-se de maneira profunda, em reflexões e observações sobre a condição humana, entre outras; analisando sua organização, atuação e intempéries emocionais, de forma leve, porém, concisa e incisiva. Não se deixando condicionar por padrões, investigando, atentamente, os recônditos mais conflitantes da existência e expressando-os, poeticamente, através do seu minucioso olhar.
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    Nossa beleza interna

Ver está além do físico
Conceito ou preconceito
Ter ou não ter
Não se limita ao externo.
    Foto por Andrea Piacquadio em Pexels.com
  • No alvo

    No alvo

    Quando tudo parece tranquilo

    Quando sinto o vento em meu rosto

    Sou livre

    Estou leve.

    Tudo está tão macio

    Um paraíso

    Não quero deixar mais este lugar

    Quero sentir em mim a ressonância desse ambiente.

    Mergulhar

    Sem hora marcada para voltar

    Viver sem limites

    Experimentar a vida em todas as suas cores.

    Profundamente inspirado

    Proponho-me a fazer algo

    Quero algo

    Fico pensando sobre tudo isso.

    Pasmem

    A vida é sempre muito intrigante

    Nos deixando com uma certa sensação

    Que sensação forte é essa?

    No momento não sem o que dizer

    É uma sensação que me parece ótima

    Uma experiência única

    Poderia até dizer sublime.

    Miro no alvo na tentativa de acertar

    É como me sinto

    É o que desejo sentir

    Questionamentos que vão e que vem

    Com eles vem o medo e a indecisão

    Só me resta acertar o alvo e destruir toda a ilusão.

    Carlos de Campos

    LANÇAMENTO

    Como humanidade, neste momento, passamos pela História; somos parte dela e enfrentamos mais este desafio que nos coloca diante de nossos maiores medos. Como já disse um poeta: “o medo cega os nossos sonhos”. E sonhos são carregados de sentimentos, desejos de realizações. Nesses tempos, sonhemos! O medo é natural, ele protege a vida, mas o sonho a impulsiona. O Amor, a beleza, a arte, a música, a poesia, é tudo o que move o sonho humano. Convidamos todos a manterem o foco em seus sonhos e esquecerem seus medos. Mergulhar numa boa leitura em vez de ligar a TV nos noticiários. Ouvir uma boa música, contemplar uma linda paisagem, uma arte. Respirar fundo e alcançar a certeza de que tudo isso passará, para que os nossos sonhos se realizem. Cuidem-se, também, interiormente. Resistiremos com poesia no coração.

    Sobre o autor

    Carlos de Campos nasceu em Biritiba Mirim, São Paulo, em 1980. Apaixonado por Poetrix. Em 2017, começou a escrever seus versos nas redes sociais, expressando-se de maneira profunda, em reflexões e observações sobre a condição humana, entre outras; analisando sua organização, atuação e intempéries emocionais, de forma leve, porém, concisa e incisiva. Não se deixando condicionar por padrões, investigando, atentamente, os recônditos mais conflitantes da existência e expressando-os, poeticamente, através do seu minucioso olhar.
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    No alvo

Quando tudo parece tranquilo
Quando sinto o vento em meu rosto
Sou livre
Estou leve.
    Foto por Riccardo em Pexels.com
  • Refúgio

    Refúgio

    Negar em ser
    É o mesmo que suicídio
    É voltar-se contra a própria história
    É dizer não à existência.

    O desejo de não existir
    É não querer mais resolver problemas
    Aparentemente sem solução
    Uma vida acumulada de problemas atrás de problemas.

    Silêncio !
    Estou no quarto e no escuro
    Impotente diante de tua grandeza
    Como um novilho no matadouro.

    Peço o último copo gelado de cerveja
    Pela última noite de prazeres
    Nem mais um dia
    E nem mais uma noite.

    Amanheceu
    Os minutos vão se esgotando
    Eternos são os segundos
    Tédio, angústia e sofrimento me envolvem.

    Não há tempo para mais nada
    Só o frio e a sensação de não estar mais vivo
    Ausência de vida que se resume ao peso morto de um cadáver rígido.

    Oh morte !… E suas duras penas, que só nos angustiam
    Como cegos, caminhamos pela existência finita
    E nunca prontos para o derradeiro dia de estar em seu regaço.

    Carlos de Campos

    LANÇAMENTO

    Como humanidade, neste momento, passamos pela História; somos parte dela e enfrentamos mais este desafio que nos coloca diante de nossos maiores medos. Como já disse um poeta: “o medo cega os nossos sonhos”. E sonhos são carregados de sentimentos, desejos de realizações. Nesses tempos, sonhemos! O medo é natural, ele protege a vida, mas o sonho a impulsiona. O Amor, a beleza, a arte, a música, a poesia, é tudo o que move o sonho humano. Convidamos todos a manterem o foco em seus sonhos e esquecerem seus medos. Mergulhar numa boa leitura em vez de ligar a TV nos noticiários. Ouvir uma boa música, contemplar uma linda paisagem, uma arte. Respirar fundo e alcançar a certeza de que tudo isso passará, para que os nossos sonhos se realizem. Cuidem-se, também, interiormente. Resistiremos com poesia no coração.


    Sobre o autor


    Carlos de Campos nasceu em Biritiba Mirim, São Paulo, em 1980. Apaixonado por Poetrix. Em 2017, começou a escrever seus versos nas redes sociais, expressando-se de maneira profunda, em reflexões e observações sobre a condição humana, entre outras; analisando sua organização, atuação e intempéries emocionais, de forma leve, porém, concisa e incisiva. Não se deixando condicionar por padrões, investigando, atentamente, os recônditos mais conflitantes da existência e expressando-os, poeticamente, através do seu minucioso olhar.
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    Refúgio  

Negar em ser na vida 
É o mesmo que suicídio 
É voltar-se contra a própria história 
É dizer não à existência.
    Foto por Roman Kaiuk em Pexels.com
  • Medo que paralisa

    Medo que paralisa

    O medo é um sentimento paralisante
    Que nos impede de avançar
    Deixando tudo ainda mais difícil de suportar
    Tudo continua estagnado.

    Não adianta brigar com a consciência
    O medo é como um fantasma
    Nos pegando sempre desprevenidos
    Nos embriagando com pensamentos destrutivos.

    Na negação, é onde buscamos proteção
    Não é a melhor escolha
    É um caminho bem sinuoso.

    Nus, é como estamos diante do medo
    Como crianças assustadas
    Petrificados diante da própria irracionalidade.

    Carlos de Campos

    LANÇAMENTO

    Como humanidade, neste momento, passamos pela História; somos parte dela e enfrentamos mais este desafio que nos coloca diante de nossos maiores medos. Como já disse um poeta: “o medo cega os nossos sonhos”. E sonhos são carregados de sentimentos, desejos de realizações. Nesses tempos, sonhemos! O medo é natural, ele protege a vida, mas o sonho a impulsiona. O Amor, a beleza, a arte, a música, a poesia, é tudo o que move o sonho humano. Convidamos todos a manterem o foco em seus sonhos e esquecerem seus medos. Mergulhar numa boa leitura em vez de ligar a TV nos noticiários. Ouvir uma boa música, contemplar uma linda paisagem, uma arte. Respirar fundo e alcançar a certeza de que tudo isso passará, para que os nossos sonhos se realizem. Cuidem-se, também, interiormente. Resistiremos com poesia no coração.


    Sobre o autor


    Carlos de Campos nasceu em Biritiba Mirim, São Paulo, em 1980. Apaixonado por Poetrix. Em 2017, começou a escrever seus versos nas redes sociais, expressando-se de maneira profunda, em reflexões e observações sobre a condição humana, entre outras; analisando sua organização, atuação e intempéries emocionais, de forma leve, porém, concisa e incisiva. Não se deixando condicionar por padrões, investigando, atentamente, os recônditos mais conflitantes da existência e expressando-os, poeticamente, através do seu minucioso olhar.
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    Medo que paralisa

O medo é um sentimento paralisante 
Que nos impede de avançar
Deixando tudo ainda mais difícil de suportar
Tudo continua estagnado.
    Foto por MART PRODUCTION em Pexels.com
  • Dai-nos deste pão, agora e sempre

    Dai-nos deste pão, agora e sempre
    O pão nosso de cada dia
    Essencial para uma vida digna
    Vida pautada em sofrimento e esperança
    Sustentada pela solidariedade que nos oprime.

    O pão nosso de cada dia
    Dai-nos coragem para sobrevivermos por mais este dia
    Dai-nos força para lutarmos por mais um dia de justiça
    Dai-nos lágrimas para suportarmos o silêncio da existência.

    O pão da humilhação
    O pão negado por Deus aos pobres
    O pão da injustiça que provoca a fome, miséria e morte.

    Dai-nos o pão que nunca foi nosso
    Livra-nos do trabalho escravo, da peste, e por sorte, da morte
    Nosso foi, é, e sempre será, o desrespeito dos Poderes Constituídos.

    Carlos de Campos

    LANÇAMENTO

    Como humanidade, neste momento, passamos pela História; somos parte dela e enfrentamos mais este desafio que nos coloca diante de nossos maiores medos. Como já disse um poeta: “o medo cega os nossos sonhos”. E sonhos são carregados de sentimentos, desejos de realizações. Nesses tempos, sonhemos! O medo é natural, ele protege a vida, mas o sonho a impulsiona. O Amor, a beleza, a arte, a música, a poesia, é tudo o que move o sonho humano. Convidamos todos a manterem o foco em seus sonhos e esquecerem seus medos. Mergulhar numa boa leitura em vez de ligar a TV nos noticiários. Ouvir uma boa música, contemplar uma linda paisagem, uma arte. Respirar fundo e alcançar a certeza de que tudo isso passará, para que os nossos sonhos se realizem. Cuidem-se, também, interiormente. Resistiremos com poesia no coração.


    Sobre o autor


    Carlos de Campos nasceu em Biritiba Mirim, São Paulo, em 1980. Apaixonado por Poetrix. Em 2017, começou a escrever seus versos nas redes sociais, expressando-se de maneira profunda, em reflexões e observações sobre a condição humana, entre outras; analisando sua organização, atuação e intempéries emocionais, de forma leve, porém, concisa e incisiva. Não se deixando condicionar por padrões, investigando, atentamente, os recônditos mais conflitantes da existência e expressando-os, poeticamente, através do seu minucioso olhar.
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    Dai-nos deste pão, agora e sempre

O pão nosso de cada dia
Essencial para uma vida digna 
Vida pautada em sofrimento e esperança
Sustentada pela solidariedade que nos oprime.
    Foto por Flo Maderebner em Pexels.com
  • Give us this bread, now and always, versions in English, Spanish, Italian and French

    Give us this bread, now and always

    Our daily bread

    Essential for a dignified life

    Life based on suffering and hope

    Sustained by the solidarity that oppresses us.

    Our daily bread

    Give us courage to survive this day

    Give us strength to fight for one more day of justice

    Give us tears to bear the silence of existence.

    The bread of humiliation

    The bread denied by God to the poor

    The bread of injustice that causes hunger, misery and death.

    Give us the bread that was never ours

    Free us from slave labor, from the plague, and luckily, from death

    Ours was, is, and always will be, the disrespect of the Constituted Powers.

    Danos este pan, ahora y siempre

    Nuestro pan

    Esencial para una vida digna

    Vida basada en el sufrimiento y la esperanza

    Sostenida por la solidaridad que nos oprime.

    Nuestro pan de cada día

    Danos coraje para sobrevivir este día

    Danos fuerza para luchar por un día más de justicia

    Danos lágrimas para soportar el silencio de la existencia.

    El pan de la humillación

    El pan negado por Dios a los pobres

    El pan de la injusticia que provoca hambre, miseria y muerte.

    Danos el pan que nunca fue nuestro

    Líbranos del trabajo esclavo, de la peste y, por suerte, de la muerte

    Lo nuestro fue, es y será siempre el irrespeto de los Poderes Constituidos.

    Dacci questo pane, ora e sempre

    Il nostro pane quotidiano

    Essenziale per una vita dignitosa

    Vita basata sulla sofferenza e sulla speranza

    Sostenuta dalla solidarietà che ci opprime.

    Il nostro pane quotidiano

    Dacci il coraggio di sopravvivere a questo giorno

    Dacci la forza di lottare per un giorno in più di giustizia

    Dacci le lacrime per sopportare il silenzio dell’esistenza.

    Il pane dell’umiliazione

    Il pane negato da Dio ai poveri

    Il pane dell’ingiustizia che provoca fame, miseria e morte.

    Dacci il pane che non è mai stato nostro

    Liberaci dal lavoro degli schiavi, dalla peste e, per fortuna, dalla morte La

    nostra era, è e sarà sempre la mancanza di rispetto dei Poteri Costituiti.

    Donne-nous ce pain, maintenant et toujours

    Notre pain quotidien

    Indispensable pour une vie digne Une vie

    basée sur la souffrance et l’espérance

    Soutenue par la solidarité qui nous opprime.

    Notre pain quotidien

    Donne-nous le courage de survivre à ce jour

    Donne-nous la force de lutter pour un jour de plus de justice

    Donne-nous des larmes pour supporter le silence de l’existence.

    Le pain de l’humiliation

    Le pain refusé par Dieu aux pauvres

    Le pain de l’injustice qui cause la faim, la misère et la mort.

    Donne-nous le pain qui n’a jamais été le nôtre

    Libère-nous du travail des esclaves, de la peste et, heureusement, de la mort Le

    nôtre était, est et sera toujours l’irrespect des Pouvoirs constitués.

  • Bacio virtuale

    Bacio virtuale

    Vieni!

    Irradiami con il tuo amore!

    Mentre mi sto divertendo dentro.

    I tuoi ricordi scorrono attraverso il mio corpo

    facendomi rivivere questo bellissimo momento.

    Oggi sento solo il sapore amaro della tua assenza.

    Viene!

    Torniamo da questa distanza fisica.

    Voglio sperimentare il calore intenso del tuo corpo “santo”.

    Basta con i baci virtuali!

    Voglio essere in te.

    Vivere le nostre contraddizioni.

    L’amore che trasforma la vita.

    Vite vissute insieme.

    Presenza di corpi e anime amiche.

    Basta con i baci senza compromessi!

    Basta con i baci fastidiosi!

    Voglio quei tuoi baci che mi tengono lontano da ogni tristezza.

    Carlos de Campos

    LANCIO

    Come umanità, in questo momento, attraversiamo la Storia; ne facciamo parte e affrontiamo questa sfida che ci mette di fronte alle nostre più grandi paure. Come disse una volta un poeta: “la paura acceca i nostri sogni”. E i sogni sono carichi di sentimenti, desideri di realizzazione. In questi tempi, sogniamo! La paura è naturale, protegge la vita, ma il sogno la guida. Amore, bellezza, arte, musica, poesia, è tutto ciò che muove il sogno umano. Invitiamo tutti a concentrarsi sui propri sogni e a dimenticare le proprie paure. Tuffati in una buona lettura invece di accendere la TV al telegiornale. Ascoltare buona musica, contemplare un bel paesaggio, un’arte. Fai un respiro profondo e raggiungi la certezza che tutto questo passerà, affinché i nostri sogni diventino realtà. Fai attenzione anche all’interno. Resisteremo con la poesia nel cuore.

    Informazioni sull’autore

    Carlos de Campos è nato a Biritiba Mirim, San Paolo, nel 1980. Innamorato di Poetrix. Nel 2017 ha iniziato a scrivere i suoi versi sui social network, esprimendosi in modo profondo, in riflessioni e osservazioni sulla condizione umana, tra gli altri; analizzandone l’organizzazione, le performance e il clima emotivo, in modo leggero ma sintetico e incisivo. Non lasciandosi condizionare dagli standard, indagando con attenzione gli angoli più contrastanti dell’esistenza ed esprimendoli poeticamente attraverso il suo sguardo meticoloso.

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  • Lascio uscire il pigro che abita in me

    Lascio uscire il pigro che abita in me

    Lascio uscire il pigro che abita in me

    La pigra si nasconde nella vita

    Una vita di illusioni

    Illusioni che superano le proprie aspettative

    Continua a nascondersi.

    L’uomo pigro che è ancora perso nella sua ricerca

    Senza la minima speranza di vedere il sogno realizzarsi

    Segue una vita di illusioni

    Queste sono le cose che causano stanchezza.

    Il pigro preferisce l’ombra e l’acqua fresca che essere schiavo di un servo

    Schiavo di un sistema economico ingiusto e vagabondo

    Dei poveri che sono i ricchi baroni della petulanza

    Il pigro preferisce ancora l’acqua al vino.

    Il pigro chiede aiuto

    Scrive una bella poesia

    Piena di delitti

    Banalizzare chi vuole costruire una società alternativa.

    Preferire l’opzione per la pigrizia

    Per una vita di bugie

    Per la santità che abita la pigrizia.

    I bradipi di tutto il pianeta

    Lasciate le maschere che vi soffocano

    Assumete chi siete veramente, fannulloni con una carta.

    Carlos de Campos

    LANCIO

    Come umanità, in questo momento, attraversiamo la Storia; ne facciamo parte e affrontiamo questa sfida che ci mette di fronte alle nostre più grandi paure. Come disse una volta un poeta: “la paura acceca i nostri sogni”. E i sogni sono carichi di sentimenti, desideri di realizzazione. In questi tempi, sogniamo! La paura è naturale, protegge la vita, ma il sogno la guida. Amore, bellezza, arte, musica, poesia, è tutto ciò che muove il sogno umano. Invitiamo tutti a concentrarsi sui propri sogni e a dimenticare le proprie paure. Tuffati in una buona lettura invece di accendere la TV al telegiornale. Ascoltare buona musica, contemplare un bel paesaggio, un’arte. Fai un respiro profondo e raggiungi la certezza che tutto questo passerà, affinché i nostri sogni diventino realtà. Fai attenzione anche all’interno. Resisteremo con la poesia nel cuore.

    Informazioni sull’autore

    Carlos de Campos è nato a Biritiba Mirim, San Paolo, nel 1980. Innamorato di Poetrix. Nel 2017 ha iniziato a scrivere i suoi versi sui social network, esprimendosi in modo profondo, in riflessioni e osservazioni sulla condizione umana, tra gli altri; analizzandone l’organizzazione, le performance e il clima emotivo, in modo leggero ma sintetico e incisivo. Non lasciandosi condizionare dagli standard, indagando con attenzione gli angoli più contrastanti dell’esistenza ed esprimendoli poeticamente attraverso il suo sguardo meticoloso.

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  • O poder do amor

    O poder do amor

    Quem nunca desejou ser amado ?
    Precisa-se desejar se amar, primeiramente
    Respeite o amor-próprio
    Se afaste dos amores ilusórios.

    Merecer ser amado pelo amor verdadeiro
    É o passo em direção do compromisso a ser assumido
    É necessário parar de buscar por migalhas
    É o passo mais importante que se é dado na vida.

    Quem, aqui, precisa ser amado, agora ?
    O fraco ou o forte ?
    O rico ou o pobre ?

    Ter alguém para amar é deliciosamente bom demais
    Ser amado por alguém é divinamente extasiante
    O amor quando oferecido livremente, é capaz de curar as nossas almas.

    Carlos de Campos

    LANÇAMENTO

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    Sobre o autor


    Carlos de Campos nasceu em Biritiba Mirim, São Paulo, em 1980. Apaixonado por Poetrix. Em 2017, começou a escrever seus versos nas redes sociais, expressando-se de maneira profunda, em reflexões e observações sobre a condição humana, entre outras; analisando sua organização, atuação e intempéries emocionais, de forma leve, porém, concisa e incisiva. Não se deixando condicionar por padrões, investigando, atentamente, os recônditos mais conflitantes da existência e expressando-os, poeticamente, através do seu minucioso olhar.
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    Foto por Ron Lach em Pexels.com