O sol aquece o corpo ferido de morte. Tudo nesta vida é dor e sofrimento, É conflito e mais conflitos, É uma constante guerra sem fim.
Um instante, um único vacilo, e tudo se vai, Sem aviso ou uma última refeição. Tudo simplesmente evapora, A vida, à qual somos tão apegados, vira pó.
Desvio o olhar por um instante. Em meio à ilusão destruidora, posso ver a beleza. Oh, como a senhora Beleza é plena! Habita no olhar inocente de uma criança.
Quem vive consumindo ódio é digno de ver tua beleza? É possível que um coração iludido se recupere? E como posso vencer o mal? Quem é que, vendo a beleza, não quer desposá-la?
O meu corpo ainda segue doente de tanto ódio. A mente busca por salvação. Percorro, com determinação, o caminho para expurgar o ódio das entranhas da vida, Para que um dia, contigo, eu possa estar.