O mosteiro em chamas, Pecados e pecadores Se consumindo em fornicações, Deleitando-se no moralismo barato.
Incapaz de viver uma vida santa, Impõe aos fiéis o sacrifício vespertino, E finalmente bebe-se no cálice da redenção No silêncio sabático da mortificação.
Eu prometo, diante do Deus Altíssimo, Cultuá-lo na sua ausência plena, Que só revela a sua inexistência.
O adorador a ti se rende, dando glória, Enquanto entoa um hino que maltrata o próximo. Tua é a promessa vazia.
Abraço da redenção
O perdão é autocura
Das feridas abertas
Dos processos de inflamação
É preciso curar-se.
Infecção simples
É prejudicada pela demora
Na incapacidade de se perdoar
Experimentar o amor por meio do perdão.
Imagine se abraçando
E percorrendo em seu corpo a energia do amor
Curas acontecendo
Um único abraço que abre a redenção.