Sou só mais um infeliz
Os loucos dias que não voltam mais
Na curva dessa estrada
Sei o que passou e não voltará mais
Nunca mais retornará
Resta saber quando tudo isso aconteceu
O horizonte se desfaz diante de mim.
Carlos de Campos

Sou só mais um infeliz
Os loucos dias que não voltam mais
Na curva dessa estrada
Sei o que passou e não voltará mais
Nunca mais retornará
Resta saber quando tudo isso aconteceu
O horizonte se desfaz diante de mim.
Carlos de Campos

Vi quando você me olhou
Quando os nossos sentimentos se colidiram
Sozinho me encontrei aqui
Lá fora percebi que você caminha livre.
Carlos de Campos

Mais do que amor
É amor o que sinto por você
Amor que me faz desejar você
Essa saudade que sinto é amor.
Com você ao meu lado eu me sinto mais seguro
Me sinto tomado pelo sentido de vida
Em você sou só esperança.
É amor sempre que te vejo
A mover-se no meu peito
É amor que experiencio por você.
Carlos de Campos

Livro 3: O Tempo e a Rotina (Poema 02/20)
O tempo é o peso
O peso que carregamos em nosso viver
É a consequência de um tempo indomável,
Do querer e não conseguir mais.
É o tempo que passa, meu amor.
Adquira seu exemplar aqui e mergulhe em uma leitura que abraça a alma.
É a memória que falha,
A voz que se cala,
Os pés que já não sustentam mais.
A cada segundo, eu me esqueço de você.
O peso que sustento
É o peso do tempo,
Da tua história.
Cadê o meu rosto jovial?
As forças vão se acabando,
O fim implacável.
O peso é pensar sobre o meu fim,
De uma história que me foi generosa.
O tempo voa.
As emoções emergem da mente subterrânea.
O sentimento de que não vivi como deveria ter vivido é lancinante,
Toma a minha mente por inteiro.
O medo é avassalador.
Sou colocado diante da minha verdade.
Do que mais eu temia pode vir a acontecer.
É o tempo quem me avisa.
Carlos de Campos

Livro 1: A Arte da Trégua (Poema 02/60)
Vê o tempo esquecendo que é o tempo?
O que sabemos sobre o tempo?
O tempo está parado no tempo?
Quando o tempo passou a ser tempo?
Quando o tempo consome a minha vida?
Carlos de Campos
O tempo mede a vida ou somos nós que medimos o tempo? ⏳ Conheça o segundo poema de A Arte da Trégua e mergulhe nessa reflexão sobre existência, saudade e finitude. Livro 1: A Arte da Trégua

Livro 1: A Arte da Trégua (Poema 02/60)
Vê o tempo esquecendo que é o tempo?
O que sabemos sobre o tempo?
O tempo está parado no tempo?
Quando o tempo passou a ser tempo?
Quando o tempo consome a minha vida?
Mergulhe em uma leitura que abraça a alma. Adquira seu exemplar aqui
E a vida passa a depender do tempo
Que não é nem presente e muito menos futuro.
É o tempo medido por segundos,
Segundos correndo por um relógio.
O que é o tempo?
Além da mais pura irritação
Que domina nossa mente a vida inteira
E vai nos deixando com a sensação de sermos a próxima vítima.
A vítima da morte,
Que nos poupa de tal sorte,
Dos segundos contados,
De tua mão que parou o tempo.
No princípio, Deus construiu o relógio,
Que nos mostra o fim mais próximo
E que, a cada segundo, é uma gota a menos de vida,
Vida pautada pelo tempo.
Pelo tempo que passou
E que não volta mais,
Pelo amor que se confunde com a dor da saudade,
Por quanto tempo nós iremos resistir?
Carlos de Campos

Nostalgia?
Contemplo um passado,
história que ainda emociona,
o calor do teu abraço.
Carlos de Campos

O desejo
Os ensinamentos de uma vida:
aceite quem você é,
comunique-se corretamente,
nunca deixe margem para dúvidas.
Um olhar fala mais que mil palavras.
Um toque ancora os desejos.
Não seja arrogante.
Compreensão é um charme de poucos.
Quando for falar,
fale com naturalidade,
fale somente a verdade,
fale sobre o que você sabe.
Noite feliz é quando você vem
abraçando-me com prazer,
com profundo sentimento de vontade,
para deixar marcada na alma a saudade.
Carlos de Campos

Sonhos desajeitados
Sonho em ser amada.
Esse sonho me sufoca.
Sonhar que eu preciso do seu amor…
Você me responde?
Estou feliz durante o dia,
feliz com a minha vida profissional.
Eu preciso admitir:
você faz falta dentro de mim.
Meus sonhos com você me sufocam.
Te quero como essa paixão louca.
Desde o amanhecer, eu te busco.
Me perco em você,
minha inquietude.
Quero renovar as minhas juras de amor por você,
meu instante consumado,
meu desejo perpetuado.
Que tuas mãos me alcancem.
Quem és
que bate à minha porta,
que faz o meu coração acelerar?
Quem és?
Meu sonho,
meu instante de prazer,
meu declínio como mulher,
o amor que tanto desejo.
Carlos de Campos
