Tag: sentimentos

  • O desejo que tive ontem

    O desejo que tive ontem

    No último dia
    Os passos estavam pesados
    Estavam petrificados
    No último dia eu estava assim.

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    Enquanto a solidão me abraça. Adquira seu exemplar aqui

    Perdido em minhas ideias
    Nas vazias ideias
    Estava ali pensando
    O que você diria sobre mim.

    Longe da máxima verdade
    Estou vendo mentira
    O que você diz?
    Além do que o bom senso dita.

    Sou uma mistura de pedra
    Lançada no lago da imoralidade
    No passo em que tudo parou
    O que vejo não é o mesmo que sinto.

    No fosso desse angustiante dia
    Me debato em plena mentira
    No lodo do ódio que me intriga
    Me desfazendo em completa ilusão.

    Veja outros poemas aqui

    Tudo é o puro desejo de poder
    Fujo desse sujo desejo pelo podre poder
    Na infâmia de me levar para junto de você
    Sou a sujeira refletida nesse tempo difícil.

    Carlos de Campos

  • Vi quando você me olhou

    Vi quando você me olhou

    Quando os nossos sentimentos se colidiram
    Sozinho me encontrei aqui
    Lá fora percebi que você caminha livre.

    Carlos de Campos
  • Mais do que amor

    Mais do que amor

    É amor o que sinto por você
    Amor que me faz desejar você
    Essa saudade que sinto é amor.

    Com você ao meu lado eu me sinto mais seguro
    Me sinto tomado pelo sentido de vida
    Em você sou só esperança.

    É amor sempre que te vejo
    A mover-se no meu peito
    É amor que experiencio por você.

    Carlos de Campos
  • Livro 12: Anatomia de um sonho (Poema 01/60) Quando, na vida, é preciso estar atento

    Quando, na vida, é preciso estar atento

    Livro 12: Anatomia de um sonho (Poema 01/60)

    Quando, na vida, é preciso estar atento

    Fugaz é amar alguém
    Quando se pensa em amor limitado,
    Amor por contrato,
    Amor que vai escorregando pelas nossas mãos.

    O amor que se vai em uma hemorragia,
    Em uma noite mal dormida.
    Amor, quem é você realmente?
    És um mito ou verdade?

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    Muitas são as decepções com o amor,
    Uma palavra bonita carregada de energia,
    De uma beleza de sentido
    Que é facilmente soterrada pelo nosso egoísmo.

    Quem és tu, pobre amor?
    Além de ser um ladrão?
    Uma droga altamente viciante?
    Um serial killer?

    Não sei quem é você, meu nobre amor.
    Não consigo confiar em seus encantos.
    Você já me produziu vários desencantos.
    Como você pode existir
    Quando depende da relação entre duas pessoas?

    Estou bem em ficar longe de suas ilusões,
    De suas carícias estéreis.
    Não, não acredito no amor.
    Ou devo me entregar às suas doces ilusões?

    Carlos de Campos

  • O gorjear da alma

    O gorjear da alma

    Gorjeia, no fundo de nossa alma,
    o canto do sabiá,
    cantando o cântico da solidão,
    da solidão.

    Gorjeia a alma solitária,
    cantada pelo sabiá.
    Canto no canto da alma,
    da alma ferida pelo amor.

    Não se ouve mais o sabiá;
    seu gorjear silenciou-se
    pela ferida da alma.
    A solidão nos convida.

    Carlos de Campos


  • Nosso amor se acabou


    Nosso amor se acabou

    Instante.
    Momento passageiro.
    Uma história de amor.
    Estes são tempos sombrios.

    Momento de um instante ferido,
    ferida aberta de um amor.
    Tudo o que deixo são instantes feridos,
    instantes de um amor.

    O medo aparece à minha porta,
    descuidado no andar.
    Tudo o que passou
    passou sem vida.

    Nada faz você desistir,
    no instante, de repente.
    Repenso em estar com você
    na noite ferida.

    Tudo acabou.
    Acabou o nosso amor,
    a nossa ilusão.
    Acabou tudo o que eu sentia por você.

    Esse instante é um desses momentos feridos,
    cheio de tristeza,
    de um amor que se acabou.
    Esses dias, encontrei você na rua.

    Carlos de Campos
    Foto por Luca Nardone em Pexels.com
  • Tuas belas pernas


    Tuas belas pernas

    Diga-nos:
    existe amor entre nós?
    Em nós bate o mesmo sentimento?
    O que é que você quer que eu faça?
    Façamos nossas aventuras entre quatro paredes.

    Carlos de Campos

    Foto por cottonbro studio em Pexels.com
  • Os teus cabelos guardam histórias


    Os teus cabelos guardam histórias

    Os teus cabelos
    Soltos
    Deslizam no ar
    No ar que acolhe.

    Os teus cabelos
    Lisos
    Finalmente, os teus cabelos
    Finos, ardentes.

    Os teus cabelos
    Ardentes
    Fogo de uma paixão
    Doentia.

    Os teus cabelos
    Escuros
    Escondem-se do tempo
    Nas longas noites de sono.

    Os teus cabelos
    Diante da vida
    De vida fogosa,
    Os teus olhos castanhos.

    Os teus cabelos longos
    Refletem o brilho da existência
    Que se esconde
    Não existe amanhã.

    Carlos de Campos
    Foto por Philip Justin Mamelic em Pexels.com
  • O amor sendo cura para os nossos corações



    O amor sendo cura para os nossos corações

    Como as suaves gotas de chuva,
    É o meu amor por você.
    Como a vida que quer ser vivida,
    É o meu amor por você.

    É o amor que vem,
    É o amor que nasce,
    Quem nos dá sentido à vida
    É o amor que nos faz viver.

    É a vida quem deixa o amor florescer,
    É o amor que, com seus frutos, alimenta a vida.
    É o amor como solução,
    Como marco de transformação.

    Nada e ninguém
    Estão imunes ao amor.
    Os teus sentimentos estão impregnados de amor,
    Puro e valioso amor.

    Quem nunca amou na vida?
    Tudo o que mais queremos é amar.
    E, amando, ser amado.
    Quem não espera ser amado?

    O desejo entreabre o coração,
    Coração que, mesmo machucado,
    Insiste em amar
    E ama sem qualquer medida.

    Carlos de Campos
    Foto por Karola G em Pexels.com
  • Estou te esperando



    Estou te esperando

    Tens o dom do amor
    Podes me amar o quanto quiser
    Te amo!

    Carlos de Campos